{"id":1726,"date":"2006-11-22T14:20:00","date_gmt":"2006-11-22T16:20:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2006\/11\/22\/um-novo-enfoque-nas-aulas-de-historia\/"},"modified":"2006-11-22T14:20:00","modified_gmt":"2006-11-22T16:20:00","slug":"um-novo-enfoque-nas-aulas-de-historia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/um-novo-enfoque-nas-aulas-de-historia\/","title":{"rendered":"Um novo enfoque nas aulas de Hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p>Como o Dia Nacional da Consci\u00eancia Negra, comemorado na \u00faltima segunda-feira, vem sendo tratado nas escolas? Professores de Hist\u00f3ria e especialistas na cultura africana destacam que, apesar dos avan\u00e7os, ainda h\u00e1 um longo caminho a ser percorrido. Entre os entraves apresentados para uma maior conscientiza\u00e7\u00e3o, est\u00e1 a falta de material acad\u00eamico dispon\u00edvel no mercado editorial brasileiro para a prepara\u00e7\u00e3o das aulas e o cumprimento da legisla\u00e7\u00e3o que determina o ensino da hist\u00f3ria e da cultura afro-brasileira. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Na \u00faltima segunda-feira, dia 20, foi comemorado o Dia Nacional da Consci\u00eancia Negra. A data, n\u00e3o foi escolhida por acaso, e sim como homenagem a Zumbi, l\u00edder m\u00e1ximo do Quilombo de Palmares e s\u00edmbolo da resist\u00eancia negra, assassinado em 20 de novembro de 1695. Passados mais de 300 anos, qual o real significado desta data e como est\u00e1 sendo abordada nas escolas? \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cEsse dia \u00e9 fundamental, afinal de contas, os her\u00f3is da nossa sociedade s\u00e3o brancos e geralmente criados pelas elites. Sempre houve uma desvaloriza\u00e7\u00e3o do que representava uma rea\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria ao modelo de sociedade vigente, como foi o caso de Zumbi dos Palmares. Eu mesmo s\u00f3 estudei sobre o Quilombo de Palmares, mas hoje em dia sei que existiram milhares de quilombos. Atualmente, ainda encontramos 743 comunidades descendentes de quilombos. Esta data, portanto, \u00e9 important\u00edssima, pois ocorre uma falta de consci\u00eancia dos pr\u00f3prios negros. O monumento a Zumbi, localizado na Pra\u00e7a Onze, j\u00e1 foi alvo de picha\u00e7\u00f5es de negros\u201c, argumentou o coordenador de Hist\u00f3ria do Liceu Franco-Brasileiro, professor Rubim Aquino. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O professor Aquino, apesar de defender a data comemorativa, acredita ser necess\u00e1ria uma maior dedica\u00e7\u00e3o das escolas no ensino da cultura negra. \u201cIsso n\u00e3o est\u00e1 sendo abordado nas escolas como deveria, embora tenha sido criada, em 2003, a Lei 10.639, que obriga essas institui\u00e7\u00f5es a fornecerem o conhecimento da hist\u00f3ria e da cultura afro-brasileira. A coisa mais avan\u00e7ada que sei a respeito deste assunto \u00e9 por parte do governo municipal de Salvador, que criou uma secretaria de intera\u00e7\u00e3o, onde h\u00e1 estudos em andamento para a formula\u00e7\u00e3o de um programa que aborde esta problem\u00e1tica. Isso n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil, pois a maioria dos professores de Hist\u00f3ria que se formaram, estudaram sobre uma perspectiva europoc\u00eantrica, onde a Europa \u00e9 o centro de tudo\u201c, destacou. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O educador comentou ainda a necessidade de um maior preparo das escolas e dos professores para o aperfei\u00e7oamento desse ensino. \u201cSei que para as escolas poderem trabalhar melhor a cultura africana, \u00e9 necess\u00e1rio terem material sobre isso. O professor teria que ganhar mais para comprar mais livros e estudar mais, para que a quest\u00e3o seja abordada corretamente. De 2003 at\u00e9 agora, poucos col\u00e9gios passaram a estudar a Hist\u00f3ria da \u00c1frica com mais \u00eanfase\u201c, disse. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O professor de Hist\u00f3ria Maur\u00edcio Silva Santos, concorda com o ponto que trata da falta de conhecimento do assunto por parte das escolas. \u201cO que temos de testemunho do que se chamaria a cultura africana \u00e9 muito limitado. N\u00e3o se tem, realmente, um conhecimento aprofundado disso. Agora, j\u00e1 se fala em ensinar Iorub\u00e1 nas escolas. Precisamos pesquisar e buscar o que n\u00e3o sabemos a respeito. S\u00f3 temos informa\u00e7\u00e3o oral sobre o que representou a cultura negra, deixando a necessidade de algo mais concreto\u201c, ressaltou. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Para o coordenador do Col\u00e9gio Andrews, Jos\u00e9 Loureiro Rodrigues, algumas escolas se preocupam em ensinar uma hist\u00f3ria mais cr\u00edtica, enfatizando um pouco mais este assunto. \u201cOs professores de Hist\u00f3ria, em sala de aula, a todo o momento procuram desenvolver uma Hist\u00f3ria cr\u00edtica. Dessa forma, mostramos a import\u00e2ncia dos negros, assim como a dos \u00edndios, t\u00e3o relevantes quanto a dos colonizadores brancos\u201c, afirmou.\u00a0<br \/>  \u00a0<br \/><B> A cultura negra e o preconceito\u00a0<br \/>  \u00a0<br \/><\/B> A mestre em educa\u00e7\u00e3o e professora da rede estadual, Eunice B\u00e1rbara Nogueira, acredita em uma melhora do trabalho feito nas escolas em rela\u00e7\u00e3o a esta cultura. Por\u00e9m, destaca que ainda n\u00e3o \u00e9 o ideal. \u201cA cultura afro-brasileira est\u00e1 sendo enfatizada nas escolas e os professores est\u00e3o trabalhando melhor a quest\u00e3o do negro. Apesar de n\u00e3o ser discutida em uma disciplina isolada, ela \u00e9 trabalhada em um t\u00f3pico do conte\u00fado program\u00e1tico de Hist\u00f3ria, onde o tema est\u00e1 sendo discutido e s\u00e3o ressaltadas as diferen\u00e7as de inclus\u00e3o e a ascens\u00e3o do negro na sociedade\u201c, salientou. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Apesar da melhora, Eunice diz que a cultura ainda \u00e9 vista com preconceito. \u201cIsso \u00e9 algo que n\u00e3o se muda de uma hora para a outra. \u00c9 um trabalho que deve ser feito em longo prazo\u201c. Ele entende que a consci\u00eancia negra deveria ser celebrada todos os dias. \u201cPrecisamos pratic\u00e1-la todos os dias, e n\u00e3o ter um dia espec\u00edfico para isso. O objetivo seria pensar como foi a vida dos negros do per\u00edodo da escravatura at\u00e9 hoje, analisando as grandes perdas ocorridas. J\u00e1 que o dia foi institu\u00eddo, pelo menos poderia ser utilizado para ressaltar esses assuntos. Infelizmente isso n\u00e3o acontece. Sendo um feriado, os alunos n\u00e3o v\u00e3o \u00e0 escola e, provavelmente, n\u00e3o discutem a respeito disso. Se fosse um dia normal, no qual o tema fosse inserido no conte\u00fado program\u00e1tico, certamente valeria mais a pena\u201c, criticou. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O educador Jos\u00e9 Loureiro tamb\u00e9m compartilha da id\u00e9ia de Eunice. \u201cEssa data, de repente, se tornou oficial. Por\u00e9m, a data da consci\u00eancia negra, da \u00edndia e da branca, enfim, a data da consci\u00eancia do cidad\u00e3o, deve ser conquistada no dia-a-dia. Podemos at\u00e9 fazer algumas comemora\u00e7\u00f5es, mas essa consci\u00eancia, enquanto cidad\u00e3o, deve ser uma conquista di\u00e1ria\u201c, disse. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> O papel da Educafro<\/B> &#8211; H\u00e1 30 anos, ele iniciou sua milit\u00e2ncia pelos direitos do povo negro. Zumbi foi uma grande inspira\u00e7\u00e3o para sua luta. Frei David \u00e9 diretor executivo da Educafro &#8211; ONG coordenada pelos mission\u00e1rios franciscanos no Largo S\u00e3o Francisco, que batalha pela educa\u00e7\u00e3o e cidadania de afro-descendentes e carentes. \u201cA primeira conquista da comunidade negra foi ter conseguido que o presidente Lula assinasse, m 2003, a Lei 10.639, que obriga a todas as escolas, p\u00fablicas e particulares, o estudo da quest\u00e3o do negro em sala de aula. Infelizmente, parte das escolas n\u00e3o est\u00e1 trabalhando a lei com seriedade\u201c, comentou. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Frei David disse que as devidas provid\u00eancias j\u00e1 est\u00e3o sendo tomadas em rela\u00e7\u00e3o a isso. \u201cA sociedade negra j\u00e1 foi ao Minist\u00e9rio P\u00fablico reclamar dessa falta de respeito em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 lei. At\u00e9 agora, mais de 200 secretarias de educa\u00e7\u00e3o foram intimadas a dizer porque as escolas ainda n\u00e3o colocaram a lei em pr\u00e1tica. Portanto, a culpa pelo descaso n\u00e3o \u00e9 somente dos professores, mas tamb\u00e9m das secretarias estaduais e dos \u00f3rg\u00e3os fiscalizadores, que n\u00e3o t\u00eam sido aut\u00eanticos em respeitar a lei brasileira. A partir disso, percebemos que o caminho \u00e9 entrar com processos contra essas escolas\u201c, analisou. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Entretanto, o militante destaca que, de 2003 at\u00e9 hoje, foram lan\u00e7ados mais de 200 livros de dicas para o trabalho da cultura negra nas escolas. \u201cTodos estes livros foram lan\u00e7ados pelo governo e pela \u00a0<br \/>  sociedade, o que \u00e9 algo fant\u00e1stico. Se este era um assunto adormecido na sociedade brasileira, podemos dizer que, agora, com a luta da comunidade negra e com essa lei, tivemos uma revolu\u00e7\u00e3o na \u00e1rea pedag\u00f3gica e na produ\u00e7\u00e3o acad\u00eamica deste tema\u201c, afirmou. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Uma das maiores bandeiras de Frei David e da Educafro \u00e9 a inclus\u00e3o de jovens negros nas universidades brasileiras. Para ele, o ingresso de afro-descendentes e de outros grupos marginalizados ainda \u00e9 insuficiente. \u201cA cultura ind\u00edgena e afro s\u00e3o radicalmente marginalizadas, assim como todas as express\u00f5es culturais dos nordestinos. Isso acontece em todos os setores. Em S\u00e3o Paulo, por exemplo, temos a USP, que \u00e9 uma das mais importantes universidades do pais, localizada na maior cidade nordestina fora do Nordeste, onde se encontra menos de um por cento de alunos nordestinos. A exclus\u00e3o \u00e9 algo gritante e a escola \u00e9 o primeiro instrumento que cria esses patamares, que precisam ser derrubados. \u00c9 preciso trabalhar o respeito das diferen\u00e7as, as diversidades para que possamos construir um pa\u00eds que ame e conviva bem com a pluralidade\u201c, ressaltou. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Frei David indica o caminho para a mudan\u00e7a estrutural nas escolas brasileiras. \u201cUm primeiro passo para isso \u00e9 que todas as secretarias municipais organizem semin\u00e1rios de reciclagem dos professores da redep\u00fablica. Elas devem determinar que as escolas da rede particular tamb\u00e9m fa\u00e7am uma reciclagem dos seus professores. N\u00f3s percebemos que grande parte dos educadores nunca tiveram a oportunidade de refletir sobre esse problema\u201c, concluiu.\u00a0<br \/>  \u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como o Dia Nacional da Consci\u00eancia Negra, comemorado na \u00faltima segunda-feira, vem sendo tratado nas escolas? Professores de Hist\u00f3ria e especialistas na cultura africana destacam que, apesar dos avan\u00e7os, ainda h\u00e1 um longo caminho a ser percorrido. 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