{"id":1586,"date":"2006-09-25T15:32:00","date_gmt":"2006-09-25T18:32:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2006\/09\/25\/estudo-aponta-que-renda-exclui-mais-que-cor\/"},"modified":"2006-09-25T15:32:00","modified_gmt":"2006-09-25T18:32:00","slug":"estudo-aponta-que-renda-exclui-mais-que-cor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/estudo-aponta-que-renda-exclui-mais-que-cor\/","title":{"rendered":"Estudo aponta que renda exclui mais que cor"},"content":{"rendered":"<p>Um estudo divulgado nesta semana no 15\u00ba Encontro Nacional de Estudos Populacionais, realizado em Caxambu (MG), mostra que \u00e9 a renda, e n\u00e3o a ra\u00e7a, o principal fator que explica a desigualdade racial no acesso ao ensino superior. O estudo feito por Cibele Yahn de Andrade e Norberto Dachs, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), evidencia que apenas 5% dos pretos e pardos de 18 a 24 anos chegaram a esse n\u00edvel de ensino, enquanto entre os brancos esse percentual foi de 21%. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> No entanto, quando se analisa apenas os jovens pretos e pardos de 18 a 24 anos que vieram de fam\u00edlias com renda per capita superior a cinco sal\u00e1rios m\u00ednimos, o percentual deles com acesso a universidade chega a 56%. Se vierem de fam\u00edlias com renda inferior a meio sal\u00e1rio m\u00ednimo, o percentual \u00e9 0,6%. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Os que s\u00e3o a favor das cotas em universidades, no entanto, poder\u00e3o fazer outra leitura: mesmo quando esses jovens est\u00e3o em condi\u00e7\u00f5es financeiras semelhantes \u00e0s dos jovens brancos, ainda assim, a desigualdade persiste, j\u00e1 que a mesma taxa entre os brancos do estrato de renda mais alto \u00e9 de 73%, ou seja, 17 pontos percentuais superior ao dos demais estudantes comparados. Entre os brancos mais pobres, o percentual de acesso \u00e9 baixo (2,3%), mas, tamb\u00e9m a\u00ed, ele \u00e9 superior ao de pretos e pardos. Esses dados mostram que, de fato, a desigualdade no acesso ao ensino superior \u00e9 explicada principalmente pela renda. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Ensino d\u00e9bil explica desigualdade do pa\u00eds, dizem economistas \u00a0<br \/><\/B> Folha de S\u00e3o Paulo\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Em debate na Folha, Paes de Barros e Pochmann defendem abordagens diferentes para reduzir abismo entre ricos e pobres. O primeiro acha que se deve direcionar mais recursos ao ensino, enquanto o segundo diz que antes \u00e9 preciso maior crescimento do PIB.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A debilidade do ensino no Brasil est\u00e1 na origem da desigualdade social do pa\u00eds, concordaram os economistas Marcio Pochmann (Unicamp) e Ricardo Paes de Barros (Ipea) em debate promovido pela Folha com media\u00e7\u00e3o do jornalista Gilberto Dimenstein. Os dois por\u00e9m discordam sobre as solu\u00e7\u00f5es ao problema. \u201cA educa\u00e7\u00e3o explica grande parte da imensa desigualdade que reina no Brasil\u201c, avalia Paes de Barros. A diferen\u00e7a de condi\u00e7\u00f5es de vida entre profissionais especializados e analfabetos \u201c\u00e9 gigantesca\u201c, diz ele. \u201cPara fazer reduzir as desigualdades pela educa\u00e7\u00e3o, o pa\u00eds precisa incluir 10 milh\u00f5es de jovens, contratar 1 milh\u00e3o de professores e construir cem mil escolas\u201c, diz Pochmann. Mas, ao apontar solu\u00e7\u00f5es, os dois divergem. Para Paes de Barros, a educa\u00e7\u00e3o \u00e9 a chave mestra para transformar o Brasil em um pa\u00eds mais justo. \u201cTemos de reduzir a disparidade de educa\u00e7\u00e3o. Assim, o diferencial de sal\u00e1rio vai cair.\u201c Para Pochmann, os investimentos em educa\u00e7\u00e3o s\u00e3o necess\u00e1rios e urgentes, mas n\u00e3o podem ser a base para a solu\u00e7\u00e3o das disparidades de renda. \u201cO apelo \u00e0 educa\u00e7\u00e3o \u00e9 fant\u00e1stico, mas isso \u00e9 ret\u00f3rica no Brasil. Por que n\u00e3o se est\u00e1 fazendo escolas, postos de sa\u00fade, hospitais? Porque n\u00e3o temos dinheiro. Precisamos crescer para aumentar a renda.\u201c \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Desigualdade salarial <\/B>&#8211; Comparando a desigualdade de remunera\u00e7\u00e3o do trabalho no Brasil e nos EUA, Paes de Barros argumenta que o desn\u00edvel de educa\u00e7\u00e3o dos indiv\u00edduos impacta muito mais nas diferen\u00e7as salariais do mercado de trabalho brasileiro do que no americano. \u201cQuando se compara as desigualdades por ra\u00e7a, g\u00eanero, entre a agricultura e a ind\u00fastria, entre o norte e o sul, a desigualdade brasileira n\u00e3o \u00e9 muito diferente da americana. \u00c9 alta tanto aqui quanto nos EUA.\u201c \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Segundo ele, os dois pa\u00edses t\u00eam situa\u00e7\u00f5es diferentes quando calculada a diferen\u00e7a salarial entre trabalhadores de n\u00edvel educacional diferente. L\u00e1, o desn\u00edvel entre sal\u00e1rios de profissionais mais educados e dos que t\u00eam menor escolaridade \u00e9 bem menor que no Brasil. \u201cAqui, a diferen\u00e7a explica 93% das disparidades salariais. O que faz a desigualdade de remunera\u00e7\u00f5es no Brasil ser maior \u00e9 nossa maior desigualdade educacional.\u201c \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A desigualdade de renda no pa\u00eds \u00e9 maior porque \u201csomos educacionalmente muito mais desiguais\u201c, afirma. \u201cA nossa for\u00e7a de trabalho tem 12% de pessoas com universidade completa e 12% de analfabetos. Nos EUA, n\u00e3o h\u00e1 isso. Al\u00e9m disso, o valor que o mercado d\u00e1 \u00e0 educa\u00e7\u00e3o \u00e9 muito maior no Brasil que nos EUA.\u201c Isso \u00e9 resultado da \u201cescassez educacional\u201c do pa\u00eds, explica. Al\u00e9m disso, argumenta, como temos pouca educa\u00e7\u00e3o, ela \u00e9 muito valorizada. \u201cPorque existe uma escassez de pessoas qualificadas, o sal\u00e1rio das pessoas qualificadas fica l\u00e1 em cima\u201c, diz Paes de Barros. \u00a0<\/p>\n<p> Ele defende que a redu\u00e7\u00e3o da desigualdade social no Brasil passa pela redu\u00e7\u00e3o do diferencial entre as remunera\u00e7\u00f5es das pessoas com muita educa\u00e7\u00e3o e as das que t\u00eam pouca. \u201cIsso quer dizer que o sal\u00e1rio relativo dos m\u00e9dicos e professores vai cair? T\u00eam de cair\u201c, afirma, negando em seguida que a id\u00e9ia propicie a \u201cdesvaloriza\u00e7\u00e3o\u201c de profissionais especializados. \u201cPara que a sociedade tenha acesso ao conhecimento, o pre\u00e7o do conhecimento precisa cair\u201c, explica. <\/p>\n<p> Al\u00e9m disso, Paes de Barros defende conten\u00e7\u00e3o dos aumentos de sal\u00e1rio m\u00ednimo e ajustes na Previd\u00eancia e a flexibiliza\u00e7\u00e3o das leis do trabalho. \u201cNo combate \u00e0 desigualdade,  emprego \u00e9 mais importante que sal\u00e1rio. Estamos interessados em direitos que reduzam a pobreza e a desigualdade. Prefiro poder negociar uma queda de sal\u00e1rio, com sindicato presente, para preservar empregos.\u201c Na sua an\u00e1lise, o Brasil deve ajudar os idosos, mas est\u00e1 direcionando muito mais recursos para o setor que para os jovens, perpetuando assim a discrep\u00e2ncia social. \u201cSe tiv\u00e9ssemos aumentado o sal\u00e1rio m\u00ednimo menos e tiv\u00e9ssemos aumentado mais o benef\u00edcio do sal\u00e1rio-fam\u00edlia, esse dinheiro chegaria mais \u00e0s crian\u00e7as e menos aos idosos, e ter\u00edamos uma sociedade menos desigual.\u201c \u00a0<\/p>\n<p><B> Inclus\u00e3o custosa<\/B> &#8211; J\u00e1 Pochmann calcula que um amplo processo de inclus\u00e3o social, com metas de melhora at\u00e9 2020, custaria ao pa\u00eds R$ 7,2 trilh\u00f5es, o equivalente a mais de tr\u00eas PIBs brasileiros. Para ele, o pa\u00eds precisa de amplos investimentos em setores como sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o, mas isso n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel sem crescimento. Para exemplificar o custo da inclus\u00e3o pela educa\u00e7\u00e3o, Pochmann comparou o Brasil com outros pa\u00edses. O Chile, disse, tem 85% dos jovens de 15 a 17 anos matriculados no ensino m\u00e9dio. No Brasil, eles s\u00e3o apenas 35%. No ensino superior, apenas 8% dos jovens entre 18 e 24 anos est\u00e3o matriculados. Na Espanha, o \u00edndice \u00e9 de 42%. \u201cMas n\u00e3o temos 50 mil salas de aula para por esses jovens. N\u00e3o temos 500 mil professores para ensinar essas crian\u00e7as.\u201c O economista estima que o processo de inclus\u00e3o dos jovens que est\u00e3o fora do ensino para que o Brasil se equiparasse aos n\u00edveis chilenos e espanh\u00f3is custaria R$ 1,7 trilh\u00e3o. \u201cN\u00e3o h\u00e1 como incluir essa gente porque n\u00e3o h\u00e1 recursos para isso.\u201c \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/>  \u00a0<br \/><B> Mis\u00e9ria recua, mas ainda atinge 43 milh\u00f5es<br \/><B> Folha de S\u00e3o Paulo<\/B>\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Estudo da FGV mostra que 22,8% dos brasileiros est\u00e3o abaixo da linha de pobreza, contra 26,7% verificados em 2002. Apesar disso, receita da queda da mis\u00e9ria e da desigualdade verificada nos \u00faltimos anos n\u00e3o \u00e9 sustent\u00e1vel, diz entidade.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A propor\u00e7\u00e3o de pessoas que viviam abaixo da linha de pobreza caiu para 22,77% em 2005, segundo dados do Centro de Pol\u00edticas Sociais da FGV (Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas). Em 2002, essa participa\u00e7\u00e3o era de 26,72%. Apesar da melhora, o pa\u00eds ainda tem 42,6 milh\u00f5es de pessoas que vivem abaixo da linha de pobreza, fixada em R$ 121 de renda per capita. Segundo Marcelo Neri, economista da FGV, a receita da queda da mis\u00e9ria e da desigualdade verificada nos \u00faltimos anos n\u00e3o \u00e9 sustent\u00e1vel. A mis\u00e9ria caiu 14,8% no governo Lula, um resultado inferior ao verificado na primeira gest\u00e3o de Fernando Henrique Cardoso, quando a queda chegou a 23,02%. A an\u00e1lise do ritmo de queda anual, no entanto, revela um patamar similar. No mandato de Lula, a mis\u00e9ria caiu 5,2% ao ano, contra recuo de 5,1% no per\u00edodo de 1993 a 1998. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Para o economista, a combina\u00e7\u00e3o de programas de transfer\u00eancia de renda com aumento do sal\u00e1rio m\u00ednimo n\u00e3o \u00e9 uma receita eficaz. \u201cN\u00e3o \u00e9 uma trajet\u00f3ria sustent\u00e1vel, estamos aumentando os gastos fiscais, e a carga tribut\u00e1ria \u00e9 bastante alta para um pa\u00eds como o Brasil. A sociedade n\u00e3o ag\u00fcenta  mais imposto, que pressiona juros e trava o crescimento\u201c, disse. Na avalia\u00e7\u00e3o de Neri, o aumento do m\u00ednimo \u00e9 um instrumento de custo elevado no combate \u00e0 pobreza e n\u00e3o atinge as pessoas mais pobres. Em 2005, os 50% mais pobres recebiam R$ 123,47. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O caminho para uma trajet\u00f3ria consistente de redu\u00e7\u00e3o das diferen\u00e7as entre os mais ricos e os mais pobres deveria passar por um aperfei\u00e7oamento do Bolsa-Fam\u00edlia, na avalia\u00e7\u00e3o do economista. \u201cA cada R$ 1 gasto com o programa, voc\u00ea reduz duas vezes e meia mais do que o mesmo valor gasto com o aumento do m\u00ednimo.\u201c A expans\u00e3o do programa de transfer\u00eancia de renda n\u00e3o deveria ocorrer por meio de um aumento do n\u00famero de beneficiados, e sim por uma melhora na qualidade dos cadastros para que os contemplados fossem realmente os mais pobres da popula\u00e7\u00e3o, segundo Neri. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O economista considera o per\u00edodo de 2003 a 2005 como um segundo Plano Real, com aumento do emprego formal, redu\u00e7\u00e3o da pobreza e da desigualdade. A melhora dos indicadores foi proporcionada pela combina\u00e7\u00e3o de infla\u00e7\u00e3o menor para os mais pobres, expans\u00e3o do Bolsa-Fam\u00edlia e alta do m\u00ednimo.  Nesse per\u00edodo, a mis\u00e9ria caiu 19,18% contra uma redu\u00e7\u00e3o de 18,47% entre 1993 e 1995. A compara\u00e7\u00e3o entre os governos de Lula e Fernando Henrique mostra que o primeiro teve uma atua\u00e7\u00e3o mais voltada para os mais pobres, e o segundo, uma pol\u00edtica ben\u00e9fica para o conjunto da popula\u00e7\u00e3o. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cFHC fez pol\u00edticas mais horizontais, que afetaram todos os brasileiros. No fim do governo, criou programas de transfer\u00eancia que foram aprofundados no governo Lula, que se preocupou mais com os mais pobres. A grande vit\u00f3ria deste governo foi a continuidade da pol\u00edtica econ\u00f4mica e social\u201c, disse. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> As diferen\u00e7as na apropria\u00e7\u00e3o da renda ainda s\u00e3o dr\u00e1sticas. Em 2005, os 50% mais pobres respondiam por 14,1% da renda no pa\u00eds. J\u00e1 os 10% mais ricos representavam 45,1% da renda. Os dados da FGV mostram ainda que a mis\u00e9ria nas metr\u00f3poles voltou a retroceder. Em 2005, ela recuou para 16,22%, mas ainda \u00e9 maior do que em 1995, quando atingia 15,07% da popula\u00e7\u00e3o. \u201cPode ser um ind\u00edcio de fim da crise das cidades\u201c, avalia o economista. A mis\u00e9ria rural manteve a trajet\u00f3ria de queda, mas ainda atinge 45,74% no campo. \u00a0<br \/> \u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um estudo divulgado nesta semana no 15\u00ba Encontro Nacional de Estudos Populacionais, realizado em Caxambu (MG), mostra que \u00e9 a renda, e n\u00e3o a ra\u00e7a, o principal fator que explica a desigualdade racial no acesso ao ensino superior. 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