{"id":15819,"date":"2022-02-25T10:47:59","date_gmt":"2022-02-25T13:47:59","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/?p=15819"},"modified":"2022-02-25T11:14:20","modified_gmt":"2022-02-25T14:14:20","slug":"o-brasil-que-le-mapeamento-e-analise-de-projetos-de-formacao-de-leitores-nos-ultimos-30-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/o-brasil-que-le-mapeamento-e-analise-de-projetos-de-formacao-de-leitores-nos-ultimos-30-anos\/","title":{"rendered":"O BRASIL QUE L\u00ca &#8211; Mapeamento e an\u00e1lise de projetos de forma\u00e7\u00e3o de leitores nos \u00faltimos 30 anos"},"content":{"rendered":"<p>A pesquisa O BRASIL QUE L\u00ca realizada pelo Instituto Interdisciplinar de Leitura e C\u00e1tedra Unesco de Leitura, PUC-Rio, pelo Instituto Ita\u00fa Cultural com supervis\u00e3o da JCastilho Consultoria, teve como objetivo mapear os projetos de forma\u00e7\u00e3o de leitores que ocorreram nos \u00faltimos 30 anos no pa\u00eds e entender como foram criados, se mantiveram ou porque foram encerrados. <!--more-->A incid\u00eancia da pandemia do coronavirus aportou um dado mais, sobre os que se mantinham ativos e as condi\u00e7\u00f5es de gerenciamento que os sustentaram. Ao final, foram selecionados 382 projetos para an\u00e1lise e os resultados ser\u00e3o mostrados ao p\u00fablico nos dias 8 e 9\/3\/2022 em webin\u00e1rios de livre acesso.<\/p>\n<p><strong>A raz\u00e3o da pesquisa ter sido realizada<\/strong><\/p>\n<p>O movimento em torno da leitura que eclodiu no Brasil nos \u00faltimos 20 anos do s\u00e9culo passado, analisado desde 2006 pela C\u00e1tedra Unesco de Leitura, testemunha uma atividade intensa de leituras em m\u00faltiplas linguagens e suportes em todo o territ\u00f3rio nacional. Uma consulta \u00e0 sua plataforma Cartografias oferece uma hist\u00f3ria documentada da Leitura no Brasil e dados que j\u00e1 indicavam a dinamicidade do campo com projetos de impacto em todas as regi\u00f5es.<\/p>\n<p>Desde o PROLER &#8211; Programa Nacional de Incentivo \u00e0 Leitura (1992) at\u00e9 o PNLL &#8211; Plano Nacional do Livro e Leitura (2006), s\u00e3o professores, bibliotec\u00e1rios, volunt\u00e1rios e autodidatas de diversas forma\u00e7\u00f5es que, destemidamente e sem des\u00e2nimo, respondem pela maioria das atividades que se estendem por espa\u00e7os os mais diversos, como creches, asilos, pris\u00f5es, pra\u00e7as, museus, hospitais, espa\u00e7os n\u00e3o convencionais criados pelas comunidades, al\u00e9m de iniciativas apoiadas na internet. \u00c9 importante ressaltar tamb\u00e9m a multiplicidade, a diversidade do p\u00fablico atendido, como: quilombolas, ind\u00edgenas, mulheres presidi\u00e1rias, pessoas com defici\u00eancia, em um esfor\u00e7o vital para que a forma\u00e7\u00e3o de leitores e leitoras se dirigisse ao conjunto da popula\u00e7\u00e3o brasileira. Uma pol\u00edtica de leitura est\u00e1 demandando mais do Estado.<\/p>\n<p>Apesar do hist\u00f3rico e not\u00f3rio mal que acompanha as boas pol\u00edticas p\u00fablicas implantadas no Brasil, o da descontinuidade, as inspira\u00e7\u00f5es de movimentos como o PROLER e o PNLL est\u00e3o sendo suficientes at\u00e9 hoje para, malgrado o atual poder federal em exerc\u00edcio, alguns Estados e Munic\u00edpios seguirem construindo Planos Estaduais e Planos Municipais de Livro e Leitura, assim como a sociedade civil se desdobra em manter e seguir adiante com suas iniciativas formadoras ao mesmo tempo que reivindica do poder executivo federal provid\u00eancias para a retomada de pol\u00edticas p\u00fablicas de incentivo \u00e0 leitura. Um exemplo desta determina\u00e7\u00e3o de construir e reivindicar pode ser encontrado na Rede Nacional de Bibliotecas Comunit\u00e1rias &#8211; RNBC, potente organiza\u00e7\u00e3o de formadores de leitores, bibliotecas nascidas nas comunidades perif\u00e9ricas das metr\u00f3poles e em rinc\u00f5es diversos do pa\u00eds, que exercem grande relev\u00e2ncia nas comunidades em que se instalaram e que se pautam por constru\u00e7\u00e3o de meios para formar leitores e pela luta pelo direito \u00e0 leitura e por pol\u00edticas p\u00fablicas locais, regionais e nacional em torno dos eixos do PNLL.<\/p>\n<p>A realidade, neste princ\u00edpio de 2022, no \u00faltimo ano do atual mandat\u00e1rio que assumiu o governo federal em 2019, constatamos um profundo retrocesso das pol\u00edticas p\u00fablicas federais na educa\u00e7\u00e3o e na cultura, em particular nos programas de livro, leitura, literatura e bibliotecas, caracterizando um desastroso e retr\u00f3grado per\u00edodo.<\/p>\n<p>O resultado, que se apresenta nos relat\u00f3rios da pesquisa, confirma estas assertivas preliminares nas iniciativas que foram alcan\u00e7adas e que vieram compor o corpus da pesquisa: a duras penas, abandonado a empreendimentos da sociedade civil, sem recursos financeiros e sem tecnologia que garanta sua extens\u00e3o, o Brasil l\u00ea. Esta pesquisa vai ao encontro dessa constata\u00e7\u00e3o e procura conhecer e demonstrar os agentes e projetos que fazem esse Brasil que n\u00e3o aparece.<\/p>\n<p><strong>Uma pesquisa com muitas indaga\u00e7\u00f5es para o pa\u00eds<\/strong><\/p>\n<p>Uma pergunta n\u00e3o cala: a quem interessa um povo despreparado para criar riquezas, para alavancar qualidade de vida e produzir saberes que seriam capazes de melhorar o PIB, o IDH, o PISA, o IDEB, sem destituir do devido os que j\u00e1 foram contemplados? Tecnicamente s\u00f3lido, o conjunto de relat\u00f3rios \u00e9 contundente para apontar que h\u00e1 caminhos abertos no seio da sociedade para estender a malha da leitura como base para o pa\u00eds assentar seus projetos de ordem socioecon\u00f4mica, al\u00e9m da cultural e educacional, uma vez que eles dependem de sujeitos bem formados, vale dizer, leitores, capazes de atuar em seu meio n\u00e3o apenas como exploradores de oportunidades, mas construtores da na\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Apesar de ficar atestado que barreiras financeiras e de forma\u00e7\u00e3o de recursos humanos s\u00e3o um obst\u00e1culo ao aperfei\u00e7oamento de sociedades leitoras \u2013 e sabemos que elas n\u00e3o s\u00e3o ignoradas entre pol\u00edticos e gestores do desenvolvimento, tornando-se projeto deliberado de exclus\u00e3o de grande parte da popula\u00e7\u00e3o \u2013 as an\u00e1lises demonstram que ler, al\u00e9m de um direito do cidad\u00e3o e um dever do Estado promov\u00ea-la, \u00e9 de import\u00e2ncia estrat\u00e9gica para a participa\u00e7\u00e3o social dos sujeitos nos destinos do pa\u00eds: o que se entende por desenvolvimento n\u00e3o corresponde apenas \u00e0s benesses da industrializa\u00e7\u00e3o e da inform\u00e1tica, mas sup\u00f5e a capacidade de tomada de decis\u00f5es e de cria\u00e7\u00e3o de alternativas, com reciprocidades, entre os membros de uma comunidade, movidos a priori pela ativa\u00e7\u00e3o de suas potencialidades pessoais que a educa\u00e7\u00e3o habilita e a cultura fortalece, quando n\u00e3o reprimem.<\/p>\n<p>Uma sociedade leitora leria que o depredamento de bens comuns \u00e9 um desservi\u00e7o; que o bom servi\u00e7o p\u00fablico precisa ser valorizado; que os direitos t\u00eam canais para serem assegurados; que o trabalho n\u00e3o \u00e9 servid\u00e3o; que o ambiente de vida e conv\u00edvio precisa ser cuidado; que as rela\u00e7\u00f5es humanas constroem o bem-estar coletivo etc.<\/p>\n<p>A capacidade leitora dos brasileiros, n\u00e3o sendo panaceia para todos os males, obviamente, pode dar a cada sujeito a dimens\u00e3o de seu papel social na fam\u00edlia e no trabalho, na cidade e no campo, fazendo-o protagonista dos espa\u00e7os e das situa\u00e7\u00f5es em que est\u00e1 atuando, como colaborador do pensar e do agir para qualificar a vida pessoal e coletiva. Mas esta transforma\u00e7\u00e3o emancipadora, como a via Paulo Freire, depende do compromisso dos poderes institu\u00eddos em realizar as condi\u00e7\u00f5es de promulga\u00e7\u00e3o deste direito e dever de ser leitor do mundo e da letra. O atraso brasileiro no quadro das na\u00e7\u00f5es desenvolvidas n\u00e3o se justifica com a riqueza natural dispon\u00edvel, com os recursos materiais e financeiros que resistem \u00e0 corrup\u00e7\u00e3o; ele reside na falta de qualifica\u00e7\u00e3o de seus cidad\u00e3os, usurpados de seu direito a se inserir no movimento social que gera produtividade pela criatividade e envolvimento na vida p\u00fablica. A exist\u00eancia de pol\u00edtica p\u00fablica \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria e imprescind\u00edvel para realizar essas condi\u00e7\u00f5es para todos os nossos concidad\u00e3os.<\/p>\n<p>A diferen\u00e7a entre na\u00e7\u00f5es ricas e pobres passa pela educa\u00e7\u00e3o e pela cultura, sendo a leitura sua mola mestra para qualquer \u00e1rea do conhecimento. Ela determina, indubitavelmente, a possibilidade de compreendermos e exigirmos todos os direitos humanos, sendo ainda elemento necess\u00e1rio para o desenvolvimento sustent\u00e1vel de uma na\u00e7\u00e3o, com a tamb\u00e9m necess\u00e1ria sustentabilidade e harmonia com a natureza.<\/p>\n<p>Os movimentos reais da sociedade civil que formam leitores j\u00e1 consolidaram essa possibilidade de uma p\u00e1tria de leitores e o Brasil conta com respaldo legal, por interm\u00e9dio da Pol\u00edtica Nacional de Leitura e Escrita &#8211; PNLE &#8211; Lei 13.696\/2018 para implantar uma pol\u00edtica de Estado e dar este importante passo.<\/p>\n<p>Os resultados dessa pesquisa apontam para essas possibilidades, a de sermos uma na\u00e7\u00e3o muito melhor em todos os aspectos que a humanidade possa ser. Esses mesmos resultados demonstram tamb\u00e9m que o Brasil que L\u00ea sabe o que fazer. A pergunta \u00e9 quando superaremos a barreira pol\u00edtica em suas dimens\u00f5es econ\u00f4mica, moral e de direitos que nos impede de realizar essa tarefa hist\u00f3rica e civilizat\u00f3ria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Eliana Yunes e Jos\u00e9 Castilho<\/strong><br \/>\n(supervisores da pesquisa O Brasil que L\u00ea)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A pesquisa O BRASIL QUE L\u00ca realizada pelo Instituto Interdisciplinar de Leitura e C\u00e1tedra Unesco de Leitura, PUC-Rio, pelo Instituto Ita\u00fa Cultural com supervis\u00e3o da JCastilho Consultoria, teve como objetivo mapear os projetos de forma\u00e7\u00e3o de leitores que ocorreram nos \u00faltimos 30 anos no pa\u00eds e entender como foram criados, se mantiveram ou porque foram [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[9,13],"tags":[],"class_list":["post-15819","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-da-imprensa","category-noticias-eventos"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v15.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>O BRASIL QUE L\u00ca - Mapeamento e an\u00e1lise de projetos de forma\u00e7\u00e3o de leitores nos \u00faltimos 30 anos &raquo; 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