{"id":1564,"date":"2006-10-23T15:34:00","date_gmt":"2006-10-23T18:34:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2006\/10\/23\/internet-na-escola-nao-resolve-problemas-fabrica-novos-diz-emilia-ferreiro-psicolinguista-argentina\/"},"modified":"2006-10-23T15:34:00","modified_gmt":"2006-10-23T18:34:00","slug":"internet-na-escola-nao-resolve-problemas-fabrica-novos-diz-emilia-ferreiro-psicolinguista-argentina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/internet-na-escola-nao-resolve-problemas-fabrica-novos-diz-emilia-ferreiro-psicolinguista-argentina\/","title":{"rendered":"Internet na escola n\u00e3o resolve problemas, fabrica novos, diz Emilia Ferreiro, psicoling\u00fcista argentina"},"content":{"rendered":"<p>Disc\u00edpula do psic\u00f3logo su\u00ed\u00e7o Jean Piaget, a psicoling\u00fcista argentina Emilia Ferreiro revolucionou nos anos 80 a alfabetiza\u00e7\u00e3o, ao sugerir uma nova maneira de entender como as crian\u00e7as aprendem a ler e a escrever. Foi ela quem cunhou o termo \u201cconstrutivismo\u201d, nome da teoria que hoje, passados mais de 20 anos, \u00e9 tida como a principal corrente do sistema educacional brasileiro. Aos 69 anos, empolgada com as possibilidades que as novas tecnologias oferecem, ela diz que faltou, no Brasil, pesquisa did\u00e1tica para aplica\u00e7\u00e3o da teoria. Apesar dos desvios, segundo ela, a educa\u00e7\u00e3o est\u00e1 melhor do que antes, s\u00f3 por reconhecer que as crian\u00e7as s\u00e3o ativas na alfabetiza\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o apenas devem copiar e reproduzir o que os professores escrevem.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Atualmente \u00e9 professora do Centro de Investiga\u00e7\u00e3o e Estudos Avan\u00e7ados do Instituto Polit\u00e9cnico Nacional, na Cidade do M\u00e9xico, onde mora. De passagem por S\u00e3o Paulo, para participar do Semin\u00e1rio Victor Civita de Educa\u00e7\u00e3o, no in\u00edcio do m\u00eas, Emilia falou ao Estado sobre sua teoria, a dificuldade que a escola tem, ainda hoje, de lidar com a diversidade e as possibilidades da tecnologia na alfabetiza\u00e7\u00e3o.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Professores, pais e at\u00e9 alunos conhecem o termo construtivismo, adotado no Brasil pela maior parte das escolas. No entanto, cada um define a linha de uma maneira. H\u00e1 uma dificuldade de compreens\u00e3o? \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> A quest\u00e3o \u00e9 que existe um passo intermedi\u00e1rio entre a pesquisa de base, de natureza psicoling\u00fc\u00edstica, e a aplica\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica, que \u00e9 a pesquisa did\u00e1tica. O que aconteceu aqui e em v\u00e1rias partes do mundo \u00e9 que se fez uma aplica\u00e7\u00e3o antes da pesquisa de base. Foi por um bom motivo, porque a situa\u00e7\u00e3o educacional no Brasil era insuport\u00e1vel. Nos anos 80, metade dos meninos repetiam a 1\u00aa s\u00e9rie. Parecia que eram todos incapazes de aprender. Sentiu-se que o construtivismo trazia novas id\u00e9ias para mudar isso. Acredito que teve resultados positivos, apesar dos desvios. Foi bom pensar que as crian\u00e7as podiam aprender, que antes de escrever corretamente, tinham modos de ler e escrever evolutivamente ordenados. Agora, \u00e9 necess\u00e1ria a pesquisa did\u00e1tica para saber como usar na escola um saber te\u00f3rico. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Apesar do esfor\u00e7o pela inclus\u00e3o e respeito \u00e0 diversidade, pesquisas apontam para um excesso de alunos agitados medicados sem necessidade, por exemplo. A escola n\u00e3o sabe lidar com a diferen\u00e7a?\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> O tema da medicaliza\u00e7\u00e3o est\u00e1 sendo uma cat\u00e1strofe em todo o mundo. N\u00e3o \u00e9 um problema s\u00f3 brasileiro. Na Argentina, um grupo de pediatras e psic\u00f3logos est\u00e3o preocupad\u00edssimos com a quantidade de crian\u00e7as medicadas. E \u00e9 um problema sobretudo da escola particular. Essa \u00e9 uma dificuldade que existe.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Por que a escola ainda n\u00e3o superou essa dificuldade? \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> Quando a escola foi criada, tamb\u00e9m havia muita diversidade. Mas foi uma diversidade negada. Todas as crian\u00e7as deviam ter os mesmos direitos, aprender as mesmas coisas, da mesma maneira e falar a mesma l\u00edngua. Quando se estabelece isso, a miss\u00e3o da escola \u00e9 formar esse cidad\u00e3o ideal, que deve saber certas coisas e falar de certa maneira. Hoje, a comunica\u00e7\u00e3o entre as diversidades, as possibilidades de encontro se multiplicaram exponencialmente. N\u00e3o havia tanto encontro de diversidades antes, exceto em alguns lugares. Ent\u00e3o, historicamente, a escola n\u00e3o foi criada para respeitar a diferen\u00e7a.\u00a0<br \/> <B>\u00a0<br \/> Com o computador, que chega tamb\u00e9m \u00e0 rede p\u00fablica, as crian\u00e7as t\u00eam acesso a universos muito distintos, mas tamb\u00e9m a hipertextos, links, que fogem do padr\u00e3o linear da leitura do livro. Isso influencia na alfabetiza\u00e7\u00e3o? \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> O computador quando \u00e9 processador de texto \u00e9 uma coisa, quando \u00e9 internet \u00e9 outra, chat \u00e9 outra, e-mail \u00e9 outra. Como processador de texto j\u00e1 \u00e9 de uma utilidade pedag\u00f3gica sensacional. Na escola tradicional, a revis\u00e3o de texto \u00e9 feita pela professora. Com os processadores de texto se pode socializar a revis\u00e3o. Um dos objetivos da alfabetiza\u00e7\u00e3o \u00e9 formar um produtor aut\u00f4nomo e para isso o computador \u00e9 fant\u00e1stico. \u00c9 apaixonante como se pode instaurar desde o come\u00e7o uma atitude de responsabilidade frente ao pr\u00f3prio texto, deix\u00e1-lo mais eficaz como mensagem para transmitir a outro. Se escrevo para uma diversidade de destinat\u00e1rios &#8211; outra vez a diversidade -, isso muda o texto, tenho de pensar o que digo em fun\u00e7\u00e3o de um interlocutor, e n\u00e3o de uma professora que s\u00f3 est\u00e1 interessada na ortografia. Isso tem repercuss\u00e3o cognitiva e no processo de socializa\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> E o contato com a internet?\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> Com a internet, o problema n\u00e3o \u00e9 tanto ser linear ou n\u00e3o. O problema \u00e9 o seguinte. Eu busco, acho um site, que tem um link para outro lugar, e dele vou para outro, e em pouco tempo j\u00e1 nem sei o que buscava. Sou um barco perdido no meio do mar sem porto de chegada. Uma das dificuldades \u00e9 que cada op\u00e7\u00e3o abre outras op\u00e7\u00f5es. \u00c9 muito f\u00e1cil se perder e o desafio \u00e9 manter o objetivo da busca diante de uma multiplicidade de op\u00e7\u00f5es. \u00c9 uma coisa que a escola nunca ensinou. Outra coisa \u00e9 que busco e aparecem cem op\u00e7\u00f5es, como escolho? Com que crit\u00e9rios seleciono? O problema da rea\u00e7\u00e3o aos buscadores \u00e9 que pensamos que existe algu\u00e9m por tr\u00e1s que saiba tudo e me mostre tudo e me leve a tudo. E n\u00e3o \u00e9 assim. Um dos problemas s\u00e9rios \u00e9 aprender a duvidar da internet, que nem sempre me traz o que busco. Para navegar eficientemente na internet \u00e9 preciso ter uma s\u00e9rie de atitudes novas, tomar decis\u00f5es r\u00e1pidas e extrair informa\u00e7\u00e3o.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Mas a maneira de ler muda?\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> N\u00e3o tem de ler como se ensinava antes na escola, come\u00e7ava do in\u00edcio e seguia at\u00e9 o fim da p\u00e1gina. Isso \u00e9 interessante, porque na internet, numa busca, \u00e9 diferente, tem de ter crit\u00e9rios e selecionar, ler de todos os pontos. Uma coisa que se est\u00e1 discutindo seriamente s\u00e3o esses crit\u00e9rios de confiabilidade da internet. Nos objetos livro, revista e jornal, eu tenho crit\u00e9rios antes de come\u00e7ar a ler. A apar\u00eancia do livro j\u00e1 me diz se \u00e9 bem editado ou n\u00e3o. A quantidade de fotos e a distribui\u00e7\u00e3o de propaganda em uma revista ou jornal me dizem algo. E s\u00e3o objetos que h\u00e1 s\u00e9culos circulam na sociedade, ent\u00e3o temos tanta pr\u00e1tica com eles que podemos dizer rapidamente de que tipo se trata. Agora, um site, se \u00e9 de uma editora, eu transfiro para o site a confiabilidade que eu tinha \u00e0 editora. Mas esses s\u00e3o a menor parte. Esse \u00e9 um produto educativo muito s\u00e9rio. Desde que haja um tema pol\u00eamico, voc\u00ea vai encontrar uma multiplicidade de vozes na internet.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Qual a melhor maneira de lidar com essa falta de crit\u00e9rios?\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> Creio que ainda n\u00e3o sabemos como lidar com isso, porque tudo isso \u00e9 muito novo para a escola. Ter internet na escola n\u00e3o resolve os problemas, fabrica novos, mas que s\u00e3o desafios interessantes. Para adolescentes, discutir junto com eles, coloc\u00e1-los em busca dessas respostas, \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o que pode ser apaixonante, inclusive usando a experi\u00eancia que eles j\u00e1 t\u00eam com a internet. \u00c9 preciso saber enfrentar os problemas educativos novos que nos s\u00e3o colocados. A internet traz um novo tipo de diversidade \u00e0 escola\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Disc\u00edpula do psic\u00f3logo su\u00ed\u00e7o Jean Piaget, a psicoling\u00fcista argentina Emilia Ferreiro revolucionou nos anos 80 a alfabetiza\u00e7\u00e3o, ao sugerir uma nova maneira de entender como as crian\u00e7as aprendem a ler e a escrever. 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