{"id":1557,"date":"2006-10-30T13:35:00","date_gmt":"2006-10-30T16:35:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2006\/10\/30\/america-latina-tem-a-melhor-educacao-infantil-do-mundo-em-desenvolvimento\/"},"modified":"2006-10-30T13:35:00","modified_gmt":"2006-10-30T16:35:00","slug":"america-latina-tem-a-melhor-educacao-infantil-do-mundo-em-desenvolvimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/america-latina-tem-a-melhor-educacao-infantil-do-mundo-em-desenvolvimento\/","title":{"rendered":"Am\u00e9rica Latina tem a melhor educa\u00e7\u00e3o infantil do mundo em desenvolvimento"},"content":{"rendered":"<p>A educa\u00e7\u00e3o infantil na Am\u00e9rica Latina e no Caribe \u00e9 a melhor dos pa\u00edses em vias de desenvolvimento, segundo o relat\u00f3rio de acompanhamento do programa Educa\u00e7\u00e3o Para Todos que o diretor-geral da Unesco (Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Educa\u00e7\u00e3o, a Ci\u00eancia e a Cultura), Koichiro Matsuura, apresentou nesta quinta-feira em Nova York.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O relat\u00f3rio tamb\u00e9m revela que houve uma \u201csens\u00edvel diminui\u00e7\u00e3o\u201c do n\u00famero de crian\u00e7as sem escolariza\u00e7\u00e3o no mundo, mas aponta que a situa\u00e7\u00e3o dos menores de tr\u00eas anos continua sendo o primo pobre dos sistemas educativos em muitas regi\u00f5es do planeta.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Estas s\u00e3o algumas das principais conclus\u00f5es do relat\u00f3rio no qual a Unesco avalia os progressos rumo \u00e0 universaliza\u00e7\u00e3o do ensino prim\u00e1rio, que a comunidade internacional se comprometeu a alcan\u00e7ar at\u00e9 2015.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Apesar das melhoras, a cada ano \u201cmorrem nos pa\u00edses em desenvolvimento mais de 10 milh\u00f5es de crian\u00e7as menores de cinco anos devido a doen\u00e7as que, em sua maioria, podem ser evitadas\u201c, afirmou Nicholas Burnett, diretor do relat\u00f3rio concentrado na primeira inf\u00e2ncia.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O relat\u00f3rio aponta que 62% das crian\u00e7as recebem educa\u00e7\u00e3o pr\u00e9-prim\u00e1ria ou pr\u00e9-escolar na Am\u00e9rica Latina, contra 35% na \u00c1sia Oriental e no Pac\u00edfico; 32% na \u00c1sia Meridional e Ocidental; 16% no mundo \u00e1rabe e 12% na \u00c1frica Subsaariana.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A maioria dos pa\u00edses da Europa Ocidental j\u00e1 universalizou o ensino pr\u00e9-escolar. No espa\u00e7o ex-sovi\u00e9tico, formado pelos pa\u00edses considerados atualmente \u201cem transi\u00e7\u00e3o\u201c, esse setor da educa\u00e7\u00e3o come\u00e7a a se recuperar ap\u00f3s a brusca diminui\u00e7\u00e3o sofrida com o desmoronamento da URSS.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A conclus\u00e3o dos estudos prim\u00e1rios ainda \u00e9 um problema grave. Na Am\u00e9rica Latina e no Caribe, menos de 83% das crian\u00e7as matriculadas no ensino prim\u00e1rio acabam o \u00faltimo grau do ciclo.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Relat\u00f3rio\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> O relat\u00f3rio presta especial aten\u00e7\u00e3o \u00e0 educa\u00e7\u00e3o e aos cuidados na primeira inf\u00e2ncia, pois se trata do tema central desta edi\u00e7\u00e3o, e corresponde ao primeiro dos seis objetivos da Educa\u00e7\u00e3o para Todos a serem cumpridos at\u00e9 2015. Lembra que as pesquisas demonstram amplamente que o desenvolvimento f\u00edsico e ps\u00edquico da crian\u00e7a \u00e9 condicionado decisivamente pelas experi\u00eancias de seus primeiros anos de vida.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> No entanto, o financiamento dos programas educativos destinados \u00e0s crian\u00e7as pequenas praticamente n\u00e3o tem prioridade nas ajudas dos doadores, e \u201ca metade dos pa\u00edses do planeta\u201c carece de pol\u00edticas formais para os menores de tr\u00eas anos.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A primeira etapa rumo \u00e0 ado\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica global de atendimento e educa\u00e7\u00e3o destes menores deve consistir na concentra\u00e7\u00e3o dos recursos nas crian\u00e7as mais desfavorecidas.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O relat\u00f3rio tamb\u00e9m destaca a import\u00e2ncia de as pessoas encarregadas dos cuidados e da educa\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as mais novas terem qualifica\u00e7\u00e3o suficiente para desempenhar o trabalho.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Os outros cinco objetivos da EPT (Educa\u00e7\u00e3o Para Todos) a serem alcan\u00e7ados at\u00e9 2015 s\u00e3o a universaliza\u00e7\u00e3o do ensino prim\u00e1rio obrigat\u00f3rio e gratuito; a garantia do acesso igualit\u00e1rio dos jovens e adultos a programas de aprendizagem; o aumento em 50% das taxas de alfabetiza\u00e7\u00e3o dos adultos; o fim da disparidade de sexos no sistema educativo, e a melhora da qualidade da educa\u00e7\u00e3o em todos os seus aspectos.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Ensino\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> O relat\u00f3rio revela uma not\u00e1vel acelera\u00e7\u00e3o da escolariza\u00e7\u00e3o no ensino prim\u00e1rio, tanto dos meninos como das meninas, e um aumento da ajuda \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, embora esta sofra em alguns pa\u00edses o contrapeso de uma diminui\u00e7\u00e3o da despesa nacional em educa\u00e7\u00e3o.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Segundo as estat\u00edsticas entregues pelos governos, em 2004 havia 77 milh\u00f5es de crian\u00e7as sem escolariza\u00e7\u00e3o &#8211;21 milh\u00f5es a menos do que 1999. Delas, mais das tr\u00eas quartos viviam na \u00c1frica Subsaariana e na \u00c1frica Meridional e Ocidental.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Aproximadamente dois ter\u00e7os dos 181 pa\u00edses sobre os quais h\u00e1 dados de 2004 alcan\u00e7aram a igualdade entre os sexos no ensino prim\u00e1rio, mas s\u00f3 um ter\u00e7o a obteve no ensino m\u00e9dio.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Segundo o relat\u00f3rio, dos 125 pa\u00edses sobre os quais existem dados, apenas 47, em sua maioria europeus, alcan\u00e7aram, ou est\u00e3o a ponto de cumprir os seis objetivos do programa Educa\u00e7\u00e3o para Todos.\u00a0<\/p>\n<p><B> Brasil fica em 72\u00ba em ranking de educa\u00e7\u00e3o  <br \/><\/B> Folha de S\u00e3o Paulo &#8211; ANT\u00d4NIO GOIS <\/p>\n<p><em> Altas taxas de repet\u00eancia e evas\u00e3o no ensino fundamental deixam pa\u00eds atr\u00e1s do Paraguai no relat\u00f3rio divulgado pela Unesco. Documento faz men\u00e7\u00f5es positivas ao Brasil ao citar os programas de transfer\u00eancia condicionada de renda para os alunos mais pobres. <br \/><\/em>  <br \/> O relat\u00f3rio anual da Unesco \u201cEduca\u00e7\u00e3o Para Todos\u201c, divulgado ontem em Nova York, coloca o Brasil na 72\u00aa posi\u00e7\u00e3o num \u00edndice de desenvolvimento com 125 pa\u00edses que avalia o grau de cumprimento das metas tra\u00e7adas na Confer\u00eancia Mundial de Educa\u00e7\u00e3o, no Senegal, em 2000. O pa\u00eds aparece em bloco intermedi\u00e1rio, com \u00edndice considerado m\u00e9dio, uma posi\u00e7\u00e3o atr\u00e1s do Paraguai e uma \u00e0 frente da S\u00edria. <\/p>\n<p> O que mais prejudica o desempenho do pa\u00eds no \u00edndice s\u00e3o as altas taxas de repet\u00eancia e evas\u00e3o no ensino fundamental, que refletem negativamente no c\u00e1lculo da taxa de estudantes que iniciaram o ensino fundamental e conseguem chegar ao menos at\u00e9 o quinto ano. <\/p>\n<p> Al\u00e9m da taxa de sobreviv\u00eancia escolar at\u00e9 o quinto ano, o indicador compara tamb\u00e9m a escolariza\u00e7\u00e3o no ensino fundamental, a taxa de analfabetismo adulto e a igualdade de g\u00eanero na educa\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p> O indicador varia de 0 a 1, sendo que, quanto mais pr\u00f3ximo de 1, mais perto est\u00e1 o pa\u00eds de atingir as metas da Unesco. O \u00edndice total do Brasil (levando em conta todos os quatro indicadores) \u00e9 de 0,905, considerado m\u00e9dio pela Unesco. Os pa\u00edses com melhor desempenho s\u00e3o Reino Unido, Eslov\u00eania e Finl\u00e2ndia, todos com \u00edndice de 0,994. Das 125 na\u00e7\u00f5es comparadas, 47 apresentaram \u00edndice alto (acima de 0,950), 49 ficaram com os considerados m\u00e9dios e 29 tiveram \u00edndice baixo (abaixo de 0,850). O pior \u00e9 Chade, com \u00edndice de 0,428.<\/p>\n<p> O \u00edndice de acompanhamento das metas da Unesco \u00e9 divulgado anualmente desde 2003. O Brasil apareceu pela primeira vez no relat\u00f3rio de 2005, divulgado em 2004. Na ocasi\u00e3o, o pa\u00eds apareceu com \u00edndice de 0,899. A posi\u00e7\u00e3o no ranking n\u00e3o se alterou: continuou sendo a 72\u00aa, com a \u00fanica diferen\u00e7a que, naquele ano, foram 127 pa\u00edses comparados, em vez dos 125 do relat\u00f3rio deste ano. <\/p>\n<p><B> Qualidade <\/p>\n<p><\/B> Para o consultor em educa\u00e7\u00e3o Jo\u00e3o Batista Ara\u00fajo e Oliveira, o p\u00e9ssimo desempenho do pa\u00eds em quest\u00f5es de qualidade da educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 novidade. \u201cQuando o indicador \u00e9 de quantidade, o pa\u00eds costuma ir bem. Quando \u00e9 qualidade, no entanto, o atraso fica evidente\u201c, diz. <\/p>\n<p> De fato, essa n\u00e3o \u00e9 a primeira pesquisa internacional a colocar o pa\u00eds em uma p\u00e9ssima coloca\u00e7\u00e3o quando se avalia a qualidade. O Brasil \u00e9 sempre um dos \u00faltimos colocados, por exemplo, nos exames do Pisa (sigla em ingl\u00eas para Programa Internacional de Avalia\u00e7\u00e3o de Alunos), prova da Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e o Desenvolvimento Econ\u00f4mico que compara o desempenho de estudantes entre pa\u00edses. <\/p>\n<p> O problema da repet\u00eancia tamb\u00e9m j\u00e1 foi destacado num outro relat\u00f3rio da Unesco divulgado neste ano. Esse documento mostrou que o pa\u00eds tinha indicadores nesse quesito piores do que pa\u00edses extremamente pobres, como Camboja, Haiti ou Ruanda. Quanto maior a repet\u00eancia, maior a probabilidade de evas\u00e3o escolar.<\/p>\n<p> O Brasil \u00e9 citado no relat\u00f3rio divulgado ontem em Nova York como um dos pa\u00edses com s\u00e9rios problemas de repet\u00eancia, especialmente na primeira s\u00e9rie do ensino fundamental. Segundo o Inep, \u00f3rg\u00e3o do MEC, 29% dos alunos repetiram a primeira s\u00e9rie do ensino fundamental em 2003, e \u00e9 justamente nessa s\u00e9rie inicial em que o problema \u00e9 mais grave. <\/p>\n<p> O relat\u00f3rio, por\u00e9m, faz men\u00e7\u00f5es positivas ao Brasil ao citar os programas de transfer\u00eancia de renda para os mais pobres, como o Bolsa Escola (criado no governo FHC) e o Bolsa Fam\u00edlia (amplia\u00e7\u00e3o do Bolsa Escola feita no governo Lula). <\/p>\n<p> O texto do relat\u00f3rio cita estudos brasileiros que mostram que esses programas tiveram efeito positivo na escolaridade de crian\u00e7as mais pobres e na diminui\u00e7\u00e3o do trabalho infantil. <\/p>\n<p><B> Relat\u00f3rio diz que falta interesse em ensino infantil<\/p>\n<p><\/B> O relat\u00f3rio \u201cEduca\u00e7\u00e3o para Todos\u201c deste ano tem como foco principal a educa\u00e7\u00e3o infantil, que no Brasil \u00e9 destinada \u00e0s crian\u00e7as de zero a seis anos. O texto cita evid\u00eancias que mostram o quanto \u00e9 importante o acesso a creches e pr\u00e9-escolas de qualidade para o desempenho cognitivo, acad\u00eamico e profissional, especialmente de crian\u00e7as mais pobres. Por\u00e9m, diz o relat\u00f3rio, o financiamento do ensino infantil ainda n\u00e3o \u00e9 prioridade na maioria dos pa\u00edses. <\/p>\n<p> De acordo com Alessandra Schneider, especialista em educa\u00e7\u00e3o infantil e coordenadora do escrit\u00f3rio da Unesco no Rio Grande do Sul, o Brasil est\u00e1 acima da m\u00e9dia da Am\u00e9rica Latina no que diz respeito \u00e0 escolariza\u00e7\u00e3o na faixa et\u00e1ria de quatro a seis anos, mas est\u00e1 abaixo de pa\u00edses da regi\u00e3o que j\u00e1 conseguiram atingir o n\u00edvel de mais de 75% das crian\u00e7as dessa faixa estudando. <\/p>\n<p> Segundo o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, entre 2001 e 2004, a taxa de atendimento nas creches cresceu de 10,6% (sobre o total da popula\u00e7\u00e3o de zero a tr\u00eas anos) para 13,4%. Na pr\u00e9-escola, o atendimento subiu de 65,6% (sobre o total da popula\u00e7\u00e3o de quatro a seis anos) para 70,5%. <\/p>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A educa\u00e7\u00e3o infantil na Am\u00e9rica Latina e no Caribe \u00e9 a melhor dos pa\u00edses em vias de desenvolvimento, segundo o relat\u00f3rio de acompanhamento do programa Educa\u00e7\u00e3o Para Todos que o diretor-geral da Unesco (Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Educa\u00e7\u00e3o, a Ci\u00eancia e a Cultura), Koichiro Matsuura, apresentou nesta quinta-feira em Nova York.\u00a0 \u00a0 O [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-1557","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-da-imprensa"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v15.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Am\u00e9rica Latina tem a melhor educa\u00e7\u00e3o infantil do mundo em desenvolvimento &raquo; 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