{"id":15416,"date":"2021-11-29T14:06:46","date_gmt":"2021-11-29T17:06:46","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/?p=15416"},"modified":"2021-11-29T14:06:46","modified_gmt":"2021-11-29T17:06:46","slug":"prevencao-de-transtornos-mentais-entre-estudantes-pode-evitar-repetencia-e-evasao-escolar-aponta-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/prevencao-de-transtornos-mentais-entre-estudantes-pode-evitar-repetencia-e-evasao-escolar-aponta-estudo\/","title":{"rendered":"Preven\u00e7\u00e3o de transtornos mentais entre estudantes pode evitar repet\u00eancia e evas\u00e3o escolar, aponta estudo"},"content":{"rendered":"<p>Pelo menos dez a cada cem meninas que estavam fora da s\u00e9rie escolar adequada para sua idade poderiam ter acompanhado a turma se transtornos mentais, principalmente os externalizantes (como d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o e hiperatividade), fossem prevenidos ou tratados. O impacto negativo dessas condi\u00e7\u00f5es mentais tamb\u00e9m se reflete na repet\u00eancia: cinco em cada cem alunas n\u00e3o teriam reprovado.<!--more--> Para meninos, seriam prevenidos 5,3% dos casos de distor\u00e7\u00e3o idade-s\u00e9rie e 4,8% das reprova\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Esses resultados foram revelados em uma pesquisa inovadora, liderada por um grupo de cientistas brasileiros e brit\u00e2nicos e publicada na revista Epidemiology and Psychiatric Sciences. Os pesquisadores buscaram estimar o peso e o impacto de diferentes tipos de condi\u00e7\u00f5es psiqui\u00e1tricas nos resultados educacionais, usando como base dados de 2014.<\/p>\n<p>Conclu\u00edram, em linhas gerais, que os transtornos externalizantes tiveram efeitos negativos mais amplos e robustos sobre a educa\u00e7\u00e3o quando comparados a psicopatias ligadas a ang\u00fastias e medos. Ao analisar por g\u00eanero, foram particularmente prejudiciais para as mulheres, resultando em n\u00edveis mais baixos de alfabetiza\u00e7\u00e3o e perpetra\u00e7\u00e3o de bullying.<\/p>\n<p>Nesse caso, pelo menos 11 em cada cem registros de atos de viol\u00eancia f\u00edsica ou psicol\u00f3gica praticados por meninas em escolas poderiam ser evitados se transtornos externalizantes fossem prevenidos ou tratados. J\u00e1 para o sexo masculino, as fobias e a depress\u00e3o implicaram maiores \u00edndices de abandono escolar.<\/p>\n<p>`Em termos epidemiol\u00f3gicos, geralmente os meninos t\u00eam mais transtornos externalizantes, chegando a ser o dobro de casos do que em meninas. Mas, no desfecho educacional, vimos que \u00e9 um fator de risco maior para as alunas. Uma das hip\u00f3teses que explicam esse achado \u00e9 o estigma social, j\u00e1 que n\u00e3o \u00e9 esperado das mulheres um comportamento agressivo ou exacerbado. Com isso, elas podem sofrer mais e apresentar pior desempenho escolar. O mesmo vale para a depress\u00e3o no caso de meninos. H\u00e1 uma cobran\u00e7a da sociedade de que eles n\u00e3o chorem ou externem sentimentos`, avalia o pesquisador Mauricio Scopel Hoffmann, primeiro autor do artigo e professor adjunto do Departamento de Neuropsiquiatria da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).<\/p>\n<p>O trabalho, desenvolvido no p\u00f3s-doutorado de Hoffmann, teve apoio da Fapesp (projetos 14\/50917-0 e 08\/57896-8) e do Newton Fund, por meio do Newton Fellowship obtido pelo professor e pela pesquisadora Sara Evans-Lacko, na Academy of Medical Sciences do Reino Unido, realizado na London School of Economics and Political Sciences entre 2019 e 2020.<\/p>\n<p>Os dados foram obtidos no Estudo Brasileiro de Coorte de Alto Risco para Transtornos Psiqui\u00e1tricos na Inf\u00e2ncia (BHRC), uma grande pesquisa de base comunit\u00e1ria que acompanha crian\u00e7as e jovens desde 2010.<\/p>\n<p>Fazendo a an\u00e1lise das informa\u00e7\u00f5es referentes a 2014, os pesquisadores contextualizaram as descobertas em uma perspectiva populacional, mas j\u00e1 alertando que eram estimativas conservadoras. Conclu\u00edram que, \u00e0 \u00e9poca, pelo menos 591 mil estudantes poderiam estar na s\u00e9rie adequada para sua idade se transtornos psiqui\u00e1tricos fossem detectados preventivamente e tratados. No caso da repet\u00eancia, seria poss\u00edvel evitar que cerca de 196 mil alunos ficassem retidos na mesma s\u00e9rie.<\/p>\n<p>De acordo com Hoffmann, mesmo tendo passado quase sete anos da base de c\u00e1lculo, o quadro obtido na pesquisa pode ser replicado para os dias atuais, fornecendo evid\u00eancias da import\u00e2ncia do tratamento e da preven\u00e7\u00e3o de condi\u00e7\u00f5es psiqui\u00e1tricas para melhores resultados educacionais. Em 2014, o Brasil registrou 49,8 milh\u00f5es de matr\u00edculas em 188,7 mil escolas de educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica (p\u00fablicas e particulares). Em 2020, esses n\u00fameros ca\u00edram para 47,3 milh\u00f5es e 179,5 mil, respectivamente.<\/p>\n<p><strong>ESTUDO LONGITUDINAL<\/strong><\/p>\n<p>Considerado um dos principais acompanhamentos sobre riscos de transtornos mentais em crian\u00e7as e adolescentes j\u00e1 realizados na psiquiatria brasileira, o BHRC, tamb\u00e9m conhecido como Projeto Conex\u00e3o \u2013 Mentes do Futuro, faz parte do Instituto Nacional de Psiquiatria do Desenvolvimento para Crian\u00e7as e Adolescentes (INPD).<\/p>\n<p>Apoiado pela Fapesp e pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico), o INPD tem como coordenador-geral o professor do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (FM-USP) Eur\u00edpedes Constantino Miguel Filho e conta com mais de 80 professores e pesquisadores de 22 universidades.<\/p>\n<p>Para o estudo rec\u00e9m-publicado, os pesquisadores analisaram dados da linha de base (iniciada em 2010) e de acompanhamento durante tr\u00eas anos (at\u00e9 2014) do BHRC, considerando uma etapa de triagem e uma de avalia\u00e7\u00e3o. A pesquisa usou pesos de pontua\u00e7\u00e3o de propens\u00e3o (PSWs, na sigla em ingl\u00eas) para equilibrar os participantes com e sem condi\u00e7\u00f5es psiqui\u00e1tricas para as caracter\u00edsticas basais.<\/p>\n<p>Na triagem, nos dias de matr\u00edcula obrigat\u00f3ria em 2010, pais de alunos de 22 escolas p\u00fablicas de Porto Alegre (RS) e 35 de S\u00e3o Paulo foram convidados a participar. Para a avalia\u00e7\u00e3o completa houve a sele\u00e7\u00e3o de 2.511 fam\u00edlias. Os alunos tinham de 6 a 14 anos.<\/p>\n<p>Os transtornos mentais foram divididos em tr\u00eas grandes grupos: de ang\u00fastia e sofrimento (como transtorno depressivo maior e depressivo n\u00e3o especificado, bipolar, obsessivo-compulsivo e p\u00f3s-traum\u00e1tico); de medos (p\u00e2nico, fobias espec\u00edficas, separa\u00e7\u00e3o e transtorno de ansiedade social) e os transtornos externalizantes (d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o, hiperatividade, conduta de oposi\u00e7\u00e3o e desafio).<\/p>\n<p>O grupo usou a Avalia\u00e7\u00e3o de Comportamento de Desenvolvimento e Bem-estar e calculou as porcentagens de risco atribu\u00edveis \u00e0 popula\u00e7\u00e3o para estimar a propor\u00e7\u00e3o de resultados educacionais adversos ligados a condi\u00e7\u00f5es psiqui\u00e1tricas. As an\u00e1lises foram conduzidas separadamente para homens e mulheres.<\/p>\n<p>`Um dos objetivos foi analisar o quanto dos eventos escolares n\u00e3o desejados poderiam ser evitados se os transtornos mentais fossem tratados e em qual medida. Obtivemos um resultado pr\u00e1tico muito claro, j\u00e1 que desfechos como distor\u00e7\u00e3o idade-s\u00e9rie, repet\u00eancia, desist\u00eancia escolar e perpetua\u00e7\u00e3o de bullying est\u00e3o ligados`, afirma Hoffmann \u00e0 Ag\u00eancia Fapesp.<\/p>\n<p>Segundo ele, al\u00e9m dos impactos negativos na educa\u00e7\u00e3o, principalmente para as mulheres, os problemas da sa\u00fade mental podem limitar no futuro oportunidades socioecon\u00f4micas, aumentando desigualdades de g\u00eanero no mercado de trabalho, por exemplo.<\/p>\n<p>Estimativas apontam que uma a cada quatro pessoas pode desenvolver quadros de transtornos mentais ao longo da vida, estando entre as principais causas de incapacita\u00e7\u00e3o na faixa et\u00e1ria dos 14 aos 50 anos. De acordo com proje\u00e7\u00f5es da OMS (Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade), o custo para a economia mundial com esses casos deve chegar a US$ 6 trilh\u00f5es em 2030.<\/p>\n<p>`Fazer o diagn\u00f3stico correto \u00e9 o primeiro passo. Isso ajudaria a reduzir alguns problemas enfrentados nas escolas. Pol\u00edticas que incentivem a detec\u00e7\u00e3o e interven\u00e7\u00e3o precoce de problemas de sa\u00fade mental na inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia podem ter consequ\u00eancias profundas no n\u00edvel educacional dos cidad\u00e3os`, completa o pesquisador.<\/p>\n<p>O Censo Escolar 2020, do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, apontou que a taxa de distor\u00e7\u00e3o idade-s\u00e9rie alcan\u00e7a 22,7% das matr\u00edculas dos anos finais do ensino fundamental e 26,2% no m\u00e9dio. Al\u00e9m disso, h\u00e1 um aumento dessa taxa a partir do 3\u00ba ano do ensino fundamental, sendo mais alta no s\u00e9timo ano e na primeira s\u00e9rie do ensino m\u00e9dio.<\/p>\n<p>Essa distor\u00e7\u00e3o resulta, entre outros fatores, do total de alunos reprovados ou que abandonam os estudos durante determinado ano letivo. Dificilmente esse processo \u00e9 revers\u00edvel, j\u00e1 que muitas vezes a crian\u00e7a, ao atrasar nos anos iniciais da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, permanece nessa situa\u00e7\u00e3o at\u00e9 a adolesc\u00eancia, ao concluir o ensino m\u00e9dio ou, eventualmente, at\u00e9 uma evas\u00e3o.<\/p>\n<p>Esse quadro explica o fato de o Brasil ter o quarto maior percentual de jovens que repetiram de s\u00e9rie pelo menos uma vez durante a vida escolar entre 79 pa\u00edses analisados em relat\u00f3rio da Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE).<\/p>\n<p>Dos estudantes brasileiros de 15 anos, 34% repetiram a s\u00e9rie ao menos uma vez. O Marrocos tem o pior resultado, com 49,3%, seguido da Col\u00f4mbia (40,8%) e do L\u00edbano (34,5%). O documento, divulgado no ano passado, tem como base indicadores do Programa Internacional de Avalia\u00e7\u00e3o de Estudantes (Pisa, na sigla em ingl\u00eas).<\/p>\n<p>Segundo Hoffmann, que \u00e9 m\u00e9dico, uma parceria entre educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade, refor\u00e7ando a preven\u00e7\u00e3o, seria um dos caminhos para reduzir os efeitos negativos nas escolas. `Um exemplo s\u00e3o os casos de d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o [TDAHs]. Sabemos que somente 20% deles s\u00e3o detectados no Brasil. Se a taxa aumentasse em dez pontos percentuais, para 30%, estimamos que cerca de 8.000 repet\u00eancias poderiam ser evitadas a cada ano.`<\/p>\n<p>Uma das alternativas \u00e9 contar com a ajuda de professores nesse trabalho. Para isso, o grupo de cientistas criou um material psicoeducativo para pais e docentes tratando do tema e mostrando a import\u00e2ncia do papel de media\u00e7\u00e3o para evitar estigmas.<\/p>\n<p><strong>COVID-19<\/strong><\/p>\n<p>Durante a pandemia, o tema da sa\u00fade mental ganhou destaque e novos estudos, principalmente para avaliar os impactos do isolamento social e das aulas a dist\u00e2ncia para crian\u00e7as e jovens. Hoffmann diz que um dos trabalhos dos cientistas agora, liderado pela pesquisadora na \u00e1rea de neuroci\u00eancia e comportamento humano Patr\u00edcia Pinheiro Bado, \u00e9 investigar a rela\u00e7\u00e3o do engajamento em aprendizado online com a sa\u00fade mental dos alunos.<\/p>\n<p>H\u00e1 evid\u00eancias de estudos brit\u00e2nicos publicados recentemente mostrando que, durante a pandemia de Covid-19, jovens, adultos e idosos com transtornos mentais pr\u00e9vios tiveram mais consequ\u00eancias prejudiciais, como a perda de empregos, problemas de sa\u00fade e emocionais.<\/p>\n<p>No Brasil, com as escolas fechadas por causa da Covid-19, o Fundo de Emerg\u00eancia Internacional das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Inf\u00e2ncia (Unicef) estimou que 1,5 milh\u00e3o de crian\u00e7as e adolescentes de 6 a 17 anos n\u00e3o frequentavam as aulas (remota ou presencialmente) em novembro de 2020. Outros 3,7 milh\u00f5es de alunos matriculados deixaram de ter acesso a atividades escolares e n\u00e3o conseguiram continuar aprendendo em casa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pelo menos dez a cada cem meninas que estavam fora da s\u00e9rie escolar adequada para sua idade poderiam ter acompanhado a turma se transtornos mentais, principalmente os externalizantes (como d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o e hiperatividade), fossem prevenidos ou tratados. 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