{"id":1532,"date":"2006-11-16T15:03:00","date_gmt":"2006-11-16T17:03:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2006\/11\/16\/entrega-do-premio-vivaleitura\/"},"modified":"2006-11-16T15:03:00","modified_gmt":"2006-11-16T17:03:00","slug":"entrega-do-premio-vivaleitura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/entrega-do-premio-vivaleitura\/","title":{"rendered":"Entrega do Pr\u00eamio Vivaleitura"},"content":{"rendered":"<p>O projeto de uma professora do interior do Maranh\u00e3o que leva obras de literatura \u00e0s comunidades rurais no lombo de um jegue foi um dos ganhadores do Pr\u00eamio Vivaleitura 2006. Al\u00e9m do Projeto \u2019Jegue-Livro\u2019, de Alto Alegre do Pindar\u00e9 (MA), tamb\u00e9m venceram \u2019Cordel: rimas que encantam\u2019, de S\u00e3o Gon\u00e7alo do Amarante (CE), e \u2019Liberdade pela escrita\u2019, de Porto Alegre, cada um na respectiva categoria: Bibliotecas P\u00fablicas, Privadas e Comunit\u00e1rias; Escolas P\u00fablicas e Privadas; e Pessoas f\u00edsicas, universidades e institui\u00e7\u00f5es. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Os vencedores foram anunciados na noite da \u00faltima segunda-feira (13 de novembro), pelo ministro interino da Cultura, Juca Ferreira, e pelo secret\u00e1rio executivo-adjunto do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, Andr\u00e9 L\u00e1zaro, em solenidade no Memorial Juscelino Kubitschek, em Bras\u00edlia. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O ministro interino da Cultura, Juca Ferreira, entregou a premia\u00e7\u00e3o para \u2019Jegue-Livro\u2019. Os outros dois vencedores receberam os cheques das m\u00e3os do secret\u00e1rio executivo-adjunto do MEC, Andr\u00e9 L\u00e1zaro, representando o ministro Fernando Haddad, e do presidente da Funda\u00e7\u00e3o Santillana, Emiliano Martinez.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O Pr\u00eamio \u00e9 \u201cum reconhecimento importante e necess\u00e1rio a tr\u00eas bel\u00edssimos projetos, mas que, na verdade, deveriam ver multiplicados por pelo menos mil para poder abarcar os mais de tr\u00eas mil trabalhos inscritos este ano\u201c, afirmou o ministro interino da Cultura durante a solenidade. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Os projetos apresentados no Pr\u00eamio Vivaleitura felizmente tentam modificar a realidade brasileira de apenas 1,8 livros lidos per capita\/ano, bem abaixo dos pa\u00edses desenvolvidos, e a da elevada taxa de analfabetismo funcional. \u201cO Brasil revelado pelo Pr\u00eamio Vivaleitura \u00e9 um Brasil que criativamente elabora suas pr\u00f3prias alternativas, seja colocando livros no lombo de um jegue, seja narrando-os no r\u00e1dio, como no interior do Cear\u00e1, ou adentrando os muros de um pres\u00eddio em Porto Alegre\u201c, destacou Juca Ferreira.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O secret\u00e1rio executivo do MinC ressaltou, ainda, que o Estado brasileiro vem olhando com mais aten\u00e7\u00e3o para este importante setor da cultura. Desde 2004, principalmente por meio do MinC e MEC e em articula\u00e7\u00e3o estreita com a sociedade civil, desenvolve-se o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), do qual o Pr\u00eamio Vivaleitura faz parte. O PNLL foi institu\u00eddo como pol\u00edtica de Estado e objetiva assegurar o acesso ao livro e \u00e0 leitura a todos os brasileiros e a formar uma sociedade de leitores.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cPara n\u00f3s, do Minist\u00e9rio da Cultura, a leitura e o livro, assim como a cultura como um todo, precisam ser vistos n\u00e3o apenas em uma s\u00f3 dimens\u00e3o, mas em tr\u00eas: em sua dimens\u00e3o de direito e cidadania, em sua dimens\u00e3o simb\u00f3lica e em sua dimens\u00e3o econ\u00f4mica. Nenhuma delas \u00e9 anterior ou mais importante que outra, mas complementares e sist\u00eamicas, numa vis\u00e3o de conjunto sobre a leitura e o livro\u201c, finaliza. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> <a href=\"http:\/\/www.cultura.gov.br\/noticias\/discursos\/index.php?p=20724&#038;more=1&#038;c=1&#038;pb=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Leia o discurso.<\/a><br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Vencedores\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8211; Projeto Jegue-Livro (categoria Bibliotecas P\u00fablicas, Privadas e Comunit\u00e1rias)<br \/><\/B> \u00a0<br \/> Coordenada por Elza Maria Santos do Nascimento, a a\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada pela prefeitura desde 2005. O projeto utiliza jegues para carregar exemplares do acervo da Casa do Professor e coloc\u00e1-los \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o de moradores de cinco povoados de Alto Alegre do Pindar\u00e9, no interior do Maranh\u00e3o.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A id\u00e9ia surgiu dentro do Programa Escola que Vale, parceria do munic\u00edpio com a Funda\u00e7\u00e3o Vale do Rio Doce e com o Centro de Educa\u00e7\u00e3o e Documenta\u00e7\u00e3o para A\u00e7\u00e3o Comunit\u00e1ria (Cedac). Elza Maria pretende levar o projeto a outras comunidades onde o livro ainda n\u00e3o faz parte do dia-a-dia das pessoas. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> &#8211; Cordel: rimas que encantam (categoria: Escolas P\u00fablicas e Privadas)\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> Francisca das Chagas Menezes Sousa \u00e9 professora da 8\u00aa s\u00e9rie de uma escola rural em S\u00e3o Gon\u00e7alo do Amarante, no interior do Cear\u00e1. Como sabia do gosto de seus alunos pela embolada &#8211; que s\u00e3o textos declamados rapidamente sobre notas repetidas -, ela resolveu fazer uma experi\u00eancia com o cordel. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Em suas aulas, o cordel virou refer\u00eancia para trabalhos de leitura e escrita, propiciando aos alunos uma diversidade de situa\u00e7\u00f5es did\u00e1ticas: atuam como protagonistas e n\u00e3o apenas como executores de tarefas; aprenderam a ler em voz alta; tomaram contato com a hist\u00f3ria de seus antepassados; mergulharam a fundo nas tradi\u00e7\u00f5es do lugar em que vivem; aprenderam a trabalhar com as rimas e a m\u00e9trica. Os alunos tamb\u00e9m acabaram inventando o Cordel Ambulante, em que se deslocam pela comunidade para ler literatura de cordel para os moradores.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> &#8211; Liberdade pela escrita (categoria: Pessoas F\u00edsicas, Universidades e Institui\u00e7\u00f5es)\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> Neiva Maria Tebaldi Gomes realiza, no Pres\u00eddio Feminino Madre Pelletier, em Porto Alegre, o seu projeto, que consiste em promover encontros semanais de aproximadamente duas horas, nos quais se l\u00eaem diferentes g\u00eaneros de textos, sobretudo os de car\u00e1ter liter\u00e1rio. Com a inicitiva, busca-se amenizar a vida reclusa das presidi\u00e1rias e tamb\u00e9m estreitar seus v\u00ednculos com os filhos com base no est\u00edmulo ao h\u00e1bito de ler e contar hist\u00f3rias. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u2019Liberdade pela escrita\u2019 faz parte do programa de extens\u00e3o universit\u00e1ria de uma institui\u00e7\u00e3o privada ga\u00facha, a UniRitter. Realizado h\u00e1 doze anos, a cada ano o projeto \u00e9 desenvolvido numa ala do pres\u00eddio.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> \u00caxito\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> Em sua primeira edi\u00e7\u00e3o, o Vivaleitura recebeu 3.031 projetos de todo o pa\u00eds. A categoria bibliotecas recebeu 161 trabalhos; escolas, 1.351; e pessoas e institui\u00e7\u00f5es, 1.519. O comit\u00ea VivaLeitura, composto por promotores do evento e parceiros, selecionou 15 finalistas, cinco por categoria, e, por fim, elegeu um de cada categoria para receber R$ 25 mil cada um. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O Pr\u00eamio Vivaleitura foi dotado com R$ 75 mil para ser dividido em tr\u00eas categorias (institui\u00e7\u00f5es, bibliotecas e pessoas privadas). Tem como prop\u00f3sito democratizar o acesso \u00e0 leitura de crian\u00e7as, jovens e adultos; fomentar a leitura e a forma\u00e7\u00e3o do cidad\u00e3o; valorizar o livro e a leitura; e apoiar a cria\u00e7\u00e3o e a produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1rias. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A iniciativa \u00e9 dos Minist\u00e9rios da Cultura (MinC) e da Educa\u00e7\u00e3o (MEC), al\u00e9m da Organiza\u00e7\u00e3o dos Estados Ibero-americanos para a Educa\u00e7\u00e3o, a Ci\u00eancia e a Cultura (OIE), e conta com o patroc\u00ednio da Funda\u00e7\u00e3o Santillana, da Espanha.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Leia mais no site: <a href=\"http:\/\/www.premiovivaleitura.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.premiovivaleitura.com.br<\/a>.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Nordestinas e ga\u00fachas vencem pr\u00eamio sobre leitura\u00a0<br \/><\/B> Portal do MEC &#8211; Ionice Lorenzoni\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> S\u00e3o do Cear\u00e1, Maranh\u00e3o e Rio Grande do Sul as vencedoras do Pr\u00eamio VivaLeitura que, em sua primeira edi\u00e7\u00e3o, teve 3.031 concorrentes. O an\u00fancio foi feito na noite da segunda-feira, 13, em Bras\u00edlia, pelos minist\u00e9rios da Educa\u00e7\u00e3o e da Cultura e pela Organiza\u00e7\u00e3o dos Estados Ibero-Americanos para a Educa\u00e7\u00e3o, a Ci\u00eancia e a Cultura (OEI). O pr\u00eamio, de R$ 25 mil a cada uma, teve patroc\u00ednio da Funda\u00e7\u00e3o Santillana, da Espanha.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A professora Francisca das Chagas Menezes Sousa, de S\u00e3o Gon\u00e7alo do Amarante (CE), vencedora na categoria Escolas, escolheu a forma po\u00e9tica do cordel, uma express\u00e3o oral, para iniciar seus alunos da 8\u00aa s\u00e9rie do ensino fundamental no mundo da leitura e escrita. Estudando a literatura de cordel, eles aprenderam a trabalhar com rimas e m\u00e9trica. Ao aceitar o desafio, diz, os alunos se tornaram protagonistas do aprendizado e n\u00e3o s\u00f3 executores de tarefas. O gosto da turma pelo cordel foi t\u00e3o grande que eles organizaram uma \u201cnoitada cordelista\u201d na escola e criaram o Cordel Ambulante, que se desloca pela comunidade rural do Amarante e l\u00ea cordel para os moradores.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Para o secret\u00e1rio executivo adjunto do MEC, Andr\u00e9 L\u00e1zaro, que representou o ministro Fernando Haddad na entrega do pr\u00eamio, o esfor\u00e7o dos professores e de pessoas da comunidade que se inscreveram mostra o potencial do povo brasileiro para vencer desafios. L\u00e1zaro disse que governo nenhum ser\u00e1 capaz de, sozinho, levar educa\u00e7\u00e3o de qualidade a todos os brasileiros, mas que isso \u00e9 poss\u00edvel com envolvimento da sociedade.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Alternativa<\/B> \u2013 J\u00e1 o ministro interino da Cultura, Juca Ferreira, disse que o Brasil s\u00f3 tem duas mil livrarias e que os \u00edndices de leitura registrados no Pa\u00eds s\u00e3o inferiores aos da Europa Central e N\u00f3rdica na \u00faltima d\u00e9cada do s\u00e9culo 19. Para vencer o problema, afirma, o Brasil precisa elaborar sua alternativa de leitura. O Pr\u00eamio VivaLeitura e o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), lan\u00e7ado em agosto passado, come\u00e7am a abrir caminho, disse.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Neiva Maria Tebaldi Gomes, professora em Porto Alegre, escolheu o pres\u00eddio feminino Madre Pelletier para desenvolver pr\u00e1ticas de leitura. H\u00e1 12 anos, ela conduz o projeto Liberdade pela Escrita, com rodas semanais de leitura com as detentas. Como o Madre Pelletier \u00e9 o \u00fanico pres\u00eddio com creche (as crian\u00e7as podem ficar com as m\u00e3es at\u00e9 os tr\u00eas anos de idade), a leitura cria chances de reflex\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o de valores humanos, al\u00e9m de aproxim\u00e1-las dos filhos. Neiva venceu na categoria Pessoas.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O projeto Jegue-Livro, desenvolvido em Alto Alegre do Pindar\u00e9 (MA), \u00e9 produto do talento da formadora de professores Alda Beraldo e do empenho da professora Elza Maria Santos do Nascimento. Em 2005, elas criaram o Jegue-Livro, que leva obras de literatura \u00e0s localidades rurais do Pindar\u00e9. O sucesso da empreitada \u00e9 grande, diz Elza, porque tem apoio da comunidade, ao emprestar os jegues, e das escolas e alunos, ao assumirem a tarefa de ler para as comunidades. Elza recebeu o pr\u00eamio na categoria Bibliotecas. \u00a0<br \/> \u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O projeto de uma professora do interior do Maranh\u00e3o que leva obras de literatura \u00e0s comunidades rurais no lombo de um jegue foi um dos ganhadores do Pr\u00eamio Vivaleitura 2006. 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