{"id":15162,"date":"2021-10-21T15:07:59","date_gmt":"2021-10-21T18:07:59","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/?p=15162"},"modified":"2021-10-21T15:07:59","modified_gmt":"2021-10-21T18:07:59","slug":"global-50-duas-brasileiras-se-mantem-entre-as-maiores-editoras-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/global-50-duas-brasileiras-se-mantem-entre-as-maiores-editoras-do-mundo\/","title":{"rendered":"Global 50: Duas brasileiras se mant\u00eam entre as maiores editoras do mundo"},"content":{"rendered":"<p>Somos e FTD est\u00e3o entre as maiores empresas editoriais do mundo, ocupando as posi\u00e7\u00f5es de n\u00famero 47 e 55, respectivamente. A RELX Group (Reed Elsevier) lidera o ranking, sendo seguida pela Tomsons Reuters e Berstelsmann.<!--more--><br \/>\nTodos os anos, o consultor austr\u00edaco Ruediger Wischenbart, em parceria com os principais ve\u00edculos da cobertura da ind\u00fastria editorial mundo afora, lan\u00e7a o Global 50 &#8211; The ranking of the publishing industy, estudo que apresenta dados e an\u00e1lises fundamentais sobre as maiores empresas editoriais do mundo.<\/p>\n<p>Pela metodologia, o estudo mapeia as 55 editoras que tiveram faturamento superior a 150 milh\u00f5es de euros no ano anterior, analisa as tend\u00eancias da ind\u00fastria e apresenta perfis detalhados das empresas resumindo seu recente hist\u00f3rico. A pesquisa desse ano, cont\u00e9m os resultados do ano fiscal de 2020.<\/p>\n<p>Mais uma vez, a RELX Group (Reed Elsevier) lidera o ranking com faturamento de 4,7 bilh\u00f5es de euros. A Thomson Reuters aparece em segundo lugar com um faturamento de 4,17 bilh\u00f5es e a Bertelsmann em terceiro, com 4,1 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>O estudo destaca ainda algumas mudan\u00e7as na lista entre as dez primeiras empresas colocadas. A Bertelsmann &#8211; dona da Penguin Random House e que est\u00e1 no processo de adquirir a Simon &amp; Schuster \u2013 subiu da 4\u00aa para a 3\u00aa posi\u00e7\u00e3o. A British Person, editora educacional, ficou com a 4\u00aa posi\u00e7\u00e3o e a chinesa Phoenix subiu para o nono lugar. Em 2019 ela estava na posi\u00e7\u00e3o de numero 11.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, duas editoras brasileiras continuam na lista. A Somos Educa\u00e7\u00e3o (parte da Cogna Educa\u00e7\u00e3o), aparece na 47\u00aa posi\u00e7\u00e3o, com faturamento de 236 milh\u00f5es de euros e a FTD, no 55\u00ba lugar, com faturamento de 139 milh\u00f5es em 2020.<\/p>\n<p>O estudo tem ainda um espa\u00e7o reservado para falar sobre a Cogna Educa\u00e7\u00e3o. Em 2018, a companhia &#8211; at\u00e9 ent\u00e3o conhecida como Kroton Educa\u00e7\u00e3o \u2013 assumiu o controle da Somos Educa\u00e7\u00e3o e \u00e9 hoje, a maior empresa privada de educa\u00e7\u00e3o do Brasil. J\u00e1 sobre a FTD, o estudo destaca o investimento da empresa em solu\u00e7\u00f5es de aprendizagem digital.<\/p>\n<p><strong>Competi\u00e7\u00e3o e consolida\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O Global 50 destaca ainda que as mudan\u00e7as globais e novas alian\u00e7as, est\u00e3o al\u00e9m do n\u00facleo da ind\u00fastria do livro. A reestrutura\u00e7\u00e3o atual inclui v\u00e1rias linhas de a\u00e7\u00e3o: as fus\u00f5es e aquisi\u00e7\u00f5es que \u2013 segundo o estudo \u2013 n\u00e3o est\u00e3o limitadas somente aos grandes l\u00edderes globais; as fus\u00f5es tamb\u00e9m nos grupos de publica\u00e7\u00f5es educacionais e no setor de distribui\u00e7\u00e3o; e ainda o reposicionamento e globaliza\u00e7\u00e3o de novos participantes, como plataformas de autopublica\u00e7\u00e3o e crossmedia.<\/p>\n<p>O estudo completo, feito em parceria com o Bookdao (China), buchreport (Alemanha), Livres Hebdo (Fran\u00e7a) e Publishers Weekly (EUA), pode ser baixado <a href=\"https:\/\/www.wischenbart.com\/booklab\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">clicando aqui.<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Somos e FTD est\u00e3o entre as maiores empresas editoriais do mundo, ocupando as posi\u00e7\u00f5es de n\u00famero 47 e 55, respectivamente. 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