{"id":1492,"date":"2006-06-27T15:34:00","date_gmt":"2006-06-27T18:34:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2006\/06\/27\/qualidade-de-ensino-continua-ruim-na-america-latina\/"},"modified":"2006-06-27T15:34:00","modified_gmt":"2006-06-27T18:34:00","slug":"qualidade-de-ensino-continua-ruim-na-america-latina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/qualidade-de-ensino-continua-ruim-na-america-latina\/","title":{"rendered":"Qualidade de ensino continua ruim na Am\u00e9rica Latina"},"content":{"rendered":"<p>A Am\u00e9rica Latina aumentou suficientemente o n\u00famero de crian\u00e7as e jovens nas escolas nos \u00faltimos anos, mas a qualidade do ensino continua ruim. Esse \u00e9 o resultado do relat\u00f3rio 2006 do Programa de Promo\u00e7\u00e3o da Reforma Educativa na Am\u00e9rica Latina e Caribe (Preal), Quantidade sem Qualidade. O documento foi divulgado em Salvador, na confer\u00eancia A\u00e7\u00f5es de Responsabilidade Social em Educa\u00e7\u00e3o, promovida pela Funda\u00e7\u00e3o Lemann. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Os dados mostram que a regi\u00e3o se sai mal na compara\u00e7\u00e3o de desempenho em avalia\u00e7\u00f5es at\u00e9 com pa\u00edses da Europa Oriental, que t\u00eam renda semelhante. O sistema educacional latino faz surgir tamb\u00e9m os piores entre os piores: estudantes de baixa renda. As diferen\u00e7as entre notas em exames internacionais de alunos ricos e pobres chega a 91 pontos na Argentina e 67 no Brasil. A m\u00e9dia dos pa\u00edses membros da Organiza\u00e7\u00e3o para Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE) \u00e9 de 34. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> No Jap\u00e3o, s\u00e3o 6 pontos de diferen\u00e7a. \u201cSem eq\u00fcidade n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel haver qualidade\u201c, diz o educador e coordenador da Funda\u00e7\u00e3o Ford, Jorge Bal\u00e1n. Para ele, os pa\u00edses s\u00f3 v\u00e3o se desenvolver se escolas ruins tamb\u00e9m melhorarem. \u201c\u00c9 preciso investir na forma\u00e7\u00e3o de professores e em avalia\u00e7\u00e3o permanente\u201c, completa o secret\u00e1rio geral da C\u00fapula Ibero Americana, Enrique Iglesias. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O relat\u00f3rio dividiu a educa\u00e7\u00e3o em \u00e1reas essenciais para a qualidade e deu notas gerais para a Am\u00e9rica Latina. S\u00f3 o n\u00famero de matr\u00edculas recebeu uma nota B, considerada boa. A regi\u00e3o aumentou de 91% para 95%, entre 1995 e 2003, o total de crian\u00e7as cursando o ensino fundamental, porcentual acima da m\u00e9dia mundial. As outras \u00e1reas &#8211; entre elas, resultado em provas, investimento de recursos e eq\u00fcidade &#8211; tiveram apenas notas C (satisfat\u00f3ria) e D (ruim). \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Para o diretor do Preal, Jeffrey Puryear, o Brasil est\u00e1 numa posi\u00e7\u00e3o mediana com rela\u00e7\u00e3o aos vizinhos. \u201cAlgumas coisas no Pa\u00eds est\u00e3o mudando, mas ainda h\u00e1 excesso de investimento no ensino superior e pouco no ensino b\u00e1sico\u201c, diz. O relat\u00f3rio foi apresentado na confer\u00eancia pelo ex-ministro Paulo Renato Souza, respons\u00e1vel pela educa\u00e7\u00e3o brasileira em grande parte do per\u00edodo estudado. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Segundo ele, \u00e9 preciso melhorar a qualidade do ensino, estabelecendo padr\u00f5es claros de aprendizagem. Mas, de acordo com o ex-ministro, essa constata\u00e7\u00e3o s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel porque hoje h\u00e1 medidores nacionais e internacionais de desempenho dos alunos, como o exame Pisa, feito pela OCDE, que n\u00e3o existiam h\u00e1 cerca de 15 anos. \u201cHoje medimos muito bem nossos p\u00e9ssimos resultados, temos muita confian\u00e7a de que nossa educa\u00e7\u00e3o \u00e9 ruim\u201c, diz o educador Claudio Moura e Castro. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Recursos &#8211; O documento do Preal tamb\u00e9m analisou o investimento em d\u00f3lares feito pelos pa\u00edses na educa\u00e7\u00e3o. Os gastos por aluno do ensino fundamental na Am\u00e9rica Latina s\u00e3o inferiores ao dos membros da OCDE, que \u00e9 de US$ 4.800 por ano. No Brasil, o valor \u00e9 de pouco mais de US$ 500. O Chile tem o investimento mais alto da regi\u00e3o, com US$ 1.400 por aluno, e a Nicar\u00e1gua, o mais baixo, com US$ 190. A disparidade quanto aos investimentos em alunos do ensino fundamental e do superior, como disse o diretor do Preal, tamb\u00e9m assusta. A regi\u00e3o gasta em m\u00e9dia tr\u00eas vezes mais com estudantes de universidades do que das escolas p\u00fablicas. O Brasil tem uma das propor\u00e7\u00f5es mais altas: cinco vezes mais. \u201cN\u00e3o d\u00e1 para tirar dinheiro de nossas excelentes universidades p\u00fablicas, mas \u00e9 preciso ter mais para o ensino b\u00e1sico\u201c, diz a secret\u00e1ria de Ci\u00eancia e Tecnologia do Estado de S\u00e3o Paulo, Maria Helena Guimar\u00e3es de Castro. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A conclus\u00e3o, principalmente do ensino m\u00e9dio, tamb\u00e9m \u00e9 um problema da Am\u00e9rica Latina. A m\u00e9dia \u00e9 de 60% dos jovens terminando a escola na regi\u00e3o. A Argentina, o Paraguai e o M\u00e9xico t\u00eam \u00edndices piores do que Mal\u00e1sia ou Tail\u00e2ndia, com PIB per capita semelhante. A Funda\u00e7\u00e3o Lemann tamb\u00e9m divulgou um estudo sobre a evas\u00e3o escolar dos latinos. Segundo os c\u00e1lculos feitos pela entidade, a cada 28 segundos uma crian\u00e7a ou jovem deixa a escola na regi\u00e3o. Durante a confer\u00eancia, que come\u00e7ou na quinta-feira e terminou no s\u00e1bado, cerca de 5.500 alunos desistiram de estudar. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/>  \u00a0<br \/> Pesquisador critica \u00b4demora\u00b4 na aprova\u00e7\u00e3o do Fundeb pelo Senado \u00a0<br \/> Portal \u00daltimo Segundo\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A cria\u00e7\u00e3o do Fundo de Manuten\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento de Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica (Fundeb) \u00e9 talvez a medida que mais vai afetar o cidad\u00e3o brasileiro e a sociedade precisa estar alerta para isto. A avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 do professor da Faculdade Educa\u00e7\u00e3o da Universidade de Bras\u00edlia, Erasto Fortes Mendon\u00e7a. Em entrevista ao programa Not\u00edcias da Manh\u00e3, da R\u00e1dio Nacional, ele criticou a demora do Senado em aprovar a emenda constitucional de implanta\u00e7\u00e3o do Fundo. A emenda est\u00e1 na pauta de vota\u00e7\u00f5es dos senadores para esta semana. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Mendon\u00e7a explicou que o Fundeb vai substituir o Fundef, em pr\u00e1tica h\u00e1 dez anos desde a aprova\u00e7\u00e3o de emenda \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o, mas que ter\u00e1 o prazo de vig\u00eancia encerrado no pr\u00f3ximo ano. \u201cO que o governo federal fez, foi tomar a iniciativa, induzido pelo Plano Nacional e Educa\u00e7\u00e3o, de apresentar ao Congresso uma emenda \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o que substitui o Fundef pelo Fundeb, que pretende financiar toda a educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica no pa\u00eds\u201c, disse o pesquisador da UnB. Segundo ele, a educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica \u00e9 constitu\u00edda por tr\u00eas n\u00edveis: a infantil para crian\u00e7as at\u00e9 cinco anos, o ensino fundamental de nove anos e o ensino m\u00e9dio de tr\u00eas anos. Apesar disso, no Brasil, apenas o ensino fundamental de nove anos \u00e9 considerado obrigat\u00f3rio e, portanto, uma a\u00e7\u00e3o do estado de oferecer, a todos, as matr\u00edculas para crian\u00e7as, jovens e adultos, independente das idades. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cTodos t\u00eam o direito a bater \u00e0 porta de uma escola p\u00fablica e exigir uma vaga no ensino fundamental de nove anos, no entanto, a educa\u00e7\u00e3o infantil para crian\u00e7as at\u00e9 cinco anos e o ensino m\u00e9dio para adolescentes de jovens n\u00e3o \u00e9 considerado obrigat\u00f3rio pela legisla\u00e7\u00e3o brasileira, por isso, a implanta\u00e7\u00e3o de um fundo que financie toda a educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica incluindo a educa\u00e7\u00e3o infantil e o ensino m\u00e9dio \u00e9 da maior import\u00e2ncia para o Brasil.\u201c Na avalia\u00e7\u00e3o do professor, caso o Fundeb seja logo aprovado, o governo federal ter\u00e1 a obriga\u00e7\u00e3o de injetar recursos nesta \u00e1rea, o que permitir\u00e1 que o fundo tenha o equivalente a R$ 2 bilh\u00f5es no primeiro ano de vig\u00eancia, e v\u00e1 aumentando at\u00e9 o quinto ano, quando cerca de 10% do total do fundo ser\u00e1 de compet\u00eancia da Uni\u00e3o, atingindo a R$ 5 bilh\u00f5es. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cImaginemos o que \u00e9 termos em 2007, mais de R$ 2 bilh\u00f5es para que nossas crian\u00e7as e jovens e adultos possam ter direito aquilo que a Constitui\u00e7\u00e3o determina que seja uma obriga\u00e7\u00e3o do Estado. Ent\u00e3o \u00e9 da maior import\u00e2ncia que isso aconte\u00e7a. Queria refletir na responsabilidade dos parlamentares, n\u00f3s votamos em parlamentares seja em deputados ou senadores para que eles fa\u00e7am aquilo que o povo necessita. \u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Am\u00e9rica Latina aumentou suficientemente o n\u00famero de crian\u00e7as e jovens nas escolas nos \u00faltimos anos, mas a qualidade do ensino continua ruim. Esse \u00e9 o resultado do relat\u00f3rio 2006 do Programa de Promo\u00e7\u00e3o da Reforma Educativa na Am\u00e9rica Latina e Caribe (Preal), Quantidade sem Qualidade. 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