{"id":1488,"date":"2006-07-03T11:39:00","date_gmt":"2006-07-03T14:39:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2006\/07\/03\/avaliacao-aponta-qualidade-baixa-do-ensino-fundamental\/"},"modified":"2006-07-03T11:39:00","modified_gmt":"2006-07-03T14:39:00","slug":"avaliacao-aponta-qualidade-baixa-do-ensino-fundamental","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/avaliacao-aponta-qualidade-baixa-do-ensino-fundamental\/","title":{"rendered":"Avalia\u00e7\u00e3o aponta qualidade baixa do ensino fundamental"},"content":{"rendered":"<p>Uma avalia\u00e7\u00e3o in\u00e9dita do ensino fundamental brasileiro apontou uma ligeira melhora no n\u00edvel dos estudantes de 4\u00aa s\u00e9rie em l\u00edngua portuguesa e matem\u00e1tica. Mesmo assim, os n\u00fameros divulgados ontem pelo MEC (Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o) comprovam que o pa\u00eds est\u00e1 longe de atingir padr\u00f5es de qualidade. A pontua\u00e7\u00e3o alcan\u00e7ada pelas escolas que participaram da avalia\u00e7\u00e3o, denominada Prova Brasil, n\u00e3o foi considerada \u201cadequada\u201c em nenhum dos itens avaliados, conforme escalas j\u00e1 usadas pelo MEC. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Os testes foram feitos com 3.306.317 estudantes de 4\u00aa e 8\u00aa s\u00e9ries. O levantamento constatou, por exemplo, que, em m\u00e9dia, os alunos de 4\u00aa s\u00e9rie se atrapalham ao interpretar textos longos ou com informa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e n\u00e3o conseguem ler horas em rel\u00f3gios de ponteiros. Tamb\u00e9m n\u00e3o conseguem fazer opera\u00e7\u00f5es de multiplica\u00e7\u00e3o com n\u00fameros de dois algarismos. No caso da 8\u00aa s\u00e9rie, n\u00e3o entendem a inten\u00e7\u00e3o do autor em hist\u00f3rias em quadrinhos nem identificam a tese de textos argumentativos com linguagem informal. Tamb\u00e9m n\u00e3o conseguem resolver problemas matem\u00e1ticos em que \u00e9 preciso fazer c\u00e1lculo de convers\u00e3o de medidas, como de tempo, de comprimento ou de capacidade. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Cinq\u00fcenta pontos separam o desempenho dos alunos de 4\u00aa e 8\u00aa s\u00e9rie. \u00c9 como se, hoje, os alunos de 8\u00aa s\u00e9rie tivessem conhecimentos dos de 4\u00aa s\u00e9rie, se comparados com \u00edndices internacionais. Em S\u00e3o Paulo, os estudantes da 4\u00aa s\u00e9rie apresentaram melhora nas avalia\u00e7\u00f5es tanto de portugu\u00eas quanto de matem\u00e1tica, se comparados com os resultados do Saeb (Sistema Nacional de Avalia\u00e7\u00e3o da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica), aplicado em 2003. Mas na 8\u00aa s\u00e9rie os \u00edndices apresentaram ligeira queda, de menos de tr\u00eas pontos, em m\u00e9dia. Participam do Saeb escolas privadas, urbanas e rurais de todo o pa\u00eds. J\u00e1 no Prova Brasil a avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 feita por escolas p\u00fablicas urbanas com mais de 30 alunos.\u00a0<br \/>  \u00a0<br \/>  \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> \u201cO Brasil investe pouco em educa\u00e7\u00e3o\u201c \u00a0<br \/><\/B> Gazeta do Povo (PR) &#8211; Denise Drechsel\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><em> Estudioso diz que o pa\u00eds precisa dar ao ensino a mesma import\u00e2ncia destinada \u00e0s metas econ\u00f4micas \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/em> O Brasil acordou tarde para o seu problema educacional e deve investir para reverter esse quadro. Apostou em \u201cquantidade\u201c nos \u00faltimos anos, mas agora tem de se ater \u00e0 \u201cqualidade\u201c. A vis\u00e3o \u00e9 do especialista em educa\u00e7\u00e3o da Unesco, C\u00e9lio da Cunha, para quem o pa\u00eds precisa reservar pelo menos 7% do Produto Interno Bruto (PIB) para o setor, contra os 4,2% registrados em 2005. Dar \u00e0 educa\u00e7\u00e3o a mesma import\u00e2ncia destinada \u00e0s metas econ\u00f4micas. Para Cunha, se o Brasil n\u00e3o colocar a m\u00e3o no bolso e melhorar a fiscaliza\u00e7\u00e3o das verbas da educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o conseguir\u00e1 crescer e superar os desafios da globaliza\u00e7\u00e3o. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Gazeta do Povo \u2013 Qual \u00e9 a origem dos problemas educacionais no Brasil? \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> C\u00e9lio da Cunha <\/B>\u2013 O Brasil se omitiu em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica no passado. No s\u00e9culo 19, v\u00e1rios pa\u00edses no mundo incrementaram seus investimentos na setor sob o impulso dos ideais da Revolu\u00e7\u00e3o Francesa. No s\u00e9culo 20, na Am\u00e9rica Latina, v\u00e1rios pa\u00edses estruturaram sistemas p\u00fablicos de educa\u00e7\u00e3o, como Argentina, Uruguai e Chile. O Brasil ficou fora disso. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Por qu\u00ea? \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> <\/B>&#8211; O Brasil, diferentemente de outras na\u00e7\u00f5es, n\u00e3o teve elites esclarecidas. Teve vozes isoladas, como Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio e Gon\u00e7alves Dias \u2013 este \u00faltimo, em seus relat\u00f3rios sobre as prov\u00edncias, reclama do abandono das escolas \u2013, muitas den\u00fancias, mas n\u00e3o teve elite disposta a resolver o problema. O que os outros pa\u00edses tiveram, como nos Estados Unidos, com um George Washington, que em seu primeiro discurso como presidente falou sobre educa\u00e7\u00e3o, o Brasil n\u00e3o teve, ficou aqu\u00e9m, com antielites. E as elites s\u00e3o necess\u00e1rias nos momentos fundamentais quando a na\u00e7\u00e3o joga com o seu destino. Tivemos uma segunda chance com a Rep\u00fablica, mas nem a\u00ed houve um projeto republicano de educa\u00e7\u00e3o. Um texto de Euclides da Cunha, durante a aboli\u00e7\u00e3o da escravatura, sugere que, ao inv\u00e9s de tantas comemora\u00e7\u00f5es, o pa\u00eds gastasse o dinheiro para abrir escolas para os libertos. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> E nos \u00faltimos anos? \u00a0<br \/><\/B> \u00a0<br \/> &#8211; Em fun\u00e7\u00e3o dessa omiss\u00e3o, o pa\u00eds acumula um d\u00e9ficit que chega aos nosso dias. Na d\u00e9cada de 90, com a intensifica\u00e7\u00e3o da globaliza\u00e7\u00e3o, do incremento das formas de educa\u00e7\u00e3o, com o avan\u00e7o da ci\u00eancia e da tecnologia, quando a educa\u00e7\u00e3o come\u00e7a a ser vista como imprescind\u00edvel para o desenvolvimento, come\u00e7ou-se a perceber a perda de tempo. Tanto que nos \u00faltimos governos, principalmente com o impulso de Murilo Hinguel (ministro de Educa\u00e7\u00e3o do governo Itamar Franco) o pa\u00eds teve um grande progresso quantitativo. Com o Fundo de Manuten\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento do Ensino Fundamental (Fundef), criado em 1996, o ensino fundamental se universalizou. Hoje, 97% das crian\u00e7as nessa faixa et\u00e1ria est\u00e3o na escola. Mas isso n\u00e3o \u00e9 suficiente. O avan\u00e7o quantitativo \u00e9 mais f\u00e1cil, mas insuficiente. Estamos hoje diante do desafio qualitativo. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Como assim? \u00a0<br \/><\/B> \u00a0<br \/> &#8211; A Unesco divulgou recentemente dados desafiantes para o Brasil. O n\u00edvel de repet\u00eancia, por exemplo, est\u00e1 perto de m\u00e9dia de alguns pa\u00edses africanos. As defici\u00eancias est\u00e3o em todos os n\u00edveis, na prepara\u00e7\u00e3o dos professores, na infra-estrutura das escolas, no material did\u00e1tico e nos sistemas de ensino. Temos 30 milh\u00f5es de analfabetos funcionais, crian\u00e7as que chegam \u00e0 4.\u00aa s\u00e9rie sem ler e escrever e 2 milh\u00f5es de professores que ganham mal, vendo na profiss\u00e3o um horizonte de frustra\u00e7\u00f5es. E isso s\u00f3 se resolve com dinheiro. E o pa\u00eds ainda continua a investir pouco em educa\u00e7\u00e3o para corrigir essa falha diante dos desafios do progresso, \u00e0 velocidade do mundo contempor\u00e2neo. Quando se compara o Brasil com investimentos de outros pa\u00edses se v\u00ea que a educa\u00e7\u00e3o ainda n\u00e3o \u00e9 prioridade, porque educa\u00e7\u00e3o de qualidade custa dinheiro. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Quanto os outros pa\u00edses t\u00eam investido em educa\u00e7\u00e3o? \u00a0<br \/><\/B> \u00a0<br \/> &#8211; O Brasil investe hoje 4,2% do PIB e h\u00e1 um consenso de que deveria ao menos chegar a 7%. Com um investimento inferior \u00e9 realmente imposs\u00edvel colocar a educa\u00e7\u00e3o brasileira \u00e0 altura do nosso tempo. A Mal\u00e1sia, por exemplo, que cresceu muito no mercado internacional nos \u00faltimos anos, investe 8,1% do PIB em educa\u00e7\u00e3o ao ano, com um sistema j\u00e1 montado, e n\u00e3o deficit\u00e1rio como \u00e9 o brasileiro. Outros pa\u00edses, tamb\u00e9m com estruturas exemplares, possuem investimentos interessantes porque colocam o tema como prioridade; a Dinamarca, 8,6%; Noruega, 7,6% e a Su\u00e9cia, 7,3%. Para falar apenas de alguns. Se o Fundo de Manuten\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica (Fundeb) for aprovado, ser\u00e1 o m\u00ednimo, mas pelo menos um pouco mais de dinheiro para a educa\u00e7\u00e3o. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> O que esperar do pr\u00f3ximo presidente? \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> <\/B>&#8211; Que as metas para a educa\u00e7\u00e3o tenham a mesma import\u00e2ncia de uma meta econ\u00f4mica. Conseguir rearranjos na legisla\u00e7\u00e3o, dividir melhor as fun\u00e7\u00f5es entre governo federal, Estados e munic\u00edpios e criar sistemas de fiscaliza\u00e7\u00e3o que penalizem os culpados por desvios de dinheiro ou n\u00e3o cumprimento de metas. Fazer campanhas de conscientiza\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias. Se o filho repete na escola, os pais n\u00e3o se incomodam muito. Se bate o carro, \u00e9 penalizado: isso mostra que educa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 prioridade na fam\u00edlia. Em resumo, \u00e9 preciso ter uma pol\u00edtica de educa\u00e7\u00e3o legitimada e n\u00e3o de governo, que dure apenas quatro anos.\u00a0<br \/>  \u00a0<br \/> \u00a0<br \/>  \u00a0<br \/><B> Melhora em 2005 desempenho de alunos da quarta s\u00e9rie do ensino fundamental \u00a0<br \/><\/B> Portal \u00daltimo Segundo &#8211; Valtemir Rodrigues\u00a0<br \/>  \u00a0<br \/> O desempenho dos alunos da quarta s\u00e9rie do ensino fundamental em 2005 melhorou em rela\u00e7\u00e3o aos resultados do Sistema de Avalia\u00e7\u00e3o da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica (Saeb) aplicado em 2003. A m\u00e9dia em portugu\u00eas passou de 167 para 172 e em matem\u00e1tica de 174 para 180. Os resultados da primeira edi\u00e7\u00e3o da Prova Brasil foram divulgados hoje (30) pelo ministro da Educa\u00e7\u00e3o, Fernando Haddad. A avalia\u00e7\u00e3o foi criada para medir o desempenho dos alunos de quarta e oitava s\u00e9ries do ensino fundamental. Para os alunos de oitava s\u00e9rie, os resultados de matem\u00e1tica mantiveram-se no mesmo patamar &#8211; 237. Em portugu\u00eas, a m\u00e9dia recuou de 225 para 222. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> A Prova <\/B>&#8211; Brasil avaliou todas as escolas p\u00fablicas estaduais e municipais urbanas do pa\u00eds. As m\u00e9dias obtidas est\u00e3o dentro de uma escala de 125 a 350 para portugu\u00eas e de 174 a 179 para matem\u00e1tica. Submeteram-se aos testes mais de 3 milh\u00f5es de estudantes. O Distrito Federal teve a maior m\u00e9dia &#8211; 190,4 pontos. As piores m\u00e9dias ficaram com os estados de Alagoas e Rio Grande do Norte &#8211; 154,8 e 148,6, respectivamente.\u00a0<br \/>  \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Melhores escolas p\u00fablicas do pa\u00eds est\u00e3o no interior<\/B><br \/> Portal \u00daltimo Segundo\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><em> Prova Brasil, primeira avalia\u00e7\u00e3o universal do MEC, mostra que o ensino continua ruim na 4.\u00aa e na 8.\u00aa s\u00e9rie.\u00a0<br \/><\/em>  \u00a0<br \/> A primeira avalia\u00e7\u00e3o nacional feita em todas as escolas de ensino fundamental do Pa\u00eds mostrou que a melhor educa\u00e7\u00e3o est\u00e1 no interior. Das dez escolas com melhor desempenho na 4.\u00aa s\u00e9rie, apenas uma est\u00e1 em uma capital, no Rio. No Estado de S\u00e3o Paulo, n\u00e3o h\u00e1 nenhuma escola da capital entre as melhores, tanto na 4.\u00aa s\u00e9rie quanto na 8.\u00aa s\u00e9rie. As capitais s\u00f3 entram na lista das escolas de 8.\u00aa s\u00e9rie, e gra\u00e7as a escolas federais. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Os dados s\u00e3o da chamada Prova Brasil, novo exame organizado pelo Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC) e que foi feito em 41 mil das 43 mil escolas de ensino fundamental do Pa\u00eds, com participa\u00e7\u00e3o de 3,3 milh\u00f5es de alunos . At\u00e9 agora, havia apenas exames feitos por amostragem do ensino b\u00e1sico fundamental brasileiro. Os resultados foram apresentados ontem e mostraram que a situa\u00e7\u00e3o das escolas no Pa\u00eds continua ruim. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Apesar de uma melhora na m\u00e9dia das crian\u00e7as de 4.\u00aa s\u00e9rie, as notas indicam que a maior parte delas termina esse ano escolar sabendo pouco mais do que interpretar textos curtos e fazer opera\u00e7\u00f5es simples. As da 8.\u00aa s\u00e9rie conhecem apenas o que seria ideal para um aluno da 4.\u00aa: interpretar textos, fazer rela\u00e7\u00f5es, interpretar gr\u00e1ficos simples, fazer as quatro opera\u00e7\u00f5es. Em portugu\u00eas, na 4.\u00aa s\u00e9rie, 45% das escolas tiveram notas maiores que a m\u00e9dia nacional, de 172,9 pontos. Em matem\u00e1tica, foram 44,4% al\u00e9m da m\u00e9dia de 180 pontos. Na 8.\u00aa s\u00e9rie, em portugu\u00eas, 48% das escolas ficaram acima da m\u00e9dia de 222,6 pontos. Em matem\u00e1tica, foram 46,6% al\u00e9m dos 237,5 pontos nacionais. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O desempenho das melhores escolas do Pa\u00eds, no entanto, fica bem acima do rendimento nacional p\u00edfio. S\u00e3o poucas, mas mostram que, pelo menos em alguns locais, \u00e9 poss\u00edvel esperar que alunos de escolas p\u00fablicas tenham os resultados adequados para as suas s\u00e9ries. Das dez melhores escolas de 4.\u00aa s\u00e9rie do Pa\u00eds, todas tiveram m\u00e9dias, nas duas disciplinas, muito superiores \u00e0s m\u00e9dias nacionais dos alunos de 8.\u00aa s\u00e9rie, que tem quatro anos de escolaridade a mais. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O MEC n\u00e3o tem uma explica\u00e7\u00e3o para a concentra\u00e7\u00e3o de boas escolas no interior do Pa\u00eds. At\u00e9 hoje, o Sistema de Avalia\u00e7\u00e3o de Ensino B\u00e1sico (Saeb), que era feito a cada dois anos, n\u00e3o permitia fazer essa divis\u00e3o porque n\u00e3o havia resultados por escolas. \u201cH\u00e1 menos alunos nas salas de aula e a comunidade participa, os pais opinam, os professores conhecem o aluno pelo nome\u201c, acredita Alexandre Luiz Martins de Freitas, secret\u00e1rio de Educa\u00e7\u00e3o de Mat\u00e3o, no interior de S\u00e3o Paulo, que teve as melhores notas do Estado. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Para o secret\u00e1rio estadual de Educa\u00e7\u00e3o do Rio, Arnaldo Niskier, o motivo da preval\u00eancia do interior \u00e9 outro. \u201cEu sei que essa afirma\u00e7\u00e3o vai me causar problemas, mas eu assumo. Com menos atrativos no interior, os alunos se dedicam mais aos estudos\u201c , diz. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O MEC pretende que, tendo acesso a seus resultados, cada escola se compare com as vizinhas e as tenham como par\u00e2metro para melhorar. A meta nacional, segundo o ministro Fernando Haddad, \u00e9 que o Pa\u00eds melhore cerca de oito pontos na m\u00e9dia das turmas de 4.\u00aa s\u00e9rie a cada ano. \u201cSe quisermos estar entre os pa\u00edses intermedi\u00e1rios nas avalia\u00e7\u00f5es internacionais, com um desempenho satisfat\u00f3rio, temos que cumprir essa meta.\u201c \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> As melhores<\/B> &#8211; Em S\u00e3o Paulo, segundo o MEC, n\u00e3o h\u00e1 notas espec\u00edficas para cada escola estadual porque a Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o paulista n\u00e3o permitiu que todos os alunos fizessem a prova devido ao tamanho da rede. No Rio, a melhor turma de 4.\u00aa s\u00e9rie em portugu\u00eas do Pa\u00eds fica na cidade de Trajano de Morais, regi\u00e3o serrana do Rio. Concursos de reda\u00e7\u00e3o e uma biblioteca, montada pela Secretaria de Estado de Educa\u00e7\u00e3o, s\u00e3o as ferramentas dos professores do Ciep Prof.\u00aa Guiomar Gon\u00e7alves Neves para combater o chamado analfabetismo funcional. \u201cProcuramos incentivar os alunos com concursos de reda\u00e7\u00e3o e damos \u00eanfase \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o paralela, em que as dificuldades dos alunos s\u00e3o identificadas\u201c, diz o diretor Elielton Riguetti. Apenas 1,2% da popula\u00e7\u00e3o da cidade tem mais de 15 anos de estudo, segundo o Censo 2000, mas os professores da escola t\u00eam ensino superior. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Os alunos aprendem matem\u00e1tica com aux\u00edlio do material dourado, blocos de madeira que representam unidades, dezenas e centenas. \u201cA crian\u00e7a trabalha o concreto, ela visualiza a matem\u00e1tica\u201c, explica Riguetti. A escola, que tem 421 alunos de 1.\u00aa a 8.\u00aa s\u00e9rie e curso de forma\u00e7\u00e3o de professores, tamb\u00e9m ficou em segundo lugar em matem\u00e1tica no Prova Brasil. O Col\u00e9gio Estadual Janu\u00e1rio Toledo de Pizza, em S\u00e3o Sebasti\u00e3o do Alto, foi o primeiro colocado em matem\u00e1tica e teve o segundo melhor desempenho em portugu\u00eas. \u201cO segredo \u00e9 o trabalho dos professores\u201c, disse a diretora, Meire Amaral. Os 481 alunos s\u00e3o divididos em turmas de at\u00e9 30 crian\u00e7as. De 1.\u00aa a 4.\u00aa s\u00e9rie, a maior turma tem 19 alunos. Com classes menores, os professores conseguem dar aten\u00e7\u00e3o mais individualizada aos estudantes.\u00a0<br \/>  \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Melhores escolas p\u00fablicas do Brasil est\u00e3o no Rio de Janeiro \u00a0<br \/><\/B> Ag\u00eancia Estado\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><em> Escolas estaduais fluminenses e escolas federais baseadas no RJ dominam o ranking da Prova Btsail, realizada pelo MEC\u00a0<br \/><\/em>  \u00a0<br \/> As melhores classes de 4\u00aa e 8\u00aa s\u00e9rie (ou 5\u00aa e 9\u00aa, nas escolas que adotam o ensino fundamental de nove anos) ficam em cidades do Estado do Rio de Janeiro. \u00c9 o que mostra o resultado da Prova Brasil, iniciativa do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC) que aplicou provas de L\u00edngua Portuguesa e Matem\u00e1tica a 3.306.317 estudantes, em cerca de 160 mil turmas de 41 mil escolas p\u00fablicas, em 5.398 munic\u00edpios. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> No ranking nacional, a melhor turma de 4\u00aa s\u00e9rie em L\u00edngua Portuguesa era, em novembro de 2005 (quando a prova foi aplicada) a do Ciep 279 Professor Guiomar Gon\u00e7alves Neves, no munic\u00edpio fluminense de Trajano de Morais. A segunda melhor turma era a do CE Janu\u00e1rio Toledo Pizza, de S\u00e3o Sebasti\u00e3o do Alto, tamb\u00e9m no Estado do Rio. Na prova de Matem\u00e1tica, as duas escolas continuam no topo do ranking, mas a ordem se inverte: as crian\u00e7as de S\u00e3o Sebasti\u00e3o do Alto aparecem em primeiro e as de Trajano de Morais, em segundo. As duas escolas s\u00e3o estaduais, t\u00eam ensino fundamental de nove anos e 30 alunos na turma de 4\u00aa s\u00e9rie. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> No ranking nacional da 8\u00aa s\u00e9rie, dominam as escolas federais estabelecidas no Estado do Rio. A primeira colocada em L\u00edngua Portuguesa \u00e9 o Col\u00e9gio de Aplica\u00e7\u00e3o da Universidade Federal do Rio de Janeiro. A segunda, a unidade Humait\u00e1 do Col\u00e9gio Pedro II. Quando assunto \u00e9 Matem\u00e1tica, mais uma vez as posi\u00e7\u00f5es dominantes do ranking se invertem. O ensino federal domina os rankings da 8\u00aa s\u00e9rie: entre as cinco melhores, juntamente com as institui\u00e7\u00f5es do Rio, aparecem, tanto em L\u00edngua Portuguesa quanto em Matem\u00e1tica, col\u00e9gios militares de Salvador e Juiz de Fora. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Resultado ruim <\/B>&#8211; Os resultados mostram que a situa\u00e7\u00e3o das escolas no Pa\u00eds continua ruim. Apesar de uma melhora na m\u00e9dia das crian\u00e7as de 4\u00aa s\u00e9rie, as notas indicam que a maior parte delas termina esse ano escolar sabendo pouco mais do que interpretar textos curtos e fazer opera\u00e7\u00f5es simples. As da 8\u00aa s\u00e9rie conhecem apenas o que seria ideal para um aluno da 4\u00aa: interpretar textos, fazer rela\u00e7\u00f5es, interpretar gr\u00e1ficos simples, fazer as quatro opera\u00e7\u00f5es. Em portugu\u00eas, na 4\u00aa s\u00e9rie, 45% das escolas tiveram notas maiores que a m\u00e9dia nacional, de 172,9 pontos. Em matem\u00e1tica, foram 44,4% al\u00e9m da m\u00e9dia de 180 pontos. Na 8\u00aa s\u00e9rie, em portugu\u00eas, 48% das escolas ficaram acima da m\u00e9dia de 222,6 pontos. Em matem\u00e1tica, foram 46,6% al\u00e9m dos 237,5 pontos nacionais. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O desempenho das melhores escolas do Pa\u00eds, no entanto, fica bem acima do rendimento nacional p\u00edfio. S\u00e3o poucas, mas mostram que, pelo menos em alguns locais, \u00e9 poss\u00edvel esperar que alunos de escolas p\u00fablicas tenham os resultados adequados para as suas s\u00e9ries. Das 10 melhores escolas de 4\u00aa s\u00e9rie do Pa\u00eds, todas tiveram m\u00e9dias, nas duas disciplinas, muito superiores \u00e0s m\u00e9dias nacionais dos alunos de 8\u00aa s\u00e9rie, que tem quatro anos de escolaridade a mais. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Sistema de avalia\u00e7\u00e3o <\/B>&#8211; Os resultados da Prova Brasil s\u00e3o apresentados em uma escala num\u00e9rica de desempenho por disciplina. S\u00e3o nove n\u00edveis que explicam o desempenho em L\u00edngua Portuguesa: 125, 150, 175 e assim sucessivamente, at\u00e9 o n\u00edvel 350. Em Matem\u00e1tica, a escala \u00e9 composta por dez n\u00edveis, que v\u00e3o do 125 ao 375. As escalas das duas \u00e1reas variam de 25 em 25 pontos. Os n\u00edveis das escalas s\u00e3o interpretados em termos de compt\u00eancia e habilidade dos estudantes. O desempenho \u00e9 apresentado em ordem crescente e cumulativa. Estudantes posicionados em n\u00edvel mais alto da escala j\u00e1 desenvolveram as compet\u00eancias e habilidades deste n\u00edvel, bem como os dos n\u00edveis anteriores. A descri\u00e7\u00e3o detalhada das compet\u00eancias por n\u00edvel de pontua\u00e7\u00e3o est\u00e1 no website do Inep, onde tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel consultar o desempenho de escolas individuais. Ampliada \u00e0s 20h16, com amis informa\u00e7\u00f5es sobre a m\u00e9dia nacional.\u00a0<br \/>  \u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma avalia\u00e7\u00e3o in\u00e9dita do ensino fundamental brasileiro apontou uma ligeira melhora no n\u00edvel dos estudantes de 4\u00aa s\u00e9rie em l\u00edngua portuguesa e matem\u00e1tica. Mesmo assim, os n\u00fameros divulgados ontem pelo MEC (Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o) comprovam que o pa\u00eds est\u00e1 longe de atingir padr\u00f5es de qualidade. 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