{"id":135,"date":"2002-12-02T16:42:00","date_gmt":"2002-12-02T18:42:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2002\/12\/02\/seminario-pnbe-o-direito-de-ler-literatura\/"},"modified":"2002-12-02T16:42:00","modified_gmt":"2002-12-02T18:42:00","slug":"seminario-pnbe-o-direito-de-ler-literatura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/seminario-pnbe-o-direito-de-ler-literatura\/","title":{"rendered":"Semin\u00e1rio &#8211; PNBE: O direito de Ler Literatura"},"content":{"rendered":"<p>Nos dias 25 e 26 de Novembro de 2002 aconteceu o 4\u00ba Semin\u00e1rio do Sal\u00e3o do Livro para Crian\u00e7as e Jovens, organizado pela FNLIJ, com o tema  \u201cPNBE: O direito de Ler Literatura\u201c\u00a0. A seguir reproduzimos dois textos com reflex\u00f5es de participantes do evento:<br \/> \u00a0<br \/>  \u00a0<br \/> \u00a0<b>I- CBL QUER A CONTINUIDADE DO PNBE<\/b><\/p>\n<p>  O Programa Nacional Biblioteca Escola \u00e9 certamente uma das iniciativas mais positivas e importantes de pol\u00edtica educacional adotada nos \u00faltimos anos, e com alguns aperfei\u00e7oamentos est\u00e1 destinado a ser um dos grandes marcos do desenvolvimento da educa\u00e7\u00e3o brasileira. Esta foi a posi\u00e7\u00e3o defendida pela CBL na mesa-redonda sobre \u201cA Opini\u00e3o dos Editores sobre o PNBE\u201d, realizada dia 26 durante o 4\u00ba Sal\u00e3o do Livro Infantil e Juvenil do Rio de Janeiro. Pela CBL participaram o vice-presidente Jos\u00e9 Henrique Grossi e o diretor de assuntos institucionais, Felipe Lindoso.<\/p>\n<p> Para Grossi, \u201cO PNBE \u00e9 um marco no esfor\u00e7o de fazer com que a escola encare a leitura como instrumento b\u00e1sico de forma\u00e7\u00e3o cidad\u00e3 para nossas crian\u00e7as: \u201cNesse sentido, \u00e9 importante que todas as pessoas ligadas \u00e0 quest\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o, do livro e da leitura em nosso pa\u00eds se manifestem a favor de sua continuidade.\u201d <\/p>\n<p> Por outro lado, o vice-presidente fez quest\u00e3o de ressaltar que o programa tem erros de formata\u00e7\u00e3o s\u00e9rios que precisam ser corrigidos. Alguns s\u00e3o fruto de sua novidade e do car\u00e1ter explorat\u00f3rio que um programa dessa magnitude tem; outros s\u00e3o c\u00f3pias equivocadas de m\u00e9todos aplicados em outros programas de aquisi\u00e7\u00e3o de livros. <\/p>\n<p> O principal problema \u00e9 a elimina\u00e7\u00e3o dos professores na escolha do material que conv\u00e9m ao projeto educacional das escolas. \u201cEssa conquista foi alcan\u00e7ada no programa do livro did\u00e1tico h\u00e1 17 anos e n\u00e3o pode ser abandonada. Pelo contr\u00e1rio, tem que ser aprofundada, apoiada com informa\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o para os professores, avalia\u00e7\u00e3o de livros ofertados, inclus\u00e3o de guias de trabalho com materiais liter\u00e1rios\u201d, comentou Grossi. <\/p>\n<p> Durante a mesa-redonda, foram destacados os avan\u00e7os registrados nos par\u00e2metros curriculares aprovados e difundidos pelo MEC na utiliza\u00e7\u00e3o do livro em sala de aula, n\u00e3o mais restritos aos livros did\u00e1ticos. Outros exemplos positivos citados foram os programas para o Ensino M\u00e9dio, tanto de S\u00e3o Paulo quanto de Goi\u00e1s, que avan\u00e7aram ainda mais e permitiram o uso de obras de refer\u00eancia, ampla sele\u00e7\u00e3o de romances, contos, livros de divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e outros. Nesses programas, a caracter\u00edstica comum foi a ampla participa\u00e7\u00e3o dos professores na escolha dos t\u00edtulos. <\/p>\n<p> Os representantes da CBL lembraram que foi a partir de 1985 com a liberdade de escolha dos professores \u2013 caracter\u00edstica essencial no PNLD \u2013 que as compras de livros feitas pelo Governo Federal sa\u00edram das m\u00e3os de \u201ccomiss\u00f5es de especialistas\u201d e foram transferidas para os mestres. Dessa forma, alguns dos problemas mais s\u00e9rios dos planos de aquisi\u00e7\u00e3o de livros por parte do Governo Federal come\u00e7aram a ser equacionados, particularmente a corrup\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p> Outra quest\u00e3o levantada na discuss\u00e3o foi a sele\u00e7\u00e3o das obras por um processo de restri\u00e7\u00e3o da oferta em nome de uma pretensa centraliza\u00e7\u00e3o, deixando de lado a ampla quantidade de obras oferecidas. De acordo com o Diagn\u00f3stico do Mercado Editorial, nos \u00faltimos dois anos foram publicados 4.574 t\u00edtulos classificados como literatura infantil e 4.073 como literatura juvenil, al\u00e9m de 3.190 paradid\u00e1ticos, todos em primeira edi\u00e7\u00e3o. Considerando reedi\u00e7\u00f5es, o total global para dois anos e meio \u00e9 de 45.152 t\u00edtulos publicados. <\/p>\n<p> Toda essa riqueza de oferta n\u00e3o foi aproveitada pelo PNBE, que selecionou apenas 30 t\u00edtulos em sua primeira vers\u00e3o do \u201cBiblioteca em sua Casa\u201d e mais 40 t\u00edtulos na segunda vers\u00e3o. Ou seja, apenas 0,001% da oferta dispon\u00edvel. <\/p>\n<p> A formata\u00e7\u00e3o e a maneira escolhida para a sele\u00e7\u00e3o das cole\u00e7\u00f5es foram apontadas como motivos para disputas desnecess\u00e1rias entre autores e editores, quando o importante seria fazer um trabalho juntos aos professores para a escolha dos livros pela sua qualidade e adequa\u00e7\u00e3o ao trabalho pedag\u00f3gico desenvolvido nas escolas. <\/p>\n<p> Para completar, a CBL elogiou a iniciativa do PNBE em ampliar o uso de literatura no ensino b\u00e1sico, assim como o esfor\u00e7o de fazer com que as crian\u00e7as levem os livros para casa e fa\u00e7am trocas entre si, utilizando-os de v\u00e1rias formas. Sugere tamb\u00e9m que o cumprimento de prazos e etapas previamente conhecidos, a exemplo do que ocorre com o PNDL, permitiriam a operacionaliza\u00e7\u00e3o correta do programa. <\/p>\n<p> <b>II- Sobre governos e livros  &#8211; Programas milion\u00e1rios de compras para escolas precisam ser revistos <\/b><br \/>  Luiz Antonio Aguiar, Escritor e diretor da AEI-LIJ, JB Id\u00e9ias &#8211; 02\/12<\/p>\n<p>    Neste momento, a maior preocupa\u00e7\u00e3o de todos os segmentos ligados \u00e0 literatura infantil e juvenil \u00e9 como v\u00e3o ser reestruturados os programas de compras oficiais de livros no pr\u00f3ximo governo. N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa. Diferente de outros segmentos do mercado, os livros para crian\u00e7as e jovens, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o de fen\u00f4menos como Harry Potter, para o qual algumas editoras v\u00eam procurando similares, n\u00e3o t\u00eam nas livrarias seu ponto de vendas mais forte. A escola, h\u00e1 d\u00e9cadas, vinha sendo o principal foco do marketing do ramo. No entanto, nos \u00faltimos anos e de modo crescente, o governo vem se tornando o maior cliente das editoras. Se por um lado reconhece-se o grande esfor\u00e7o para tornar a literatura mais acess\u00edvel aos alunos das escolas p\u00fablicas, h\u00e1 cr\u00edticas, principalmente, quanto \u00e0 elabora\u00e7\u00e3o dos programas, que deixaram \u00e0 margem importantes setores envolvidos no processo.  <\/p>\n<p> H\u00e1 muita expectativa de que o novo governo promova uma reformula\u00e7\u00e3o dos programas, a come\u00e7ar por ampliar a participa\u00e7\u00e3o na sua reformata\u00e7\u00e3o. Essa \u00e9 a reivindica\u00e7\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o dos Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil (AEI-LIJ). A AEI-LIJ fala em nome de seus 300 filiados, no pa\u00eds, contando em seus quadros com alguns dos principais e mais premiados escritores e ilustradores brasileiros. Numa carta recente ao presidente eleito, Lu\u00eds In\u00e1cio Lula da Silva, contendo t\u00f3picos de uma reflex\u00e3o sobre o assunto, a Associa\u00e7\u00e3o defende que os atuais programas de compra de livros sejam mantidos, e para tanto o primeiro passo seria uma ampla discuss\u00e3o sobre os processos decis\u00f3rios, formato e crit\u00e9rios de sele\u00e7\u00e3o dos programas, e sobre o perfil da comiss\u00e3o encarregada de escolher os livros a serem inclu\u00eddos.  <\/p>\n<p> Nos dias 25 e 26 de novembro, em meio \u00e0s atividades do 4\u00ba Sal\u00e3o do Livro para Crian\u00e7as e Jovens, promovido pela FNLIJ, foi realizado um Semin\u00e1rio centrado na avalia\u00e7\u00e3o do PNBE (Programa Nacional da Biblioteca Escolar), sem d\u00favida a maior estrela das compras governamentais dos \u00faltimos dois anos. O PNBE, com o programa Literatura Em Minha Casa, distribuiu cerca de 85 milh\u00f5es de livros, organizados em cole\u00e7\u00f5es de 5 volumes, entre os alunos das 4\u00aa s\u00e9ries de escolas p\u00fablicas de todo o pa\u00eds. Nunca um programa t\u00e3o amplo de difus\u00e3o da literatura foi concretizado no Brasil. Mesmo em \u00e2mbito mundial, segundo a FNLIJ, a iniciativa \u00e9 in\u00e9dita. Por isso, como demonstrou o semin\u00e1rio, o apoio ao programa \u00e9 hoje consensual &#8211; mas n\u00e3o irrestrito.  <\/p>\n<p> Enquanto o prop\u00f3sito desse tipo de programa \u00e9 dar a esses garotos e garotas a oportunidade &#8212; via acesso ao livro &#8212; de se tornarem leitores, ou seja, de criarem o gosto pela leitura, e incentiv\u00e1-los a come\u00e7ar a montar uma biblioteca em casa, aparentemente alguns livros foram escolhidos sem levar em conta a necessidade de cativar o garoto e a garota para a leitura e, alguns casos, nem sequer sua capacidade de compreens\u00e3o e acompanhamento do texto. Em meio ao debate da AEI-LIJ, o escritor Pedro Bandeira defende que esse problema seria eliminado se a escolha fosse delegada aos professores de cada escola, mais pr\u00f3ximos das necessidades de seus alunos, com compras diferenciadas localmente. J\u00e1 Leo Cunha, tamb\u00e9m escritor, aponta a necessidade de, entre o professor e o enorme volume de t\u00edtulos dispon\u00edvel, serem elaboradas listas de pr\u00e9-sele\u00e7\u00e3o, \u00b4\u00b4honestas, abrangentes e equilibradas, em termos de autores, editoras, temas, regi\u00f5es, estilos, g\u00eaneros\u00b4\u00b4. Outros autores levantaram ainda a necessidade de programas que contemplem a liberdade de escolha do pr\u00f3prio leitor, a crian\u00e7a e o jovem, diretamente, sem intermedi\u00e1rios, do mesmo modo como qualquer leitor escolhe os livros que vai ler.  <\/p>\n<p> H\u00e1 outras quest\u00f5es surgindo, por exemplo, \u00b4\u00b4por que restringir a distribui\u00e7\u00e3o de livros \u00e0 4\u00aa s\u00e9rie? \u00b4\u00b4, indaga Henrique F\u00e9lix, editor da Atual. \u00c9 a mesma preocupa\u00e7\u00e3o do presidente da AEI-LIJ, Rog\u00e9rio Andrade Barbosa, que durante o semin\u00e1rio lembrou, como ex-professor, \u00b4\u00b4o quanto os alunos das outras s\u00e9ries devem ter se sentido frustrados por n\u00e3o ganharem os livros\u00b4\u00b4. E os professores e diretores de escola que est\u00e3o retendo os livros, em vez de distribu\u00edrem para os alunos, contrariando o conceito b\u00e1sico do programa? O caso \u00e9 que os programas de difus\u00e3o da literatura sempre esbarram numa realidade apontada inclusive pela avalia\u00e7\u00e3o feita sobre o assunto pelo TCU: o principal entrave continua sendo a pouca qualifica\u00e7\u00e3o dos profissionais de ensino para lidar com a literatura na escola.  <\/p>\n<p> Considerando estes diversos aspectos, refor\u00e7a-se a tese de que a revis\u00e3o dos projetos deve se dar em um f\u00f3rum amplo, at\u00e9 para que surjam solu\u00e7\u00f5es novas para os problemas apontados e reforcem-se engajamentos. Com isso, a possibilidade de que esses programas ganhem efetividade, e mesmo se ampliem, \u00e9 bem maior. Afinal, como foi lembrado no semin\u00e1rio, o PNBE \u00e9 um avan\u00e7o, mas n\u00e3o \u00e9 um fim em si mesmo. O que precisamos saber \u00e9 o quanto ele se mostrou adequado ao nosso objetivo maior, o sonho de ver o Brasil se tornar um pa\u00eds de leitores, em que a literatura seja parte de nosso cotidiano e modos culturais.    <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos dias 25 e 26 de Novembro de 2002 aconteceu o 4\u00ba Semin\u00e1rio do Sal\u00e3o do Livro para Crian\u00e7as e Jovens, organizado pela FNLIJ, com o tema \u201cPNBE: O direito de Ler Literatura\u201c\u00a0. 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