{"id":13434,"date":"2021-03-10T12:11:07","date_gmt":"2021-03-10T15:11:07","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/?p=13434"},"modified":"2021-03-10T12:11:07","modified_gmt":"2021-03-10T15:11:07","slug":"especialistas-defendem-acesso-a-internet-e-tecnologias-de-ensino-como-bens-publicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/especialistas-defendem-acesso-a-internet-e-tecnologias-de-ensino-como-bens-publicos\/","title":{"rendered":"Especialistas defendem acesso \u00e0 internet e tecnologias de ensino como bens p\u00fablicos"},"content":{"rendered":"<p>A educa\u00e7\u00e3o tem sido uma das grandes v\u00edtimas da pandemia em todo o mundo, sobretudo no Brasil. O fechamento de escolas, a falta de acesso \u00e0 internet, de dispositivos eletr\u00f4nicos e o atraso em alavancar planos de ensino remoto ter\u00e3o impacto em toda uma gera\u00e7\u00e3o de estudantes e no futuro do trabalho, resultando em um aumento brutal de desigualdades.<!--more--><\/p>\n<p>\u201cNeste momento, passados 12 meses de pandemia, quando o Brasil perde por dia cerca de 2 mil pessoas para a COVID-19, \u00e9 necess\u00e1rio que haja um debate na sociedade sobre o acesso ao wifi e \u00e0 internet banda larga como um bem p\u00fablico, assim como \u00e9 a \u00e1gua e a energia. Isso \u00e9 particularmente importante neste momento da pandemia, com benef\u00edcios importantes para todos, especialmente para os mais vulner\u00e1veis. Garantir esse acesso permite avan\u00e7ar em tecnologias digitais de ensino remoto\u201d, disse Lorena Barberia, pesquisadora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ci\u00eancias Humanas da Universidade de S\u00e3o Paulo (FFLCH-USP), durante o webin\u00e1rio<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=-sqKirWXK3s\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> Education: COVID-19 and social inequalities<\/a>\u201d, no dia 3 de mar\u00e7o, o 9\u00ba da s\u00e9rie <a href=\"https:\/\/covid19.fapesp.br\/webinars\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">FAPESP COVID-19 Research Webinars<\/a>, organizada com apoio do Global Research Council (GRC).<\/p>\n<p>Para a pesquisadora, que liderou um estudo sobre o ensino durante a pandemia nos diferentes Estados brasileiros, sobretudo neste momento de pico de hospitaliza\u00e7\u00f5es e morte o debate precisa ir al\u00e9m da dualidade de abrir ou n\u00e3o as escolas. \u201cA quest\u00e3o \u00e9 mais profunda, o problema ainda n\u00e3o acabou e j\u00e1 est\u00e1 trazendo consequ\u00eancias duradouras\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>De acordo com Barberia, al\u00e9m da demora em introduzir programas de ensino remoto em todos os Estados \u2013 a m\u00e9dia foi de mais de um m\u00eas para alavancar esse tipo de ensino \u2013, o que se viu em 2020 foram programas fracos, que n\u00e3o apresentaram solu\u00e7\u00f5es para ampliar o acesso.<\/p>\n<p>\u201cPoucos Estados no Brasil aumentaram o acesso ao ensino remoto. Falta internet e muitos alunos n\u00e3o t\u00eam computador nem celular. Muitas fam\u00edlias t\u00eam apenas um celular para cinco ou sete pessoas dividirem, o que obviamente impede que um aluno acompanhe as aulas\u201d, disse.<\/p>\n<p>Com isso, criou-se um abismo de desigualdade entre a parte da popula\u00e7\u00e3o que teve acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o e outra que nem sequer teve um dia de aula em todo o ano. \u201cA educa\u00e7\u00e3o j\u00e1 era extremamente desigual no Brasil e isso se ampliou ainda mais no ano passado. Muitas escolas continuaram com as aulas, mas apenas para os que tinham acesso \u00e0 internet.\u201d<\/p>\n<p>Barberia alertou que a avalia\u00e7\u00e3o sobre a reabertura das escolas deve ser diferenciada, considerando as heterogeneidades no acesso e a intensidade da cobertura do ensino remoto. Uma sugest\u00e3o seria, por exemplo, desenhar programas para os que tiveram algum tipo de aula remota e os que n\u00e3o tiveram. \u201cMuitos ficaram meses sem nenhum tipo de aula e outros come\u00e7aram a ter aula pela televis\u00e3o. Mas \u00e9 completamente diferente para aqueles que tiveram acesso ao ensino remoto por v\u00e1rias horas e com supervis\u00e3o. Acredito que os grupos com menor acesso ao ensino devem receber aten\u00e7\u00e3o especial. H\u00e1 desigualdades importantes.\u201d<\/p>\n<p><strong>EUA: os efeitos da segrega\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Nos Estados Unidos, as desigualdades tamb\u00e9m se ampliaram ainda mais com a pandemia. \u201cN\u00e3o \u00e9 uma coincid\u00eancia que haja uma desigualdade educacional entre os diferentes bairros e vizinhan\u00e7as de uma mesma cidade. Isso tem a ver com a nossa hist\u00f3ria de segrega\u00e7\u00e3o racial e econ\u00f4mica\u201d, afirmou Prudence Carter, da University of California, em Berkeley nos Estados Unidos, e que tamb\u00e9m participou do semin\u00e1rio.<\/p>\n<p>De acordo com a soci\u00f3loga, muitas das escolas que n\u00e3o fecharam nos Estados Unidos optaram por se manter abertas porque s\u00e3o empresas. \u201cAs escolas p\u00fablicas, por causa da segrega\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e racial, fecharam e ent\u00e3o vimos as consequ\u00eancias da segrega\u00e7\u00e3o digital. Nem todas as casas t\u00eam internet, um computador ou um respons\u00e1vel que possa ajudar os estudantes.\u201d Carter tamb\u00e9m defendeu que o acesso \u00e0 internet seja considerado um bem p\u00fablico.<\/p>\n<p>A pesquisadora ressaltou que os desafios impostos pela pandemia s\u00e3o m\u00faltiplos \u2013 uma intersec\u00e7\u00e3o da sociologia, educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade e economia \u2013 e, por isso, precisam de m\u00faltiplas solu\u00e7\u00f5es de pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\n<p>\u201cJ\u00e1 havia uma preocupa\u00e7\u00e3o grande com a desigualdade hist\u00f3rica, recriada e aumentada com a pandemia. H\u00e1 ainda uma preocupa\u00e7\u00e3o grande com o gargalo de oportunidades entre os estudantes. Mas, em vez de pensar apenas na perda, precisamos pensar em como reverter isso e tamb\u00e9m repensar o que esperamos dessa gera\u00e7\u00e3o. O que pode ser feito? Precisamos repensar a maneira de ensinar de maneira remota, porque ela \u00e9 diferente, precisa de maior intera\u00e7\u00e3o e isso em todos os n\u00edveis, do ensino fundamental at\u00e9 a universidade\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Carter apresentou os resultados de um estudo do PEW Research Center que mostrou como a quest\u00e3o da reabertura das escolas tamb\u00e9m foi politizada nos Estados Unidos. \u201cEntre a popula\u00e7\u00e3o negra, latina e asi\u00e1tica, 80%, 69% e 72%, respectivamente, preferiam esperar a reabertura das escolas at\u00e9 que todos os professores fossem vacinados. Entre os brancos esse percentual foi de 51%. H\u00e1 uma diferen\u00e7a grande tamb\u00e9m quanto \u00e0 renda. Mas o principal destaque \u00e9 que essa quest\u00e3o foi, sobretudo, muito politizada. Enquanto 79% dos democratas preferiam esperar a vacina\u00e7\u00e3o dos professores, apenas 34% dos republicanos tinham a mesma opini\u00e3o\u201d, relatou.<\/p>\n<p><strong>Fran\u00e7a: educa\u00e7\u00e3o e confinamento<\/strong><\/p>\n<p>Na Fran\u00e7a, o per\u00edodo de dois meses em que crian\u00e7as e adolescentes tiveram aulas remotas tamb\u00e9m foi analisado por pesquisadores. \u201cNa Fran\u00e7a n\u00e3o temos uma tradi\u00e7\u00e3o de pesquisa sobre o envolvimento parental na educa\u00e7\u00e3o dos filhos. Tamb\u00e9m n\u00e3o us\u00e1vamos o ensino remoto antes da pandemia. Por isso resolvemos observar os efeitos que o peso da educa\u00e7\u00e3o remota teria para os pais e come\u00e7amos a ver como as desigualdades se manifestam e se ampliam nesse contexto\u201d, disse Romain Del\u00e8s, da Universit\u00e9 de Bordeaux na Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Para entender essa situa\u00e7\u00e3o in\u00e9dita de ensino remoto no pa\u00eds durante o per\u00edodo de confinamento, o pesquisador elaborou um question\u00e1rio para todos os pais e respons\u00e1veis de alunos do sistema educacional franc\u00eas e entrou em contato com mais de 63 mil escolas p\u00fablicas e privadas, do jardim de inf\u00e2ncia ao ensino m\u00e9dio. Mais de 32 mil pais e respons\u00e1veis responderam \u00e0 pesquisa.<\/p>\n<p>\u201cSe, por um lado, o ensino remoto foi compuls\u00f3rio, por outro, todas as fam\u00edlias estavam livres para fazer o que quisessem para apoiar as crian\u00e7as. Os professores enviavam trabalhos di\u00e1rios, mas os pais podiam escolher como e quando auxiliar o trabalho da escola Os professores davam suporte, mas os pais poderiam escolher entre internet ou programas de TV exclusivos para esse per\u00edodo. Essa liberdade foi uma esp\u00e9cie de armadilha para algumas fam\u00edlias\u201d, disse.<\/p>\n<p>De acordo com o estudo conduzido por Del\u00e8s, a participa\u00e7\u00e3o dos pais nas atividades escolares foi pr\u00f3xima de 100% entre as fam\u00edlias cujos filhos cursavam as s\u00e9ries iniciais e passou a cair a partir da oitava s\u00e9rie (86%). \u201cOs pais das classes mais ricas afirmaram que o per\u00edodo de confinamento e o ensino remoto n\u00e3o representaram um grande problema. Eles estavam otimistas com essa novidade por estarem juntos fazendo algo que n\u00e3o faziam antes. Havia at\u00e9 um mecanismo para minimizar o esfor\u00e7o escolar.\u201d<\/p>\n<p>Outro achado da pesquisa foi que as classes mais ricas puderam tirar vantagens de formas mais variadas de apoiar os seus filhos, criando situa\u00e7\u00f5es de ensino n\u00e3o t\u00e3o escolares e que priorizaram as artes pl\u00e1sticas, cultura e m\u00fasica para avan\u00e7ar o aprendizado. \u201cHouve uma preocupa\u00e7\u00e3o em garantir maior autonomia das crian\u00e7as em aprender e o uso de formas alternativas de auxiliar o ensino, n\u00e3o t\u00e3o focadas na li\u00e7\u00e3o de casa\u201d, disse.<\/p>\n<p>O webin\u00e1rio est\u00e1 dispon\u00edvel em<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=-sqKirWXK3s\"> https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=-sqKirWXK3s<\/a>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A educa\u00e7\u00e3o tem sido uma das grandes v\u00edtimas da pandemia em todo o mundo, sobretudo no Brasil. 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