{"id":12888,"date":"2020-12-23T12:28:28","date_gmt":"2020-12-23T15:28:28","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/?p=12888"},"modified":"2020-12-23T12:30:20","modified_gmt":"2020-12-23T15:30:20","slug":"2020-e-o-mercado-dos-livros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2020-e-o-mercado-dos-livros\/","title":{"rendered":"2020 e o mercado dos livros"},"content":{"rendered":"<p>J\u00e1 \u00e9 uma tradi\u00e7\u00e3o do PublishNews. Na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o de cada ano, nossa reda\u00e7\u00e3o separa os acontecimentos mais marcantes e faz uma retrospectiva. Dois mil e vinte foi um ano daqueles!<!--more--><\/p>\n<p>Saraiva e Cultura, que pediram recupera\u00e7\u00e3o judicial em 2018, seguiram na sua dura e longa trajet\u00f3ria na tentativa para evitar a fal\u00eancia, mas, na pr\u00e1tica, pouca coisa mudou: as duas apresentaram novos planos de recupera\u00e7\u00e3o judicial ainda no primeiro semestre e terminam o ano sem conseguir aprov\u00e1-los. A pandemia do novo coronav\u00edrus afetou duramente o com\u00e9rcio de livros e o com\u00e9rcio eletr\u00f4nico, seguramente, terminar\u00e1 o ano mais forte do que nunca. Nem por isso, o ano deixou de ganhar novas livrarias. Redes pequenas e m\u00e9dias assumiram lojas deixadas pela Saraiva e se ampliaram e novas livrarias apareceram nas grandes cidades. Foi nesse movimento, que a Leitura se consolidou como a maior rede de livrarias em n\u00famero de lojas. N\u00e3o bastassem todos esses desafios, o mercado ainda teve que lutar contra a Contribui\u00e7\u00e3o sobre Bens e Servi\u00e7os (CBS), proposta pelo governo e que impactaria o pre\u00e7o final do livro, afastando boa parte dos consumidores brasileiros. Por falar nele, o leitor brasileiro aderiu \u2013 ao que tudo indica de uma forma mais permanente \u2013 aos formatos digitais, mas a Retratos da Leitura mostrou que, nos \u00faltimos quatro anos, perdemos 4,6 milh\u00f5es de leitores. No mundo, a ind\u00fastria mundial deu passos important\u00edssimos na sua consolida\u00e7\u00e3o, se concentrando ainda mais.<\/p>\n<p><strong>Saraiva<\/strong><\/p>\n<p>Para a Saraiva, o ano come\u00e7ou com o an\u00fancio da contrata\u00e7\u00e3o de Luis Mario Bielinky (ex-Fot\u00f3tica e ex-Blockbuster). A temporada de Bielinky foi curta na varejista que enfrenta o processo de recupera\u00e7\u00e3o judicial. Tr\u00eas meses depois, ele pede demiss\u00e3o. J\u00e1 sem Bielinky, a varejista pediu, em abril, prazo para apresentar novo plano de recupera\u00e7\u00e3o judicial. Em julho, a empresa apresentou o novo plano. A proposta era dividir a opera\u00e7\u00e3o em unidades produtivas isoladas (UPI) e vender parte dela. O site da empresa \u2013 um dos maiores do Brasil \u2013 tamb\u00e9m entrou no neg\u00f3cio. Foi oferecido a gigantes do setor como Magalu, Amazon e Mercado Livre que n\u00e3o se interessaram. O ano encerrou sem que a varejista conseguisse aprovar o plano. A novela deve seguir em 2021. No meio dessa hist\u00f3ria, um grupo de editoras foi \u00e0 Justi\u00e7a pedir a devolu\u00e7\u00e3o de mais de um milh\u00e3o de exemplares estocados em lojas e armaz\u00e9ns da varejista. A medida foi depois estendida a outros grupos de editoras. Para completar o ano, Deric Degasperi Guilhen, que assumiu interinamente como CEO da empresa, anunciou o seu desligamento depois de 21 anos na empresa.<\/p>\n<p><strong>Cultura<\/strong><\/p>\n<p>Em janeiro, a Livraria Cultura conseguiu vender a Estante Virtual para o Magazine Luiza, colocando R$ 31 milh\u00f5es na sua opera\u00e7\u00e3o. Em maio, quando as lojas ainda estavam fechadas por conta das medidas de distanciamento social impostas pela pandemia, a empresa pediu \u00e0 Justi\u00e7a a suspens\u00e3o do seu plano de recupera\u00e7\u00e3o judicial. Conseguiu apenas autoriza\u00e7\u00e3o para apresentar um novo plano, o que aconteceu em junho. No entanto, parte dos credores disse \u201cn\u00e3o\u201d ao plano, colocando a varejista fundada pela fam\u00edlia Herz numa situa\u00e7\u00e3o muito complicada. Marcelo Barbosa Sacramone, juiz que conduz o processo, deu cinco dias para que a varejista comprovasse que estava cumprindo o plano original sob pena de transformar a recupera\u00e7\u00e3o judicial em fal\u00eancia. A Cultura recorre e, na segunda inst\u00e2ncia, ganha tempo. O desembargador Manoel de Queiroz Pereira Cal\u00e7as deixou para o colegiado da 1\u00aa C\u00e2mara de Direito Empresarial de S\u00e3o Paulo a decis\u00e3o. O ano encerra sem que os desembargadores decidissem o futuro da empresa.<\/p>\n<p><strong>A pandemia<\/strong><\/p>\n<p>Em fevereiro, quando a circula\u00e7\u00e3o do v\u00edrus Sars-CoV-2 estava restrita \u00e0 China, editores brasileiros apontaram os primeiros impactos do surto por aqui. Naquela ocasi\u00e3o, a preocupa\u00e7\u00e3o era com as impress\u00f5es feitas no pa\u00eds oriental. O pior ainda estava por vir. Na Europa, as feiras de Bolonha, Paris e Londres foram as primeiras a suspenderem suas edi\u00e7\u00f5es de 2020. No segundo semestre, Frankfurt cancela a feira f\u00edsica e leva toda a sua programa\u00e7\u00e3o para o ambiente virtual. Por aqui, os principais eventos liter\u00e1rios tamb\u00e9m foram suspensos. A Bienal Internacional de S\u00e3o Paulo adiou a sua 26\u00aa edi\u00e7\u00e3o para 2022 e realizou uma programa\u00e7\u00e3o virtual. A mesma medida foi adotada por festivais liter\u00e1rios.<\/p>\n<p>Na It\u00e1lia, o pa\u00eds mais afetado pela primeira onda da pandemia na Europa, o varejo de livros despencou. Na segunda quinzena de mar\u00e7o, os governos estaduais brasileiros determinam o fechamento do com\u00e9rcio e o fen\u00f4meno apontado pelos italianos se repete por aqui. Na primeira semana do com\u00e9rcio fechado, a Nielsen detectou queda de 40%. Entre mar\u00e7o e abril, o tombo foi de 47%. A crise foi tamb\u00e9m registrada pelos term\u00f4metros do IBGE que apontou queda recorde no varejo nacional no m\u00eas de abril.<\/p>\n<p>O sinal vermelho se acendeu e surgiram iniciativas que tentaram minimizar a gravidade da situa\u00e7\u00e3o. O Grupo Companhia das Letras, por exemplo, criou um fundo de R$ 400 mil para socorrer pequenos livreiros. O Grupo Editorial Record fez o compromisso de colocar seus lan\u00e7amentos \u00e0 venda primeiro em livrarias independentes, como forma de apoi\u00e1-las. Entidades se uniram para lan\u00e7ar um campanha que arrecadou R$ 430 mil para ajudar livrarias e o Catarse conseguiu amealhar 1,1 mil apoiadores que doaram R$ 485 mil para socorrer livrarias, autores e editores independentes.<\/p>\n<p>A pandemia pode ter impactado tamb\u00e9m o comportamento leitor do brasileiro. Pelo menos \u00e9 no que acredita a Bookwire, a principal distribuidora de e-books no Brasil. O primeiro sinal disso foi apontado por Marcelo Gioia, CEO da empresa no Brasil. Em entrevista ao PublishNews em maio, ele apontou que nos primeiros 49 dias da pandemia, a Bookwire distribuiu 9,5 milh\u00f5es de unidades, o que representava quase 80% de tudo o que foi vendido ao longo de 2019. A pergunta que ficava naquela \u00e9poca era se esse alto patamar apontado no per\u00edodo se manteria ao longo do tempo. Em novembro, a Bookwire encomendou ao consultor austr\u00edaco R\u00fcdiger Wischenbart um relat\u00f3rio que mostrou que houve crescimento relevante nas vendas entre o pr\u00e9-isolamento e o isolamento, com um pico entre abril e maio. Mas mais importante do que isso: o crescimento se sustenta nos per\u00edodos seguintes, criando um patamar de vendas superior quando comparado a 2019. &#8220;Vimos que no Brasil a crise serviu de catalisador na acelera\u00e7\u00e3o de uma tend\u00eancia j\u00e1 existente em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 transforma\u00e7\u00e3o digital. O mercado editorial digital no Brasil foi impactado de forma relevante pela pandemia da Covid-19\u201d, concluiu R\u00fcdiger.<\/p>\n<p>Um dos desdobramentos dessa mudan\u00e7a de comportamento foi a cria\u00e7\u00e3o de selos exclusivamente digitais por grandes editoras. Foi o caso da Saraiva Educa\u00e7\u00e3o, que lan\u00e7ou o Expressa, e o Grupo Editorial Record, que colocou no mercado o E-stante.<\/p>\n<p><strong>Novas livrarias<\/strong><\/p>\n<p>Apesar de todas as dificuldades, foi um ano marcado pela abertura de novas livrarias. Pequenas e m\u00e9dias redes viram na crise da Saraiva e Cultura uma chance de ampliar sua presen\u00e7a em cidades brasileiras. A mineira Leitura abocanhou diversas lojas deixadas pela Saraiva e se consolidou como a maior rede de livrarias em n\u00famero de lojas no Brasil, chegando ao fim de 2020 com 80 unidades. Redes regionais tamb\u00e9m esticaram seus bra\u00e7os e alcan\u00e7aram novos territ\u00f3rios. \u00c9 o caso, por exemplo, da paranaense A P\u00e1gina que chegou a S\u00e3o Paulo e da alagoana Escariz que chegou a Salvador.<\/p>\n<p>A Travessa, que em 2019, abriu sua primeira loja de rua em S\u00e3o Paulo e outra em Lisboa, abriu uma unidade em Niter\u00f3i; a Livraria da Vila tamb\u00e9m expandiu ganhando lojas nos shoppings Eldorado (SP) e Park Shopping S\u00e3o Caetano, na regi\u00e3o metropolitana de S\u00e3o Paulo. H\u00e1 ainda a previs\u00e3o de inaugurar mais uma unidade no Shopping An\u00e1lia Franco (SP).<\/p>\n<p>O Rio de Janeiro ganhou a charmosa Janela, capitaneada pela psic\u00f3loga Leticia Bosisio e pela editora Martha Ribas. Em S\u00e3o Paulo, a esperada Megafauna abriu suas portas no ic\u00f4nico Edif\u00edcio Copan. Em Porto Alegre, a Taverna abriu nova unidade na Casa de Cultura M\u00e1rio Quintana, no centro da capital ga\u00facha.<\/p>\n<p><strong>CBS<\/strong><\/p>\n<p>Um outro grande assunto de 2020 foi a Contribui\u00e7\u00e3o sobre Bens e Servi\u00e7os (CBS) proposta na reforma tribut\u00e1ria apresentada pelo ministro Paulo Guedes. A al\u00edquota de 12% incidiria sobre a receita bruta apurada com cada uma destas opera\u00e7\u00f5es e abrangeria as pessoas jur\u00eddicas de direito privado. Se aprovada pelo Congresso, a reforma tribut\u00e1ria acabaria com a isen\u00e7\u00e3o de Cofins conquistada pela ind\u00fastria do livro em 2004. A rea\u00e7\u00e3o foi imediata. Entidades do livro lan\u00e7aram manifesto pela manuten\u00e7\u00e3o da desonera\u00e7\u00e3o do livro e uma campanha realizada por jovens leitoras amealhou mais de um milh\u00e3o de assinaturas contra a reonera\u00e7\u00e3o. O assunto tamb\u00e9m foi alvo de um manifesto publicado pela International Publishers Association (IPA). A proposta est\u00e1 estacionada no Congresso.<\/p>\n<p><strong>Pesquisas<\/strong><\/p>\n<p>Em 2020, a Pesquisa Produ\u00e7\u00e3o e Vendas do Setor Editorial Brasileiro, um dos principais estudos do mercado, passou para as m\u00e3os da Nielsen. O estudo, que \u00e9 sempre referente ao ano anterior, apontou que a ind\u00fastria editorial cresceu em 2019. Chama a aten\u00e7\u00e3o o crescimento importante do canal Livrarias Exclusivamente Virtual, que saltou de 3,4% para 12,7% do faturamento global da ind\u00fastria. Outro foco \u00e9 o crescimento do subsetor de Obras Gerais, que cresceu 14,8%. Na contram\u00e3o desse aumento, o subsetor de CTP encolheu 8,2%.<\/p>\n<p>A s\u00e9rie hist\u00f3rica da pesquisa apontou que, nos \u00faltimos 14 anos, a ind\u00fastria encolheu 20%. De novo, o subsetor de CTP foi o que mais sentiu, encolheu 41% no per\u00edodo.<\/p>\n<p>Uma deriva\u00e7\u00e3o da Produ\u00e7\u00e3o e Vendas apareceu pela primeira vez em 2020. \u00c9 a Conte\u00fado Digital do Setor Editorial Brasileiro, cuja primeira edi\u00e7\u00e3o foi realizada nesse ano. O estudo faz um comparativo com 2016, quando foi realizado o Censo do Livro Digital. Nessa base de compara\u00e7\u00e3o, o faturamento com a venda de conte\u00fados digitais \u2013 e-books e audiolivros \u2013 cresceu 140%, alcan\u00e7ando R$ 103 milh\u00f5es em 2019.<\/p>\n<p>Outra pesquisa muito esperada em 2020 foi a Retratos da Leitura. O estudo \u2013 realizado a cada quatro anos \u2013 mostrou que entre 2015 e 2019, o Brasil perdeu 4,6 milh\u00f5es de leitores. A pesquisa comprovou ainda que a Classe C \u00e9 leitora e compradora de livros. Segundo o estudo, quase 80% do consumo de livros no Brasil \u00e9 realizado por fam\u00edlias fora da faixa de maior renda.<\/p>\n<p><strong>Concentra\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A ind\u00fastria editorial ficou mais concentrada em 2020. No mundo, o grande movimento neste sentido foi a compra da Simon &amp; Schuster pela Bertelsmann por US$ 2,17 bilh\u00f5es. A aquisi\u00e7\u00e3o consolidou a Penguin Random House como o maior conglomerado editorial no mundo. A Santillana vendeu a sua matriz espanhola para o grupo finland\u00eas Sanoma por 465 milh\u00f5es de euros. Por aqui, o Grupo Companhia das Letras \u2013 que tamb\u00e9m pertence \u00e0 Penguin Random House \u2013 comprou a Brinque-Book.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>J\u00e1 \u00e9 uma tradi\u00e7\u00e3o do PublishNews. Na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o de cada ano, nossa reda\u00e7\u00e3o separa os acontecimentos mais marcantes e faz uma retrospectiva. 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