{"id":1205,"date":"2005-09-08T11:05:00","date_gmt":"2005-09-08T14:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2005\/09\/08\/brasil-miseravel-e-o-6o-mais-pobre-do-mundo\/"},"modified":"2005-09-08T11:05:00","modified_gmt":"2005-09-08T14:05:00","slug":"brasil-miseravel-e-o-6o-mais-pobre-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/brasil-miseravel-e-o-6o-mais-pobre-do-mundo\/","title":{"rendered":"Brasil miser\u00e1vel \u00e9 o 6\u00ba mais pobre do mundo"},"content":{"rendered":"<p>A qualidade de vida m\u00e9dia da popula\u00e7\u00e3o brasileira melhora aos poucos, mas sem reduzir as desigualdades sociais e em ritmo que ainda n\u00e3o incluiu o pa\u00eds entre os que t\u00eam desenvolvimento considerado alto. \u00c9 o que aponta o Relat\u00f3rio do Desenvolvimento Humano 2005, a ser divulgado hoje em Nova York, a uma semana da Assembl\u00e9ia Geral da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas. No Brasil, o IDH (\u00cdndice de Desenvolvimento Humano), que avalia a qualidade de vida, subiu de 0,790 para 0,792, aproximando-se do n\u00edvel de desenvolvimento elevado (acima de 0,800). \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A pequena evolu\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, n\u00e3o permitiu ao pa\u00eds avan\u00e7ar na lista de 177 pa\u00edses: manteve-se no 63\u00ba posto. E n\u00e3o alterou o cen\u00e1rio de desigualdade. S\u00f3 em cinco pa\u00edses os 10% mais pobres ficam com uma parcela de renda menor que a dos brasileiros miser\u00e1veis: Venezuela, Paraguai, Serra Leoa, Lesoto e Nam\u00edbia. Alguns, como Peru, empatam na concentra\u00e7\u00e3o. O relat\u00f3rio observa que em nenhum pa\u00eds a desigualdade de renda \u00e9 t\u00e3o intensa quanto no Brasil. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Por outro lado, em apenas sete pa\u00edses os 10% mais ricos da popula\u00e7\u00e3o se apropriam de uma fatia de renda nacional maior do que a dos ricos brasileiros, que abocanham 46,9% da renda. Outro dado que complementa a concentra\u00e7\u00e3o de renda \u00e9 uma simula\u00e7\u00e3o feita no relat\u00f3rio s\u00f3 para Brasil e M\u00e9xico. O Pnud trocou o indicador de renda usado &#8211; do PIB (Produto Interno Bruto) do pa\u00eds pela renda dos 20% mais pobres -, mantendo outros dados. Essa troca faz com que o Brasil caia 52 posi\u00e7\u00f5es, ficando em 115\u00ba no IDH. J\u00e1 o M\u00e9xico cai 55 posi\u00e7\u00f5es e vai da 53\u00aa coloca\u00e7\u00e3o para 108\u00aa. Com essa simula\u00e7\u00e3o, a situa\u00e7\u00e3o dos 20% mais pobres do Brasil \u00e9 compar\u00e1vel a pa\u00edses como Guatemala, Honduras e Mong\u00f3lia -117\u00ba, 116\u00ba e 114\u00ba no ranking, respectivamente. \u201cEsse exerc\u00edcio mostra que os \u00edndices m\u00e9dios podem ser bons, mas quando se v\u00ea a distribui\u00e7\u00e3o a fotografia n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o rosa assim\u201c, diz Ricardo Fuentes, do Pnud. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Medi\u00e7\u00e3o <\/B>&#8211; O IDH, que mede a qualidade de vida, usa informa\u00e7\u00f5es de dois anos antes &#8211; ou seja, no documento de 2005 os dados s\u00e3o de 2003. Al\u00e9m disso, o lugar brasileiro na lista de 2004 (dados de 2002) foi revisto  passando de 72\u00ba para 63\u00ba &#8211; mesma posi\u00e7\u00e3o obtida no relat\u00f3rio de 2005 (dados de 2003). Entre os dados avaliados est\u00e3o longevidade, educa\u00e7\u00e3o e renda. Por isso, o Brasil aparece avan\u00e7ando nos indicadores de expectativa de vida (passa de 70,2 para 70,5 anos) e educa\u00e7\u00e3o, mas regride na renda &#8211; o PIB per capita cai de US$ 7.918 para US$ 7.790. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) usou o fato de o PIB brasileiro em 2003 ter crescido apenas 0,5% para considerar o desempenho do pa\u00eds. Mas foi otimista para os pr\u00f3ximos anos. \u201cTemos toda a equa\u00e7\u00e3o formada para melhorar nosso posicionamento e, quem sabe, chegarmos ao n\u00edvel de desenvolvimento alto j\u00e1 nos pr\u00f3ximos relat\u00f3rios.\u201c Para o economista da UFRJ Marcelo Paix\u00e3o, autor de estudos sobre o IDH brasileiro, a tend\u00eancia \u00e9 que o pa\u00eds chegue ao grupo de alto desenvolvimento humano (IDH acima de 0,800) nos pr\u00f3ximos cinco anos. Ele afirma, no entanto, que o IDH brasileiro precisa ser analisado a partir de indicadores de desigualdade. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cQuando avaliamos o IDH da popula\u00e7\u00e3o negra ou nordestina no Brasil, os \u00edndices caem muito quando comparados com os da popula\u00e7\u00e3o branca. Os ind\u00edgenas brasileiros, por exemplo, t\u00eam IDH semelhante ao da Bol\u00edvia, enquanto a popula\u00e7\u00e3o amarela tem indicadores de primeiro mundo. \u00c9 por isso que \u00e9 preciso acompanhar os dados do IDH brasileiro para avaliar a desigualdade entre grupos no Brasil\u201c, diz Paix\u00e3o. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Pelo relat\u00f3rio deste ano, a Noruega fica pela quinta vez consecutiva no topo do ranking, seguida por Isl\u00e2ndia e Austr\u00e1lia. O \u00faltimo lugar ficou com N\u00edger, na \u00c1frica, que tem apenas 0,281.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> \u00cdndice utiliza PIB e escolaridade para avaliar 177 pa\u00edses<\/B><em> \u00a0<br \/> Folha de S\u00e3o Paulo<\/em>\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O IDH (\u00cdndice de Desenvolvimento Humano), c\u00e1lculo feito pelo Pnud (Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento), \u00e9 um indicador usado para medir a qualidade de vida. O \u00edndice varia de 0 a 1 &#8211; quanto maior o n\u00famero, mais elevada \u00e9 a qualidade de vida no pa\u00eds. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> S\u00e3o considerados tr\u00eas aspectos para o c\u00e1lculo do \u00edndice: 1) a longevidade, medida pela expectativa de vida da popula\u00e7\u00e3o ao nascer; 2) o acesso ao conhecimento, que utiliza a taxa de alfabetiza\u00e7\u00e3o dos habitantes com 15 anos ou mais e o percentual de matr\u00edculas nos tr\u00eas n\u00edveis de ensino; e 3) a renda, medida pelo PIB (Produto Interno Bruto) dividido pelo n\u00famero de habitantes e ajustado ao poder de compra do d\u00f3lar em cada pa\u00eds. As informa\u00e7\u00f5es apresentadas em 06 de setembro pelo Pnud s\u00e3o baseadas nos dados de 2003 dos 177 pa\u00edses.\u00a0<br \/> \u00a0<\/p>\n<p><B> IDH ratifica: Pa\u00eds gasta pouco em ensino e sa\u00fade<br \/><\/B><em> O Estado de S\u00e3o Paulo &#8211; Lisandra Paraguass\u00fa <\/p>\n<p><B> Investimento em educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o supre d\u00e9cadas de atraso; em sa\u00fade, gasto privado \u00e9 maior do que o p\u00fablico.<br \/> <\/em><\/B> <br \/> A melhora nos \u00edndices de educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade foram os respons\u00e1veis, nos \u00faltimos anos, por fazer o Brasil subir no ranking de desenvolvimento social das Na\u00e7\u00f5es Unidas. No entanto, o Pa\u00eds gasta muito menos do que deveria.<\/p>\n<p> O relat\u00f3rio do \u00cdndice de Desenvolvimento Humano (IDH), divulgado anteontem, mostra que ele aplica 4,2% do seu Produto Interno Bruto (PIB) em educa\u00e7\u00e3o. \u00c9 pouco menos do que Espanha (4,5%) e Alemanha (4,6%). Na realidade, s\u00e3o d\u00e9cadas de diferen\u00e7a.<\/p>\n<p> Enquanto os pa\u00edses desenvolvidos j\u00e1 t\u00eam sistema educacional de qualidade, acess\u00edvel a todos e est\u00e1vel, o Brasil ainda engatinha. O ensino fundamental tornou-se universal (mais de 90%) h\u00e1 menos de uma d\u00e9cada. O ensino m\u00e9dio ainda n\u00e3o chega \u00e0 metade dos estudantes. Apenas 9% dos jovens est\u00e3o na universidade.<\/p>\n<p> \u201cA d\u00edvida hist\u00f3rica brasileira na educa\u00e7\u00e3o \u00e9 t\u00e3o grande que o Pa\u00eds n\u00e3o pode investir 4,2% em educa\u00e7\u00e3o. Teria de investir muito mais\u201c, afirma Jorge Wertheim, representante da Unesco no Brasil. Na Am\u00e9rica Latina, o Brasil tem n\u00edvel de investimento igual ao Chile, semelhante \u00e0 Argentina e inferior ao M\u00e9xico.<\/p>\n<p> O Plano Nacional de Educa\u00e7\u00e3o, aprovado em 2000 pelo Congresso, previa chegar a 7,5% do PIB em dez anos, mas o artigo foi vetado pelo ent\u00e3o presidente Fernando Henrique Cardoso.<\/p>\n<p> \u201cNosso passivo hist\u00f3rico precisa de um esfor\u00e7o muito maior que o atual\u201c, disse o secret\u00e1rio de Educa\u00e7\u00e3o Continuada e Diversidade do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, Ricardo Henriques. \u201cEsse \u00e9 o sentido do Fundeb (Fundo de Desenvolvimento da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica). Aumentar significativamente a participa\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o no financiamento da educa\u00e7\u00e3o.\u201c O projeto que cria o Fundeb prev\u00ea investimento de R$ 4,3 bilh\u00f5es por ano da Uni\u00e3o na educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica. Hoje \u00e9 de cerca de R$ 400 milh\u00f5es.<\/p>\n<p> O Minist\u00e9rio da Sa\u00fade passa pela mesma discuss\u00e3o. O relat\u00f3rio do IDH mostra que o Pa\u00eds gasta, em recursos p\u00fablicos, apenas 3,6% do PIB em Sa\u00fade. O gasto privado &#8211; pagamento pr\u00f3prio ou plano de sa\u00fade &#8211; chega a 4,3%.<\/p>\n<p> \u201cTodos os pa\u00edses que t\u00eam sistema de sa\u00fade universalizado como o Brasil gastam muito mais tanto no per capita quanto no gasto p\u00fablico\u201c, afirma Jos\u00e9 Gomes Tempor\u00e3o, secret\u00e1rio de Aten\u00e7\u00e3o \u00e0 Sa\u00fade. Ele pr\u00f3prio aponta uma distor\u00e7\u00e3o: o gasto privado no Brasil, para atender 35 milh\u00f5es de pessoas, \u00e9 maior do que o investimento p\u00fablico para atender os demais 145 milh\u00f5es. \u201cContamos com a regulamenta\u00e7\u00e3o da emenda constitucional 29, que regulariza o fluxo de recursos para Sa\u00fade.\u201c A medida traria de R$ 10 bilh\u00f5es a R$ 15 bilh\u00f5es a mais por ano para a Sa\u00fade.<\/p>\n<p> Nos dois minist\u00e9rios, a preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 aprovar emendas para melhorar o investimento. Ambas, por\u00e9m, n\u00e3o t\u00eam previs\u00e3o para vota\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A qualidade de vida m\u00e9dia da popula\u00e7\u00e3o brasileira melhora aos poucos, mas sem reduzir as desigualdades sociais e em ritmo que ainda n\u00e3o incluiu o pa\u00eds entre os que t\u00eam desenvolvimento considerado alto. \u00c9 o que aponta o Relat\u00f3rio do Desenvolvimento Humano 2005, a ser divulgado hoje em Nova York, a uma semana da Assembl\u00e9ia [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-1205","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-da-imprensa"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v15.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Brasil miser\u00e1vel \u00e9 o 6\u00ba mais pobre do mundo &raquo; 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