{"id":1158,"date":"2005-10-18T15:18:00","date_gmt":"2005-10-18T17:18:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2005\/10\/18\/para-gostar-de-ler-desde-a-infancia\/"},"modified":"2005-10-18T15:18:00","modified_gmt":"2005-10-18T17:18:00","slug":"para-gostar-de-ler-desde-a-infancia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/para-gostar-de-ler-desde-a-infancia\/","title":{"rendered":"Para gostar de ler desde a inf\u00e2ncia"},"content":{"rendered":"<p>Na acirrada disputa com a televis\u00e3o, o videogame e os passeios no shopping, os livros acabam ficando em segundo plano entre as atividades preferidas da crian\u00e7ada. Mas como \u00e9 de pequeno que se formam novos leitores, a t\u00e1tica adotada por Dona Benta, personagem de Monteiro Lobato que fazia a alegria dos netos ao contar suas hist\u00f3rias, continua sendo importante ainda hoje. E quem escreve para o p\u00fablico jovem concorda com esse m\u00e9todo.<br \/> \u00a0<br \/> Para o escritor Marcelo Duarte, autor da s\u00e9rie Guia dos curiosos, o est\u00edmulo \u00e0 leitura deve partir da pr\u00f3pria fam\u00edlia. \u201cO grande segredo \u00e9 que pais e m\u00e3es passem a ler para os filhos. Assim, as crian\u00e7as conseguem associar a leitura a momentos de carinho e de aprendizado\u201c, sugere ele, que acaba de lan\u00e7ar Meu outro eu, pela cole\u00e7\u00e3o Vagalume, da Editora \u00c1tica. A obra conta a hist\u00f3ria de crian\u00e7as e rob\u00f4mirins que aprendem a conviver com as tecnologias sem abandonar os livros. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O psic\u00f3logo J\u00falio Groppa Aquino, professor da Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da USP, ressalta a import\u00e2ncia de dividir com algu\u00e9m o prazer da leitura. \u201cNum primeiro momento, toda leitura precisa de um preceptor, por mais que seja uma atividade solit\u00e1ria. E uma crian\u00e7a precisa ser iniciada nas \u2018artes do ler\u2019. Isso s\u00f3 se faz com o outro, com quem se pode discutir o mundo das id\u00e9ias\u201c, explica o professor. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> <B>Agenda cheia<\/B> &#8211; Entre os truques dessa did\u00e1tica de incentivo \u00e0 leitura, \u00e9 importante destacar que os pais nunca devem transformar o livro num castigo. Por isso, n\u00e3o basta convencer os filhos de que ler \u00e9 fundamental. \u00c9 preciso ensinar que a leitura deve fazer parte do dia-a-dia de uma crian\u00e7a, assim como ver televis\u00e3o, brincar com jogos eletr\u00f4nicos, praticar esportes e passear no shopping com os amigos.<br \/> \u00a0<br \/> \u201cEu era fascinado por TV. Isso n\u00e3o impediu que eu gostasse de ler. Tento mostrar que \u00e9 preciso dar uma chance para os livros. E quanto ao computador, n\u00e3o \u00e9 preciso combat\u00ea-lo. Basta ensinar aos filhos a us\u00e1-lo a favor da leitura. Meu filho mesmo me liga para comentar not\u00edcias que ele l\u00ea pela Internet\u201c, lembra Marcelo. \u201cE sempre que vamos ao shopping, entro com ele numa livraria, para que esse fasc\u00ednio pela leitura possa mesmo se tornar um h\u00e1bito\u201c, completa.<br \/> \u00a0<br \/> O escritor Pedro Bandeira concorda com essa tese de compartilhar o tempo da crian\u00e7a com v\u00e1rias atividades. \u201cSe a leitura estiver l\u00e1 desde o in\u00edcio, n\u00e3o importa que a garotada leia gibi, veja TV e brinque com amigos. O problema \u00e9 quando ela come\u00e7a com o videogame e s\u00f3 fica nisso\u201c, acredita o autor, que j\u00e1 escreveu mais de 70 obras juvenis, como o famoso A droga da obedi\u00eancia, e tamb\u00e9m infantis,  como o recente A baleiazinha. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Uma chance para uma boa leitura <\/B>&#8211; Pedro Bandeira e Marcelo Duarte destacam outro fator fundamental para juntar livros e jovens no mesmo ambiente: os personagens. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cA identifica\u00e7\u00e3o do leitor com os personagens faz com que todos queiram continuar a ler\u201c, acredita Pedro. \u201cO livro precisa estar ligado aos interesses das crian\u00e7as. Pode ser gibi, revista de videogame\u201c, diz Marcelo. Criador do espevitado \u201cMenino Maluquinho\u201c, o escritor Ziraldo tamb\u00e9m segue essa linha de dividir o tempo entre leituras e outras atividades. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cFico at\u00e9 preocupado com quem quer apenas ler. A meninada tamb\u00e9m tem que zoar, suar. Quem gosta de ler, l\u00ea de qualquer maneira e a qualquer hora\u201c, brinca o escritor. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Ziraldo lembra que, em todas as situa\u00e7\u00f5es, tudo passa pelas palavras. \u201cPara n\u00e3o se perder no tempo, as hist\u00f3rias encontram v\u00e1rios meios que chegaram com a tecnologia para ficarem guardadas. Mas s\u00e3o as palavras, e os livros, que eternizam todas as hist\u00f3rias\u201c, resume o cartunista e escritor. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> \u201cBrasil investe menos em educa\u00e7\u00e3o\u201c, diz ministro <\/B>&#8211; O ministro da Educa\u00e7\u00e3o, Fernando Haddad, afirmou em viagem a Portugal que o Brasil investe \u201cmenos do que 4%\u201c do Produto Interno Bruto (PIB) na sua \u00e1rea, ao contr\u00e1rio do que indicam as estat\u00edsticas oficiais dos \u00faltimos anos. Segundo ele, gastos em outras \u00e1reas, como sa\u00fade, s\u00e3o contabilizados como despesas em educa\u00e7\u00e3o. Disse ainda que o Pa\u00eds deveria investir durante 20 anos pelo menos 6% do PIB se quiser realmente resolver seus problemas na \u00e1rea educacional. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Ao afirmar que o Brasil gastava menos do que 4% do PIB em educa\u00e7\u00e3o, Haddad se referia a c\u00e1lculos que ser\u00e3o divulgados em breve por sua pasta. Ele diz acreditar que essa conta nortear\u00e1 futuras discuss\u00f5es sobre investimentos.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Formalmente, disse o ministro, o Brasil tem gastado dentro da m\u00e9dia prescrita pela Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e o Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE), entidade internacional que re\u00fane os pa\u00edses mais ricos do mundo e avalia regularmente pol\u00edticas educacionais. Aplicar 6% seria adotar a recomenda\u00e7\u00e3o da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Educa\u00e7\u00e3o, a Ci\u00eancia e a Cultura (Unesco). \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Haddad atribuiu as ra\u00edzes do que chamou \u201catraso educacional\u201c do Brasil a tr\u00eas fatores que s\u00f3 teriam acontecido simultaneamente no Pa\u00eds: \u201cColoniza\u00e7\u00e3o retr\u00f3grada, escravid\u00e3o longa e patrimonialismo\u201c. Afirmou que \u201co Brasil \u00e9 o Estado menos republicano\u201c da Am\u00e9rica Latina se levada em conta a sua hist\u00f3ria at\u00e9 os dias atuais. Para o ministro, a coloniza\u00e7\u00e3o portuguesa, a independ\u00eancia do Pa\u00eds (1822) e a proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica (1889) aconteceram sem \u201crupturas\u201c que ocorreram em todo o continente americano. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Ele lembrou que o Brasil foi o \u00faltimo Pa\u00eds a abolir a escravid\u00e3o (1888). E disse que o patrimonialismo (grosso modo, quando a elite usa o Estado como um bem privado e a seu servi\u00e7o individual) \u00e9 uma caracter\u00edstica contempor\u00e2nea do Pa\u00eds. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O ministro afirmou que o governo do presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva tem feito esfor\u00e7os para superar os problemas na educa\u00e7\u00e3o, mas destacou que a solu\u00e7\u00e3o vir\u00e1 apenas quando eles se transformarem numa prioridade de \u201ctoda a sociedade\u201c. Com a consolida\u00e7\u00e3o da democracia e a estabilidade econ\u00f4mica, \u201ca educa\u00e7\u00e3o formaria o trip\u00e9 para aumentar o desenvolvimento.\u201c \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Haddad disse que hoje j\u00e1 existiria consenso de 90% entre Uni\u00e3o, Estados e munic\u00edpios a respeito do que fazer para melhorar a educa\u00e7\u00e3o. Ele conta que recebeu um telefonema recente do ministro da Fazenda, Antonio Palocci Filho, que relatou ter participado de um jantar com empres\u00e1rios para discutir educa\u00e7\u00e3o. \u201cAcho que \u00e9 a primeira vez na nossa hist\u00f3ria que um ministro da Fazenda vai tratar disso com empres\u00e1rios\u201c, afirmou.\u00a0<br \/>  \u00a0<br \/><B> Educa\u00e7\u00e3o sexual pode ser opcional <\/B>&#8211; Os alunos que n\u00e3o se sentirem \u00e0 vontade de freq\u00fcentar aulas de educa\u00e7\u00e3o sexual nas escolas poder\u00e3o deixar de participar sem que a aus\u00eancia conte como falta. \u00c9 o que prev\u00ea o Projeto de Lei 5918\/05, do deputado Elimar M\u00e1ximo Damasceno (Prona-SP), que, para entrar em vigor, ainda precisa ser votado pelas comiss\u00f5es de Educa\u00e7\u00e3o e Cultura; e Constitui\u00e7\u00e3o e Justi\u00e7a e de Cidadania. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Segundo o projeto, os estudantes podem alegar cren\u00e7a religiosa ou obje\u00e7\u00e3o de consci\u00eancia. Caso a disciplina integre o n\u00famero de horas da carga hor\u00e1ria m\u00ednima do curso, a escola ficaria obrigada, de acordo com o projeto, a oferecer disciplina ou atividade alternativa aos alunos isentos de freq\u00fc\u00eancia. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Excesso de informa\u00e7\u00f5es<\/B> &#8211; Apesar de o deputado defender o direito de escolha dos estudantes, ele diz considerar necess\u00e1ria a orienta\u00e7\u00e3o sexual para jovens, \u201cdiante do excesso de informa\u00e7\u00f5es n\u00e3o selecionadas transmitidas pela m\u00eddia\u201c. Na opini\u00e3o do parlamentar, algumas escolas t\u00eam tratado o tema de maneira permissiva. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cPor essas raz\u00f5es, proponho que sejam defendidos os direitos de pais e filhos que n\u00e3o concordam com esta forma de tratar a sexualidade, garantindo-lhes que n\u00e3o sejam constrangidos a participar de tais aulas\u201c, afirmou o deputado Elimar M\u00e1ximo Damasceno na C\u00e2mara. \u00a0<br \/> \u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na acirrada disputa com a televis\u00e3o, o videogame e os passeios no shopping, os livros acabam ficando em segundo plano entre as atividades preferidas da crian\u00e7ada. 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