{"id":11292,"date":"2020-10-14T18:01:55","date_gmt":"2020-10-14T21:01:55","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/alunos-pobres-de-paises-ricos-aprendem-mais-do-que-estudantes-de-elite-do-brasil\/"},"modified":"2020-10-14T18:01:55","modified_gmt":"2020-10-14T21:01:55","slug":"alunos-pobres-de-paises-ricos-aprendem-mais-do-que-estudantes-de-elite-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/alunos-pobres-de-paises-ricos-aprendem-mais-do-que-estudantes-de-elite-do-brasil\/","title":{"rendered":"Alunos pobres de pa\u00edses ricos aprendem mais do que estudantes de elite do Brasil"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">O pa\u00eds onde voc\u00ea vive \u00e9 mais importante para sua forma\u00e7\u00e3o escolar do que a<a href=\"https:\/\/6minutos.uol.com.br\/tag\/renda\/\"> renda<\/a> da sua fam\u00edlia. Essa \u00e9 a principal constata\u00e7\u00e3o de um estudo produzido por pesquisadores da Universidade de Harvard e do Centro para o Desenvolvimento Global, nos <a href=\"https:\/\/6minutos.uol.com.br\/tag\/Estados-Unidos\/\">Estados Unidos<\/a>.<\/span><\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\"><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">A conclus\u00e3o do levantamento pode ainda ser resumida da seguinte forma: alunos pobres de pa\u00edses ricos tendem a ter um desempenho escolar melhor que o de alunos ricos de pa\u00edses pobres.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">O desempenho escolar de crian\u00e7as e adolescentes \u00e9 determinante para a <a href=\"https:\/\/6minutos.uol.com.br\/tag\/produtividade\/\">produtividade<\/a> de um pa\u00eds \u2014 e consequentemente, para o enriquecimento e desenvolvimento dessa na\u00e7\u00e3o. Por isso, a forma\u00e7\u00e3o educacional deveria ser uma preocupa\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 da fam\u00edlia, como de toda a sociedade, alertam os respons\u00e1veis sobre o estudo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Pode explicar melhor sobre a pesquisa? Fazer um comparativo do grau de instru\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as e jovens de diferentes pa\u00edses \u00e9 uma tarefa desafiadora, pois muitas vezes os testes aplicados n\u00e3o s\u00e3o compar\u00e1veis. Aqui no Brasil, por exemplo, os alunos participam do <a href=\"https:\/\/6minutos.uol.com.br\/tag\/Pisa\/\">Pisa (Programa Internacional de Avalia\u00e7\u00e3o de Estudantes)<\/a>, elaborado pela <a href=\"https:\/\/6minutos.uol.com.br\/tag\/OCDE\/\">OCDE<\/a>, a cada bi\u00eanio. O teste avalia os conhecimentos em matem\u00e1tica, ci\u00eancias e literatura de estudantes de 79 pa\u00edses.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">O problema \u00e9 que o Pisa avalia apenas alunos do ensino m\u00e9dio. Portanto, o teste n\u00e3o mede o n\u00edvel de desenvolvimento da educa\u00e7\u00e3o infantil. Outros exames internacionais, como o TIMSS (Trends in International Mathematics and Science Study), que avalia os conhecimentos em matem\u00e1ticas e ci\u00eancia, e o PIRLS (Progress in International Reading Literacy Study), que mede os conhecimentos em leitura e literatura, s\u00e3o aplicados para estudantes mais jovens, do 4\u00ba e 8\u00ba ano. A quest\u00e3o \u00e9 que muitos pa\u00edses em desenvolvimento, inclusive o Brasil, n\u00e3o fazem parte do teste.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">\u201cPa\u00edses ricos participam frequentemente de avalia\u00e7\u00f5es internacionais de ensino, como o PIRLS e o TIMSS, mas pa\u00edses mais pobres geralmente n\u00e3o participam. Na melhor das hip\u00f3teses, eles aplicam os pr\u00f3prios testes educacionais, que n\u00e3o s\u00e3o compar\u00e1veis em escala global\u201d, observam Dev Patel e Justin Sandefur, autores do <a href=\"https:\/\/www.cgdev.org\/blog\/rosetta-stone-comparing-test-scores-around-world-and-across-global-income-distribution\">estudo<\/a>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">O grande pulo do gato da pesquisa \u00e9 justamente criar condi\u00e7\u00f5es para que os testes aplicados localmente por pa\u00edses em desenvolvimento sejam compar\u00e1veis com os resultados dos exames internacionais adotados por pa\u00edses mais ricos. Para que isso seja poss\u00edvel, Patel e Sandefur criaram um m\u00e9todo estat\u00edstico espec\u00edfico, chamado de \u201cpedra de roseta\u201d, que basicamente simula qual seria o desempenho de estudantes de pa\u00edses em desenvolvimento nos testes do TIMSS e PIRLS.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong>E qual foi o resultado dessa simula\u00e7\u00e3o?<\/strong> A pesquisa mostrou que o fator de maior peso para o seu desempenho escolar \u00e9 o pa\u00eds onde voc\u00ea mora, com 46% de peso no resultado final, seguido pela renda familiar, com 32% de peso. O resultado \u00e9 surpreendente, pois mostra que a renda familiar (que indica a capacidade de custeio de um estudo de melhor qualidade) \u00e9 menos importante do que o sistema educacional institu\u00eddo no pa\u00eds como um todo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">\u201cEssa evid\u00eancia vence aquela impress\u00e3o inicial de que alunos ricos simplesmente t\u00eam desempenho melhor, pois indica que alunos com o mesmo n\u00edvel de renda t\u00eam diferentes graus de conhecimento educacional, dependendo do pa\u00eds em que eles moram\u201d, dizem os autores do estudo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Apesar dessa constata\u00e7\u00e3o, os autores lembram que em <a href=\"https:\/\/6minutos.uol.com.br\/tag\/desigualdade\/\">pa\u00edses desiguais<\/a>, como o Brasil, a renda tem um poder maior que a m\u00e9dia sobre o desempenho individual dos alunos. Nos testes de matem\u00e1tica, por exemplo, um aluno que ocupa a base da pir\u00e2mide de renda (ou seja, que est\u00e1 entre os mais pobres) pode ter um desempenho at\u00e9 100 pontos menor que o de um aluno que ocupa o topo da pir\u00e2mide de renda. A nota m\u00e1xima do teste \u00e9 de 650 pontos, e os alunos brasileiros pontuaram entre 370 e 475.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Ainda assim, o que \u00e9 poss\u00edvel concluir a partir dos dados \u00e9 que mesmo os estudantes brasileiros de fam\u00edlias mais ricas, e que portanto chegaram aos melhores resultados no comparativo dos testes, t\u00eam um desempenho educacional inferior a alunos pobres de pa\u00edses como <a href=\"https:\/\/6minutos.uol.com.br\/tag\/Russia\/\">R\u00fassia<\/a>, <a href=\"https:\/\/6minutos.uol.com.br\/tag\/EUA\/\">Estados Unidos<\/a>, <a href=\"https:\/\/6minutos.uol.com.br\/tag\/Alemanha\/\">Alemanha<\/a>, <a href=\"https:\/\/6minutos.uol.com.br\/tag\/Japao\/\">Jap\u00e3o<\/a> e <a href=\"https:\/\/6minutos.uol.com.br\/tag\/Coreia-do-Sul\/\">Coreia do Sul<\/a>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Em um dos casos mais surpreendentes, o da R\u00fassia, um aluno com renda familiar anual de US$ 2.000 d\u00f3lares, tem um desempenho melhor em matem\u00e1tica do que um aluno brasileiro com renda familiar anual de US$ 15.000. Como cada pa\u00eds tem uma moeda e um custo de vida diferente, a renda foi padronizada de acordo com o crit\u00e9rio do PPC (<a href=\"https:\/\/6minutos.uol.com.br\/tag\/PIB\/\">PIB<\/a> por Paridade de Compra), para que os resultados sejam compar\u00e1veis.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong>Quais outros fatores influenciaram o resultado da pesquisa?<\/strong> O estudo mostrou que o g\u00eanero dos alunos reproduz um resultado desigual na educa\u00e7\u00e3o at\u00e9 mesmo em pa\u00edses desenvolvidos. Meninos t\u00eam um desempenho melhor nos testes de matem\u00e1tica, enquanto as meninas se mostram melhores na leitura e literatura.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Em pa\u00edses pobres, a diferen\u00e7a de desempenho entre meninos e meninas se acentua, em raz\u00e3o de leis ou regras que excluem as garotas do ensino tradicional, ou at\u00e9 por fen\u00f4menos sociais, como o casamento e a gravidez precoce, que acabam afastando as estudantes da escola.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong>O modelo educacional \u00e9 chave para entender as diferen\u00e7as<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">A experi\u00eancia da brasileira Andrezza Ricardo, de 31 anos, que mora h\u00e1 10 anos nos Estados Unidos, \u00e9 uma das muitas que comprovam o que a pesquisa demonstra, em n\u00fameros. Depois de nascer e morar por 8 anos na Fl\u00f3rida, Andrezza e a irm\u00e3-g\u00eamea vieram para o Brasil, onde conclu\u00edram o ensino fundamental. No ensino m\u00e9dio, elas voltaram a morar nos Estados Unidos, mas ficaram l\u00e1 por um breve per\u00edodo. Ambas retornaram ao Brasil e fizeram o segundo e terceiro ano do ensino m\u00e9dio em uma escola brasileira.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">\u201cNa Fl\u00f3rida, estudamos na chamada \u2018escola semip\u00fablica\u2019. O ensino \u00e9 custeado pelo Estado, mas os pais s\u00e3o obrigados a retribuir com servi\u00e7os volunt\u00e1rios para a comunidade local. Apesar de ser gratuito, esse ensino \u00e9 considerado superior nos Estados Unidos\u201d, contou Andrezza.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Ela diz que ao retornarem para iniciar o ensino m\u00e9dio na Fl\u00f3rida, ela e a irm\u00e3 sofreram um choque. \u201cH\u00e1 primeiro a quest\u00e3o da estrutura, que \u00e9 muito diferente. Mesmo as escolas p\u00fablicas daqui t\u00eam bibliotecas equipadas e computadores para que os alunos possam estudar. O conte\u00fado \u00e9 diferente: a quantidade de mat\u00e9ria \u00e9 muito maior do que no Brasil, e os alunos estudam muitas horas mais por dia\u201d.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Agora m\u00e3e de uma menina de 3 anos, Andrezza conta que continua a perceber as diferen\u00e7as entre o sistema educacional dos dois pa\u00edses. \u201cMinha filha frequenta uma escola particular agora, mas eu e meu marido estamos decidindo se a matricularemos em uma escola p\u00fablica, pois por mais que essas escolas sejam frequentadas por fam\u00edlias norte-americanas de menor renda, a qualidade do ensino \u00e9 muito boa\u201d, conta.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O pa\u00eds onde voc\u00ea vive \u00e9 mais importante para sua forma\u00e7\u00e3o escolar do que a renda da sua fam\u00edlia. 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