{"id":1100,"date":"2005-06-20T14:22:00","date_gmt":"2005-06-20T17:22:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2005\/06\/20\/rodas-de-leitura-e-outras-acoes-na-escola-o-brasil-quer-mais-leitores\/"},"modified":"2005-06-20T14:22:00","modified_gmt":"2005-06-20T17:22:00","slug":"rodas-de-leitura-e-outras-acoes-na-escola-o-brasil-quer-mais-leitores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/rodas-de-leitura-e-outras-acoes-na-escola-o-brasil-quer-mais-leitores\/","title":{"rendered":"Rodas de leitura e outras a\u00e7\u00f5es na escola. O Brasil quer mais leitores"},"content":{"rendered":"<p>O jardineiro da Escola da Vila, Antonio Carlos das Neves, retira livros infanto-juvenis da biblioteca. Dif\u00edcil come\u00e7ar a se habituar \u00e0 leitura com longos cl\u00e1ssicos, explica a professora. O prazer de ler para ele surgiu durante rodas de leitura organizadas pela escola, na zona sul de S\u00e3o Paulo, que neste ano passaram a juntar funcion\u00e1rios e alunos.<\/p>\n<p> A escolha de 2005 como o Ano Ibero-Americano da Leitura por v\u00e1rias organiza\u00e7\u00f5es internacionais tem movimentado col\u00e9gios particulares, governo e terceiro setor. Um dos objetivos \u00e9 mudar o baixo \u00edndice de 1,8 livro por habitante lido por ano no Pa\u00eds. \u201cA escola tem uma papel primordial no desenvolvimento da leitura. Depois da fam\u00edlia, \u00e9 ela que ajuda a formar novos leitores\u201c, diz Galeno Amorim, presidente do conselho diretivo do Ano Ibero-Americano da Leitura no Brasil, que aqui foi batizado de Viva Leitura.<\/p>\n<p> Ele tamb\u00e9m \u00e9 o respons\u00e1vel pelo Plano Nacional do Livro e Leitura, institu\u00eddo neste ano, que ap\u00f3ia a produ\u00e7\u00e3o de livros, a cria\u00e7\u00e3o de bibliotecas p\u00fablicas e promove a\u00e7\u00f5es para uma maior consci\u00eancia sobre o valor da leitura. Uma delas ser\u00e1 uma gincana entre escolas, organizada pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Editores de Livros (Abrelivros) no segundo semestre. Ganha a escola que desenvolver melhores projetos de coleta de livros e da conseq\u00fcente distribui\u00e7\u00e3o para a sociedade dos exemplares arrecadados. \u201cOs livros hoje est\u00e3o concentrados principalmente no Sudeste e nas classes A e B. A gincana quer incentivar uma melhor distribui\u00e7\u00e3o deles\u201c, diz o <em>presidente da Abrelivros, Jo\u00e3o Arinos<\/em>.<\/p>\n<p><B> ANALFABETISMO FUNCIONAL<\/p>\n<p><\/B> As dificuldades em leitura das crian\u00e7as brasileiras s\u00e3o evidenciadas freq\u00fcentemente em exames nacionais e internacionais. No Programa Internacional de Avalia\u00e7\u00e3o de Estudantes (Pisa), o Pa\u00eds apresenta um dos piores desempenhos na \u00e1rea. A m\u00e9dia geral dos alunos no \u00faltimo exame em leitura ficou no mais baixo n\u00edvel de profici\u00eancia.<\/p>\n<p> Outro problema que poderia ser amenizado no Brasil com o h\u00e1bito da leitura \u00e9 o analfabetismo funcional, aquele em que a pessoa foi alfabetizada, mas n\u00e3o \u00e9 capaz de compreender o que l\u00ea. O Brasil tem hoje 38% de analfabetos funcionais.<\/p>\n<p> \u201cO aluno n\u00e3o vai gostar de ler se n\u00e3o tiver um professor leitor\u201c, diz a diretora-geral do Col\u00e9gio Pent\u00e1gono, Gracia Klein. Segundo ela, a institui\u00e7\u00e3o capacita seus professores para que se aproximem da leitura e saibam desenvolver o prazer de ler nos alunos. Os livros s\u00e3o lidos conjuntamente em salas de aula e n\u00e3o h\u00e1 provas para cobrar o conte\u00fado das obras.<\/p>\n<p> Neste ano, a festa junina da escola vai cobrar livros como ingresso e eles ser\u00e3o usados para a montagem de uma biblioteca na cidade de Anhembi, no interior do Estado. O projeto faz parte do programa S\u00e3o Paulo, um Estado de Leitores, promovido pelo governo estadual.<\/p>\n<p> Na Escola da Vila, al\u00e9m das rodas de leitura, haver\u00e1 neste ano uma feira liter\u00e1ria com a presen\u00e7a de escritores, ilustradores e tradutores. \u201cAgora, deixei um pouco de lado a TV\u201c, conta o jardineiro Neves. Ele fala com orgulho dos dois livros que j\u00e1 tomou emprestados da biblioteca da escola. A coordenadora de leitura da Vila, C\u00e9lia Nascimento, explica que o trabalho feito ano a ano com as crian\u00e7as para criar uma \u201ccomunidade leitora\u201c agora est\u00e1 sendo estendido aos funcion\u00e1rios. Sandra Aparecida Soares, do almoxarifado, levou para casa um livro do Ziraldo, que despertou o interesse da filha de 13 anos.<\/p>\n<p> As rodas de leitura tamb\u00e9m conquistaram os jovens da favela de Parais\u00f3polis, que participam do projeto organizado pelo Instituto Singularidades, uma institui\u00e7\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o de professores. \u201cTem um impacto enorme a leitura de um livro feita por um adulto para outro adulto\u201c, diz a coordenadora de extens\u00e3o do instituto, Cristina Nogueira. Depois de participar das rodas, os jovens &#8211; que at\u00e9 ent\u00e3o nunca haviam estado em uma biblioteca &#8211; passaram a ler para crian\u00e7as da comunidade.<\/p>\n<p> O Ano Ibero-Americano da Leitura \u00e9 uma iniciativa da Organiza\u00e7\u00e3o dos Estados Ibero-Americanos, da Unesco e de governos de pa\u00edses da regi\u00e3o. O movimento no Pa\u00eds constatou que h\u00e1 mil munic\u00edpios sem bibliotecas. Al\u00e9m disso, a tiragem de livros no Brasil \u00e9 baixa: em m\u00e9dia 2 mil exemplares. Um dos incentivos para mudar esse cen\u00e1rio foi a lei assinada pelo presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva que isentou a produ\u00e7\u00e3o, a comercializa\u00e7\u00e3o e a importa\u00e7\u00e3o de livros de qualquer tipo de imposto. <\/p>\n<p><B> Ano da Leitura ter\u00e1 100 mil a\u00e7\u00f5es no Brasil<br \/><\/B><em> Boletim Em Quest\u00e3o &#8211; Secretaria de Comunica\u00e7\u00e3o de Governo e Gest\u00e3o Estrat\u00e9gica da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica<br \/><\/em> <br \/> Zerar o n\u00famero de munic\u00edpios brasileiros sem bibliotecas at\u00e9 2006, aumentar em 50% o \u00edndice nacional de leitura at\u00e9 2007, e possibilitar o acesso a livros aos 32 milh\u00f5es de estudantes e oito milh\u00f5es de professores da escola p\u00fablica s\u00e3o algumas das metas do governo federal dentro do calend\u00e1rio do Ano Ibero-americano da Leitura, o Vivaleitura 2005, realizado em 21 pa\u00edses da Europa e das Am\u00e9ricas. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O Ano Ibero-americano da Leitura foi institu\u00eddo pela C\u00fapula dos Chefes de Estado dos Pa\u00edses Ibero-americanos e \u00e9 coordenado pela Organiza\u00e7\u00e3o dos Estados Ibero-americanos &#8211; OEI, Centro Regional de Fomento ao Livro na Am\u00e9rica Latina e Caribe &#8211; Cerlalc, Unesco e pelos governos de 21 pa\u00edses da Europa e das Am\u00e9ricas. No Brasil, foi criado um comit\u00ea executivo que tem representantes do governo federal, setor privado e do terceiro setor. O calend\u00e1rio \u00e9 patrocinado pela Caixa Econ\u00f4mica Federal e a Petrobras. O MEC e o Minist\u00e9rio da Cultura atuam juntos no desenvolvimento de projetos como a participa\u00e7\u00e3o em feiras do livro, que v\u00e3o integrar o Plano Nacional do Livro e Leitura, o Fome de Livro, que est\u00e1 sendo elaborado pelo governo federal.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Al\u00e9m do lan\u00e7amento, ainda este ano, do primeiro Plano Nacional do Livro e Leitura &#8211; PNLL, o calend\u00e1rio brasileiro do Ano Ibero-americano da Leitura deve somar um total de 100.000 a\u00e7\u00f5es de est\u00edmulo \u00e0 leitura, realizadas por governos, setor privado e organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o-governamentais no decorrer do ano. Segundo o presidente do Comit\u00ea Diretivo do Vivaleitura, como \u00e9 chamado o ano no Brasil, Galeno Amorim, o calend\u00e1rio prev\u00ea tamb\u00e9m a realiza\u00e7\u00e3o de centenas de semin\u00e1rios e congressos sobre leitura e de feiras de livros at\u00e9 dezembro. \u201cO maior ganho at\u00e9 agora \u00e9 que a quest\u00e3o da leitura passou a ser tratada como pol\u00edtica de Estado e estrat\u00e9gia para o desenvolvimento nacional e da cidadania\u201c, afirma Galeno, que \u00e9 coordenador do Plano Nacional do Livro e Leitura, do Minist\u00e9rio da Cultura,\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O Plano Nacional do Livro e Leitura, batizado em sua primeira edi\u00e7\u00e3o de Fome de Livro, em refer\u00eancia \u00e0s pol\u00edticas sociais do governo federal, \u00e9 formado por um conjunto de projetos e programas desenvolvidos por 14 minist\u00e9rios, al\u00e9m de funda\u00e7\u00f5es, institutos e estatais federais. Tamb\u00e9m fazem parte da iniciativa, programas de governos estaduais, prefeituras, entidades do mercado editorial e organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o-governamentais. Programas como a desonera\u00e7\u00e3o fiscal do livro, cuja lei j\u00e1 est\u00e1 em vigor desde dezembro, a distribui\u00e7\u00e3o de livros pelo MEC e a implanta\u00e7\u00e3o de bibliotecas em diversos minist\u00e9rios completam o plano. De acordo com Galeno, a desonera\u00e7\u00e3o fiscal vai representar este ano uma inje\u00e7\u00e3o de R$ 160 milh\u00f5es no mercado, que tamb\u00e9m foi beneficiado pela cria\u00e7\u00e3o do BNDES-ProLivro, com linhas especiais de cr\u00e9dito para o setor. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Campanhas de incentivo \u00e0 leitura ser\u00e3o levadas ainda este ano \u00e0s escolas p\u00fablicas e secretarias municipais e estaduais de educa\u00e7\u00e3o, direcionadas aos 32 milh\u00f5es de estudantes e oito milh\u00f5es de professores da rede p\u00fablica. O MEC e o Minist\u00e9rio da Cultura tamb\u00e9m v\u00e3o veicular as campanhas de est\u00edmulo \u00e0 leitura no r\u00e1dio e na televis\u00e3o. \u201cH\u00e1 uma grande mobiliza\u00e7\u00e3o nacional para viabilizar pol\u00edticas para o livro, a leitura e as bibliotecas como estrat\u00e9gia para promover maior inclus\u00e3o social, cidadania e o desenvolvimento nacional\u201c, afirma o coordenador do Plano, Galeno Amorim. Essas pol\u00edticas, constru\u00eddas com a participa\u00e7\u00e3o de duas mil lideran\u00e7as de todas as regi\u00f5es do pa\u00eds devem ser referendadas a partir de agosto pela C\u00e2mara Setorial do Livro e Leitura, segundo explicou.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Outros projetos previstos s\u00e3o programas de apoio \u00e0 abertura de mil livrarias e o financiamento de empresas do mercado editorial e livreiro, como estrat\u00e9gia para fortalecer o setor, ampliar a presen\u00e7a do livro brasileiro no exterior e, ainda, reduzir o pre\u00e7o do livro para o consumidor brasileiro. Alguns deles j\u00e1 est\u00e3o bem adiantados como \u00e9 o caso do Arca das Letras, do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Agr\u00e1rio, em conjunto com o Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Social e da Embrapa, que j\u00e1 come\u00e7ou a instalar 855 mini-bibliotecas em comunidades rurais e na regi\u00e3o do semi-\u00e1rido.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O Arca das Letras, iniciado em 2003, vem implantando mini-bibliotecas nos assentamentos rurais da reforma agr\u00e1ria. A id\u00e9ia \u00e9 simples: pequenas caixas-estantes, chamadas de \u201carcas das letras\u201c, com cerca de 230 livros, foram enviadas \u00e0s comunidades rurais ap\u00f3s consultas aos moradores para se identificar interesses e necessidades. Com o apoio do Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a, as arcas s\u00e3o fabricadas por presidi\u00e1rios de Petrolina e Mossor\u00f3. Outras parcerias incluem os minist\u00e9rios da Educa\u00e7\u00e3o e da Cultura, o Banco do Nordeste, o Programa Nacional de Cr\u00e9dito Fundi\u00e1rio, o Projeto Dom H\u00e9lder C\u00e2mara, o Incra e, desde dezembro do ano passado, o Banco do Brasil. Neste ano, o BB est\u00e1 encaminhando 20% dos valores arrecadados nas bilheterias de seus centros culturais (CCBBs) para o projeto. J\u00e1 foram implantadas, desde maio de 2003, arcas em 418 comunidades, com a distribui\u00e7\u00e3o de 93.405 livros e treinamento de 1.252 agentes de leitura. As comunidades beneficiadas concentram-se principalmente no semi-\u00e1rido nordestino e no Rio Grande do Sul. Atualmente, h\u00e1 projetos-piloto no Rio de Janeiro, Goi\u00e1s e Par\u00e1.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O Serpro, que \u00e9 pioneiro no Brasil no desenvolvimento de solu\u00e7\u00f5es em software livre para a inclus\u00e3o social de pessoas deficientes, tamb\u00e9m participa do Plano Nacional do Livro e Leitura &#8211; PNLL. O \u00f3rg\u00e3o apresentou, na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, dois softwares livres desenvolvido para facilitar a leitura dos deficientes visuais: o Projeto Leitura Eletr\u00f4nica &#8211; Letra e o Sistema Interativo de Navega\u00e7\u00e3o em Linux &#8211; Sinal. Segundo o \u00faltimo Censo, dois milh\u00f5es de pessoas declararam ter grande dificuldade para o uso da vis\u00e3o no dia a dia, o que dificulta e muitas vezes impede o acesso \u00e0 leitura. Desse total, 160 mil s\u00e3o cegos e cerca de 10 mil deles utilizam computadores, segundo dados do Projeto Saci, da Universidade de S\u00e3o Paulo e do Dos Vox, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O software do Projeto Leitura Eletr\u00f4nica \u00e9 um aplicativo que atua como um CD de \u00e1udio, que pode ser tocado em aparelhos de som, contendo a grava\u00e7\u00e3o de obras liter\u00e1rias. O Letra gera o CD de \u00e1udio a partir da matriz de um determinado livro, possibilitando sua leitura por meio de um sintetizador de voz. Os CDs podem ser utilizados em bibliotecas, escolas ou em casa. J\u00e1 o Sistema Interativo de Navega\u00e7\u00e3o em Linux &#8211; Sinal funciona a partir de um sintetizador: uma voz mec\u00e2nica l\u00ea, em portugu\u00eas, o que est\u00e1 escrito na tela, a partir do movimento das teclas. \u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O jardineiro da Escola da Vila, Antonio Carlos das Neves, retira livros infanto-juvenis da biblioteca. Dif\u00edcil come\u00e7ar a se habituar \u00e0 leitura com longos cl\u00e1ssicos, explica a professora. 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