{"id":1080,"date":"2005-07-01T14:58:00","date_gmt":"2005-07-01T17:58:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2005\/07\/01\/agito-editorial\/"},"modified":"2005-07-01T14:58:00","modified_gmt":"2005-07-01T17:58:00","slug":"agito-editorial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/agito-editorial\/","title":{"rendered":"Agito editorial"},"content":{"rendered":"<p>A pesar da crise vivida pelo mercado editorial brasileiro nos \u00faltimos cinco anos, o setor vive momentos de euforia. A aposta no crescimento se reflete em neg\u00f3cios recentes, como a venda de 75% da Objetiva para o grupo espanhol Prisa-Santillana e a compra de metade da Nova Fronteira pela Ediouro. Anunciadas este m\u00eas, as fus\u00f5es apontam pelo menos duas diretrizes. As empresas apostam na conquista de um n\u00famero cada vez maior de leitores e para o sucesso dessa empreitada devem travar uma guerra para garantir a cria\u00e7\u00e3o de cat\u00e1logos cada vez mais s\u00f3lidos e diversificados. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A entrada de grupos internacionais de peso como o Prisa-Santillana &#8211; presente em mais de 20 pa\u00edses e dono, entre outras publica\u00e7\u00f5es, do jornal \u201cEl Pais\u201c &#8211; e da Planeta &#8211; s\u00e9timo maior grupo editorial do mundo com forte presen\u00e7a inclusive na Am\u00e9rica Latina &#8211; que se instalou no Brasil em 2003, indica que os estrangeiros est\u00e3o de olho num mercado com enorme potencial para crescer. Por enquanto, s\u00e3o apenas 26 milh\u00f5es de leitores ativos, que l\u00eaem em m\u00e9dia quatro livros por ano num Pa\u00eds com 180 milh\u00f5es de habitantes. A previs\u00e3o \u00e9 expandir consideravelmente o n\u00famero de leitores. Al\u00e9m de movimentar o setor, a presen\u00e7a de editoras multinacionais pode beneficiar, sobretudo, os \u00e1vidos por novidades. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Editoras como a Planeta, que est\u00e1 presente em diversos pa\u00edses, tem uma facilidade maior em promover o interc\u00e2mbio de autores. Novos escritores estrangeiros, que talvez nunca tivessem chance de ser publicados aqui, come\u00e7am a chegar \u00e0s livrarias nacionais com uma velocidade nunca vista. \u201cExiste uma sintonia com as outras casas da Planeta para fazer com que a circula\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o aconte\u00e7a de maneira \u00e1gil\u201c, diz Pascoal Soto, diretor editorial da editora. Gra\u00e7as a essa troca os brasileiros podem conhecer, por exemplo, a obra de Efraim Medina Reyes, um dos destaques da literatura colombiana contempor\u00e2nea. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> No Pa\u00eds, os talentos tamb\u00e9m dever\u00e3o ser mais valorizados, tanto aqueles que j\u00e1 t\u00eam uma posi\u00e7\u00e3o consolidada como outros que ainda sonham em publicar o primeiro livro. Contratos atraentes promovem uma dan\u00e7a das cadeiras no setor. A Planeta, com grande penetra\u00e7\u00e3o no exterior, atrai autores com a possibilidade de \u201cprojetos globais\u201c. \u201cMinhas Hist\u00f3rias dos Outros\u201c, de Zuenir Ventura, a biografia de Paulo Coelho que est\u00e1 sendo escrita por Fernando Morais, e uma cole\u00e7\u00e3o provisoriamente chamada de \u201cPlaneta Brasil\u201c feita pelo jornalista Eduardo Bueno entraram nessa categoria e ser\u00e3o publicadas noutros pa\u00edses. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Paralelamente \u00e0 ca\u00e7a de nomes consagrados, ocorre a busca por novos escritores. A Planeta fez dessa id\u00e9ia uma de suas metas. \u201cTemos interesse em criar um cat\u00e1logo forte que contemple as principais promessas e os autores consagrados\u201c, diz Soto. Com pouco mais de 200 t\u00edtulos no cat\u00e1logo e com a expectativa de produzir outros 100 a cada ano, a empresa pretende investir em talentos que come\u00e7am a despontar como Santiago Nazarian e Alexandre Plosky. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A disputa por novatos \u00e9 acirrada. Publicado inicialmente na Planeta, Jo\u00e3o Paulo Cuenca migrou para a Ediouro. Conhecida at\u00e9 pouco tempo por manter um cat\u00e1logo de cl\u00e1ssicos universais e pela publica\u00e7\u00e3o de palavras cruzadas, a editora carioca diversificou a linha de atua\u00e7\u00e3o. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Al\u00e9m de Cuenca, Paulo Roberto Pires, diretor editorial da Ediouro, aponta outras apostas: Daniela Abade, Ivana de Arruda Leite e Andr\u00e9 Laurentino, cujo primeiro livro deve sair em agosto. Al\u00e9m disso, a Ediouro acaba de aumentar seus dom\u00ednios com a aquisi\u00e7\u00e3o da Nova Fronteira. \u201cO autor nacional \u00e9 a prioridade. Queremos que os novatos enxerguem na editora o lugar para se lan\u00e7arem\u201c, afirma Carlos Lacerda, s\u00f3cio e editor da Nova Fronteira, dona de s\u00f3lido cat\u00e1logo que inclui nomes como Thomas Mann, Guimar\u00e3es Rosa, Jo\u00e3o Ubaldo Ribeiro, Cec\u00edlia Meirelles, Jo\u00e3o Cabral de Mello Neto e Agatha Christie. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Tanto empenho n\u00e3o existe ao acaso. \u201cN\u00e3o se forma um cat\u00e1logo s\u00f3lido sem um espa\u00e7o para a descoberta de novos autores. Por isso t\u00eam surgido tantos nomes nos \u00faltimos anos\u201c, avalia Luciana Villas-B\u00f4as, diretora editorial da Record, a maior lan\u00e7adora de t\u00edtulos, um total de 28 por m\u00eas. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A onda de fus\u00f5es revela tamb\u00e9m o quanto a diversidade dos cat\u00e1logos \u00e9 importante para a sobreviv\u00eancia das editoras. O grande n\u00famero de selos lan\u00e7ados no mercado nos \u00faltimos anos prova isso. A Record, por exemplo, tem mais seis selos al\u00e9m daquele que leva o nome da editora: Jos\u00e9 Olympio, Bertrand Brasil, Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira, Difel e Rosa dos Tempos que juntos formam uma cole\u00e7\u00e3o de t\u00edtulos dos mais estrelados, na qual constam textos de 22 ganhadores do Pr\u00eamio Nobel, como Gabriel Garc\u00eda M\u00e1rquez, Pablo Neruda e G\u00fcnther Grass, al\u00e9m de brasileiros como Jorge Amado, Graciliano Ramos e a premiada N\u00e9lida Pi\u00f1on. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A Ediouro tamb\u00e9m se expandiu com os selos Agir e Relume-Dumar\u00e1 antes de ganhar o refor\u00e7o de autores da Nova Fronteira. Como explica Marino Lobello, vice-presidente de comunica\u00e7\u00e3o e marketing da C\u00e2mara Brasileira do Livro: \u201cUma editora com um grande cat\u00e1logo tem vantagem na hora de distribuir. \u00c9 muito mais econ\u00f4mico e, por isso, tem a tend\u00eancia natural de ocupar o mercado\u201c. Raz\u00f5es econ\u00f4micas \u00e0 parte, o resultado dessa disputa tem tudo para agradar aos amantes da leitura, que ter\u00e3o uma oferta cada vez maior de t\u00edtulos.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Como chegar ao leitor\u00a0<br \/><\/B><em> Gazeta Mercantil\u00a0<br \/><\/em>  \u00a0<br \/> O mercado editorial brasileiro vive um problema de dif\u00edcil solu\u00e7\u00e3o: em meio a um momento de crescimento do setor, como fazer chegar ao consumidor os livros produzidos no Pa\u00eds? \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Uma pesquisa realizada pelo Minist\u00e9rio da Cultura mostra que as editoras brasileiras pretendem investir, at\u00e9 dezembro, R$ 239 milh\u00f5es no lan\u00e7amento de novos t\u00edtulos, moderniza\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, amplia\u00e7\u00e3o do neg\u00f3cio e na cria\u00e7\u00e3o de novos selos. Isso representa um aumento de 48% em rela\u00e7\u00e3o a 2004. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Paradoxalmente, em meio a tanto movimenta\u00e7\u00e3o entre as editoras, a grande maioria dos 5.561 munic\u00edpios brasileiros sequer possui uma livraria. Pela primeira vez a C\u00e2mara Brasileira do Livro (CBL) tenta descobrir quantos estabelecimentos deste tipo existem no Pa\u00eds, dado que at\u00e9 o momento se baseava em estimativas das editoras, considerando o cadastro para vendas. Agora a institui\u00e7\u00e3o pretende cadastr\u00e1-los, utilizando como principal recurso uma p\u00e1gina em seu site oficial. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> At\u00e9 o momento, o n\u00famero n\u00e3o est\u00e1 distante das estimativas anteriores: s\u00e3o cerca de 1.300. \u201cExiste um descompasso, digamos, gen\u00e9tico\u201c, afirma Marino Lobello, vice-presidente da CBL. Ele explica que os custos para a cria\u00e7\u00e3o de uma livraria s\u00e3o bastante altos e o retorno \u00e9 muito lento. Lent\u00edssimo. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> N\u00e3o bastasse esse entrave na distribui\u00e7\u00e3o &#8211; hoje um pouco amenizado pela venda de livros via internet &#8211; h\u00e1 problemas econ\u00f4micos e culturais envolvidos que dificultam a conquista de novos leitores. A pesquisa \u201cRetrato da Leitura no Brasil\u201c mostra, por exemplo, que 69 % dos brasileiros acredita que h\u00e1 formas mais modernas de atualiza\u00e7\u00e3o que a leitura de livros. Al\u00e9m disso, 61 % dos adultos alfabetizados t\u00eam pouco ou nenhum contato com livros. O fator econ\u00f4mico \u00e9 determinante neste quadro. Quanto menor o grau de instru\u00e7\u00e3o, menor o apre\u00e7o pela leitura. N\u00e3o por acaso, as classes A, B e C representam, em S\u00e3o Paulo, 95% do mercado. \u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A pesar da crise vivida pelo mercado editorial brasileiro nos \u00faltimos cinco anos, o setor vive momentos de euforia. 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