{"id":10600,"date":"2020-06-10T18:32:02","date_gmt":"2020-06-10T21:32:02","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/maioria-das-escolas-brasileiras-nao-tem-plataformas-para-ensino-online\/"},"modified":"2020-06-10T18:32:02","modified_gmt":"2020-06-10T21:32:02","slug":"maioria-das-escolas-brasileiras-nao-tem-plataformas-para-ensino-online","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/maioria-das-escolas-brasileiras-nao-tem-plataformas-para-ensino-online\/","title":{"rendered":"Maioria das escolas brasileiras n\u00e3o tem plataformas para ensino online"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">A maioria das escolas do pa\u00eds n\u00e3o possu\u00eda plataformas espec\u00edficas para o ensino online e grande parte dos estudantes n\u00e3o tinha, em casa, acesso aos equipamentos adequados para acompanhar disciplinas de forma remota, pela internet. Esse \u00e9 o cen\u00e1rio do Brasil at\u00e9 o final do ano passado, poucos meses antes da suspens\u00e3o das aulas presenciais devido a pandemia do novo coronav\u00edrus (covid-19), de acordo com a pesquisa <a href=\"https:\/\/www.cetic.br\/pt\/pesquisa\/educacao\/indicadores\/\">TIC Educa\u00e7\u00e3o 2019<\/a>.<\/span><\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">A pesquisa mostra que 28% das escolas localizadas em \u00e1reas urbanas t\u00eam ambiente ou plataforma virtual de aprendizagem. Essa porcentagem \u00e9 maior entre as escolas privadas, 64%. O n\u00famero aumentou em rela\u00e7\u00e3o a 2018, quando 47% das particulares possu\u00edam esse servi\u00e7o. J\u00e1 entre as p\u00fablicas esse percentual, que era 17% em 2018, caiu para 14% em 2019.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong>Acesso<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Entre os estudantes, 83% daqueles de escolas urbanas t\u00eam acesso a rede. Essa porcentagem cai para para 78% na Regi\u00e3o Nordeste e para 73% na Regi\u00e3o Norte. Em casa, 41% t\u00eam computador port\u00e1til, 35% computadores de mesa e, 29%, tablet. Ao todo, 18% dos estudantes acessa a internet exclusivamente pelo celular. Essa porcentagem \u00e9 maior considerando apenas os estudantes de escolas p\u00fablicas, 21%, e considerando a Regi\u00e3o Norte, 26%, e Nordeste, 25%. Nas particulares, apenas 3% acessam a internet exclusivamente pelo celular.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Nas escolas rurais, a realidade \u00e9 diferente, 40% das escolas t\u00eam ao menos um computador com acesso \u00e0 internet. Apenas 9% acessam a rede por meio de outros dispositivos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">A pesquisa mostra tamb\u00e9m que 33% dos professores de escolas urbanas afirmam ter recebido forma\u00e7\u00e3o sobre computador e internet recentemente. J\u00e1 79% dizem que a aus\u00eancia de curso espec\u00edfico para o uso dessas tecnologias nas aulas dificulta o ensino.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">\u201cMuitos alunos, professores e escolas estavam fazendo uso de sistemas e plataformas virtuais para troca de conte\u00fado, mas a gente verifica muitas diferen\u00e7as e desigualdades. Muitas escolas n\u00e3o estavam preparadas e muitos professores n\u00e3o estavam preparados para esse momento de ensino remoto\u201d, disse a coordenadora da pesquisa, Daniela Costa. \u201cEsse \u00e9 um momento emergencial, est\u00e1 se fazendo o que \u00e9 poss\u00edvel. Escolas, pais, alunos est\u00e3o tentando encontrar estrat\u00e9gias para que [o ensino] aconte\u00e7a\u201d, acrescentou.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong>Uso das redes<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">A pesquisa mostra que, aos poucos, a internet j\u00e1 vinha ganhando espa\u00e7o na educa\u00e7\u00e3o. Cerca de um a cada tr\u00eas professores em escolas urbanas recebeu trabalhos pela internet, o que corresponde a 35% dos entrevistados. Quase a metade, 48%, tirou d\u00favidas pela rede e 51% disponibilizaram conte\u00fado na internet para os alunos. Considerando apenas as escolas p\u00fablicas, 31% dos professores receberam trabalhos pela internet, 44% tiraram d\u00favidas e 48% disponibilizaram conte\u00fado nas redes. Nas privadas, esses percentuais s\u00e3o maiores, 52%, 65% e 65%, respectivamente.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Entre os estudantes, o uso da internet \u00e9 mais ou menos semelhante, 65% dos estudantes de escolas p\u00fablicas e 66% de escolas particulares usaram a internet para fazer trabalhos escolares a dist\u00e2ncia. No entanto, apenas 27% dos estudantes de escolas p\u00fablicas e 32% das particulares, usaram a rede para falar com os professores.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">A pesquisa mostra ainda que um a cada quatro estudantes, 24%, usou a rede para fazer provas ou simulados, e 16% para participar de cursos. O celular \u00e9 o principal meio de acesso, 58% dos alunos de escolas urbanas e usu\u00e1rios de Internet utilizaram o telefone celular para realizar atividades escolares e 61% usaram o WhatsApp para esse fim.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Se s\u00e3o poucas as escolas com plataformas espec\u00edficas de aprendizagem, as redes sociais, por sua vez, ganharam mais espa\u00e7o como ambiente de divulga\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es da escola e conte\u00fados pedag\u00f3gicos. Em 2016, 64% das escolas p\u00fablicas urbanas possu\u00edam perfil ou p\u00e1gina nas redes. Essa porcentagem passou para 73% em 2019. Entre as particulares, essa porcentagem saltou, no mesmo per\u00edodo, de 85% para 94%. Entre 2016 e 2019, a porcentagem de institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas urbanas cujos pais ou respons\u00e1veis utilizaram perfis ou p\u00e1ginas em redes sociais para interagir com a escola passou de 32% para 54%.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">\u201cAs redes sociais j\u00e1 vinham crescendo como espa\u00e7o de troca entre escolas e fam\u00edlias. Esses espa\u00e7os, provavelmente, cresceram ainda mais [com a suspens\u00e3o das aulas presenciais]. Muitos diretores adotaram grupos de WhatsApp e temos visto exemplos de lives [transmiss\u00f5es ao vivo] nas redes sociais sociais\u201d, disse Daniela.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Faltam, no entanto, orienta\u00e7\u00f5es para o uso seguro da rede. Cerca da metade dos alunos (51%) afirmou que recebeu orienta\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a e 40% que receberam orienta\u00e7\u00f5es sobre o que fazer se alguma coisa incomodar na internet. Essa porcentagem cai para 36% entre os alunos do 5\u00ba ano do ensino fundamental, mais jovens.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong>Acesso a tecnologias<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Para os pesquisadores, a pandemia trouxe quest\u00f5es importantes que precisam ser abordadas na hora de garantir o acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o. \u201c[Os governos] foram pegos de surpresa. Temos mais de duas d\u00e9cadas de pol\u00edticas p\u00fablicas, mas as pol\u00edticas estavam focadas na tecnologia na escola, no uso dentro da escola. Agora que se levou a escola para dentro de casa. Muitas casas n\u00e3o est\u00e3o preparadas, com conex\u00e3o banda larga e dispositivos. As pol\u00edticas precisam tamb\u00e9m olhar a inclus\u00e3o dessas crian\u00e7as no domic\u00edlio, que \u00e9 espa\u00e7o de ensino e aprendizagem\u201d, explicou o gerente do Cetic.br, Alexandre Barbosa.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">\u201cChegar aos alunos sempre foi mais complexo. Esse momento mostra a necessidade de se olhar para o uso de tecnologias para que passem a ser item de acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o e n\u00e3o s\u00f3 item acess\u00f3rio\u201d, acrescentou Daniela.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong>Pesquisa<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Os dados foram coletados entre agosto e dezembro de 2019. Foram entrevistados presencialmente 11,4 mil estudantes, 1,9 mil professores, cerca de 1 mil coordenadores pedag\u00f3gicos e 1 mil diretores de escolas urbanas. Foram entrevistados por telefone 1,4 mil diretores ou respons\u00e1veis por escolas rurais. A pesquisa foi feita com escolas p\u00fablicas e privadas urbanas do 5\u00ba ao 9\u00ba ano do ensino fundamental e 2\u00ba ano do ensino m\u00e9dio e escolas p\u00fablicas e privadas rurais de qualquer modalidade de ensino. N\u00e3o participaram escolas federais.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A maioria das escolas do pa\u00eds n\u00e3o possu\u00eda plataformas espec\u00edficas para o ensino online e grande parte dos estudantes n\u00e3o tinha, em casa, acesso aos equipamentos adequados para acompanhar disciplinas de forma remota, pela internet. 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