Educação como alternativa para transformação
São Paulo foi sede da 2ª Conferência Nacional de Alternativas para uma Nova Educação (Conane), realizada em setembro deste ano no Centro Educacional Unificado (CEU) Heliópolis.
São Paulo foi sede da 2ª Conferência Nacional de Alternativas para uma Nova Educação (Conane), realizada em setembro deste ano no Centro Educacional Unificado (CEU) Heliópolis.
Aulas de fotografia, artesanato, capoeira. Há uma série de coisas que a escola normalmente não oferece, que vão além do currículo obrigatório, mas que complementam a formação dos estudantes e interessam aos adolescentes.
No Brasil, 32.434 escolas públicas ainda não contam com qualquer tipo de conexão à internet, segundo levantamento feito pelo Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS).
Os organizadores do 1º Encontro Mundial da Invenção Literária (Emil), que aconteceu em São Paulo entre 11 e 15 de novembro desse ano, se reuniram para fazer um balanço da primeira edição e anunciar a realização da segunda edição do evento, que acontecerá em novembro de 2016.
O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) finaliza em dezembro o envio dos livros didáticos destinados a escolas rurais de todo o Brasil. Os exemplares são entregues às prefeituras e secretarias de educação, que ficam responsáveis pelo envio às instituições de ensino até o início do ano letivo.
O Ministério da Educação e a Controladoria-Geral da União (CGU) anunciaram parceria para o programa Um por todos e Todos por um! Pela Ética e Cidadania.
As crianças de hoje não têm tempo, espaço e permissão para brincar livremente. Seus lugares são controlados, as horas escolares cresceram e a organização das cidades desfez laços comunitários, tornando o espaço público inacessível e perigoso. Tudo isso tem profundos impactos no aprendizado e no desenvolvimento das pessoas.
Quando Solange Rodrigues, aos 38 anos, começou a frequentar as aulas do programa Alfabetizando para Profissionalizar (Alfa) do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-RS), em abril de 2015, ela ainda não sabia ler por completo.
Com a adaptação do primeiro parquinho infantil para crianças especiais de Manaus (AM), a professora Michelle Nunes da Silva, do Centro Municipal de Educação Infantil Professor Caio Carlos Frota de Medeiros, quis dar autonomia aos alunos e levar a inclusão para dentro da escola.