Acervo catalogado

 
O Fome de Livro concluiu a catalogação de 45 mil notas dadas por especialistas em leitura para os mais de 22 mil títulos inscritos por editoras de todo o País para formar o acervo inicial das bibliotecas do programa. Cada título recebeu duas notas de diferentes profissionais. Agora, elas serão catalogadas em um banco de dados para a seleção dos 2 mil livros que receberam as melhores notas. Esta etapa deve durar cerca de 15 dias e, no final dela, o programa anuncia a lista das obras selecionadas e inicia o processo de compra.


Diversidade cultural

Além desses 2 mil títulos, cada biblioteca terá outros 500 livros, que serão adquiridos em cada região por um importante parceiro do Fome de Livro – o projeto Quero Ler. Os títulos vão priorizar temas, autores e editoras das próprias regiões, garantindo o estímulo ao pluralismo e à diversidade cultural. Além disso, cada biblioteca terá, também, um acervo de memória local montado pela própria comunidade, com livros, relatos, depoimentos, fotos e objetos.


Começa o debate sobre a Lei do Livro 
 
Diversas entidades de editores, livreiros, gráficos, distribuidores, escritores, professores, bibliotecários e representantes de organizações do Terceiro Setor, governo federal e estadual e prefeituras participaram da primeira reunião para debater a regulamentação da Lei do Livro. Convocadas pela Fundação Biblioteca Nacional e pelo Programa Fome de Livro, instituições como SNEL, CBL, Libre, ABEU, ANL, ABDR, Abrelivros, Libre, Abrale, AEI-LIJ, Cerlalc, Abigraf, Febab, Sesc, Conselho Regional de Biblioteconomia-SP, Biblioteca Mário de Andrade (SP), Expedição Vaga Lume, Instituto Ecofuturo e Instituto Ethos, entre outras, debateram o tema durante todo o dia 19, em Ribeirão Preto (SP), durante o primeiro encontro preparatório para o Fórum Nacional de Leitura. Até outubro, serão realizados outros seis encontros em todas as regiões do País e, em novembro, a plenária final, em Brasília. 
 
 
 
Os temas da regulamentação  
 
A regulamentação da Lei do Livro, que foi assinada em outubro de 2003 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e institui a política nacional do livro no Brasil, foi abordada em três diferentes painéis: a Visão da Cadeia Produtiva (editores, livreiros, distribuidores, gráficas e fabricantes de papel); a Visão da Cadeia Criativa e a Cadeia dos Mediadores da Leitura (escritores e outros profissionais do livro, educadores, bibliotecários e ONGs que atuam na área) e a Visão do Poder Público (os governos federal e estadual, as prefeituras e o Sistema S).  
 
 
 
Apoio do Cerlalc 
 
O Cerlalc (Centro Regional de Fomento ao Livro na América Latina e no Caribe) realizou um estudo sobre as Leis do Livro e suas regulamentações em diversos países para ajudar nas discussões da lei brasileira. O organismo internacional, que é vinculado à Unesco, também está prestando, por meio do secretário-técnico Luis Fernando Sarmiento, assessoria aos trabalhos e à discussão para a regulamentação, que estão sendo coordenados pelo diretor do Programa Fome de Livro, Galeno Amorim (que desde 2004 é o vice-presidente do Cerlalc). Luis Fernando também participou do debate em Ribeirão Preto.  
 
 
 
Ano Ibero-americano da Leitura 
 
Um dos temas apresentados e debatidos em Ribeirão foi a participação brasileira no Ano Ibero-Americano da Leitura, que será comemorado em 2005 em 20 países da Europa, América Latina e Caribe. Está sendo constituído um comitê executivo formado por pessoas ligadas ao livro, à leitura e às bibliotecas no Brasil e que deve ser seguido por outros grupos de trabalho regionais. O comitê fará uma série de reuniões nos próximos meses e o calendário nacional para 2004 deve ser anunciado em novembro. A secretária-geral do Comitê é Cristine Fontelles, do Instituto Ecofuturo ( O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ).  
 
 
 
Plano Trienal de Leitura  
 
Um dos objetivos dos debates que começam a acontecer em todas as regiões do País é criar condições para elaboração da política nacional do livro, leitura e bibliotecas para o Brasil, com o estabelecimento de diretrizes estratégicas para os próximos 20 anos. Também se discute a necessidade de estipular um Plano Trienal de Leitura para o período 2005-2007.  
 
 
 
Mercado editorial e instituições debatem Fome de Livro 
 
Os representantes de editores, livreiros, gráficos, escritores, educadores, bibliotecários e instituições do Terceiro Setor que participaram do encontro de Ribeirão Preto também conheceram e discutiram detalhes do planejamento do Programa Fome de Livro, cuja meta inicial é zerar o déficit de cidades sem bibliotecas, instalando esses equipamentos em mais de mil municípios brasileiros.  
 
 
 
Debate vai percorrer o País  
 
Depois de Ribeirão Preto (onde integrou a programação paralela da 4ª Feira Nacional do Livro), o próximo Encontro Preparatório para o Fórum Nacional de Leitura será no Estado do Rio de Janeiro. A reunião será no dia 8 de julho, mesmo período da 2ª Flip (Festa Literária Internacional de Parati). Os outros encontros serão em Minas Gerais (5o Salão do Livro de Belo Horizonte – em agosto), no Distrito Federal (23a Feira do Livro de Brasília – agosto), Ceará (6ª Bienal Internacional do Livro do Ceará – setembro), Pará (8º Feira Pan-Amazônica do Livro – setembro) e Rio Grande do Sul (50ª Feira do Livro de Porto Alegre – outubro).  
 
 
 
Proler, Sistema de Bibliotecas e Pesquisadores 
 
Os participantes dos encontros do Proler, Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas e Rede de Pesquisadores em Leitura conheceram o primeiro protótipo das bibliotecas que serão instaladas pelo Fome de Livro em mais de mil municípios brasileiros que ainda não têm a sua. Os móveis, computadores e os softwares de gestão estão disponíveis à visitação do público em geral no estande do Fome de Livro na 4ª Feira Nacional do Livro, que segue em Ribeirão até 27/6. O protótipo ocupa 60 m² e, no decorrer do ano, vai percorrer outras feiras de livro do País.  
 
 
 
Biblioteca do Fome de Livro  
 
Os participantes dos encontros do Proler, Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas e Rede de Pesquisadores em Leitura conheceram o primeiro protótipo das bibliotecas que serão instaladas pelo Fome de Livro em mais de mil municípios brasileiros que ainda não têm a sua. Os móveis, computadores e os softwares de gestão ficaram disponíveis à visitação do público em geral no estande do Fome de Livro na 4ª Feira Nacional do Livro, que terminou ontem (domingo) em Ribeirão. O protótipo ocupou 60 m² e, no decorrer do ano, vai percorrer outras feiras de livro do País.  
 
 
 
Os protótipos 
 
As bibliotecas do Fome de Livro estão sendo pensadas como espaços voltados aos mais diferentes públicos – crianças, adultos, idosos, pessoas com necessidades especiais – e pode ser ajustado para atender desde uma sessão de vídeo a rodas de histórias, encontros com escritores, leitura, pesquisa e empréstimo de materiais. O acesso ao acervo também será facilitado por um sistema de cores e ícones.  
 
 
 
Presença integrada do governo em feiras  
 
O governo federal está experimentando na Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto uma nova orientação que vem sendo dada aos ministérios e estatais. Sob a coordenação do Programa Fome de Livro, estão participando no mesmo estande a Fundação Biblioteca Nacional, do Ministério da Cultura, e o Ministério da Educação, que estão apresentando aos aguardados quase 300 mil visitantes da feira (considerada uma das quatro principais do País) alguns dos produtos e serviços prestados ao público. Os dois organismos dividem com o protótipo da biblioteca do Fome de Livro uma área total de 100 m². Cada um deles mantém autonomia, mas apresentam a identidade do governo brasileiro. A mesma prática deverá ser adotada em outras feiras de livro e o elo de ligação será sempre o Programa Fome de Livro.  
 
 

 

 

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